Análise do filme “PARASITA / 2019”

Por Gabriel Gomes

Gabriel Gomes, 19 de Janeiro, 2020 - Atualizado em 19 de Janeiro, 2020

O filme está concorrendo em duas categorias do Oscar, a de Melhor Filme e o de Melhor Filme de Língua Estrangeira, representante da Coreia do Sul.

Achei um filme bem interessante, mesmo com algumas inconsistências no roteiro. A história é baseada no contraste de duas famílias, uma riquíssima e outra que vive num porão num subúrbio de alguma cidade não mencionada coreana.

A família Ki-taek está desempregada, mas surge uma oportunidade do filho adolescente do casal, Ki-Woo, ir trabalhar como professor de inglês de uma jovem rica, logo o adolescente se envolve com a garota e vê uma oportunidade de empregar toda sua família nessa casa. O problema é os meios que eles fazem pra se inserir nesta família.

O diretor Joon-ho Bong pareceu uma espécie de Quentin Tarantino coreano na parte do desenrolar da história com aqueles eventos inesperados, meio surtados.

O grande problema que acho nesses filmes coreanos, japonones, chinenes, orientais de forma geral, são os atores, eles parecem nunca demonstrar sentimentos mas sempre estão fazendo caretas, e também outro entrave é a língua que parecem sempre estarem brigando.

Pelas duas indicações nessas categorias, acredito que ele possa até levar na de Língua Estrangeira, na categoria principal é sem chance.

PARASITA / 2019

Toda a família de Ki-taek está desempregada, vivendo num porão sujo e apertado. Uma obra do acaso faz com que o filho adolescente da família comece a dar aulas de inglês à garota de uma família rica. Fascinados com a vida luxuosa dessas pessoas, pai, mãe, filho e filha bolam um plano para se infiltrarem também na família burguesa, um a um. No entanto, os segredos e mentiras necessários à ascensão social custarão caro a todos. Grande vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 2019.

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