O esporte em Aracaju está abandonado e atletas recorrem a São Cristóvão

Esportistas na bronca

Redação, 01 de Agosto, 2019

Mesmo após dois anos e meio de gestão, a Secretaria de Esporte de Aracaju ainda não mostrou a eficiência que os desportistas necessitam. Programas anunciados ainda na campanha eleitoral de Edvaldo Nogueira, como o Bolsa Atleta, não foram reativados deixando os esportistas sergipanos verdadeiramente na mão. Programas como Luta pela Cidadania, Segundo Tempo e Programa de Esporte e Lazer da Cidade (PELC) hibernaram na ineficiência de serem implantados, como estão os programa?

A cidade de São Cristóvão, em uma visão moderna de gestão, adaptou a ideia que funcionava perfeitamente na capital sergipana na gestão do então prefeito João Alves Filho. No último dia 11 de julho, divulgou lista com 16 nomes contemplados com o programa Bolsa Atleta, onde desportistas receberão por 12 meses as quantia que varia entre R$ 400 e R$ 1.000. A consagrada jogadora de vôlei de praia e promessa do Brasil nos Jogos Olímpicos 2020, Duda Lisboa, está nesta lista.

Outra atleta que também integrava na lista dos bolsista por Aracaju é a jogadora de ParaBadminton, Maria Gilda, que atualmente ocupa a liderança do ranking brasileiro na categoria e representa o país, subindo no pódio, em competições pelo mundo a fora.

PELC

O Programa Esporte e Lazer da Cidade (PELC) não foram reativados por falta de eficiência da atual gestão da pasta. O programa tem como objetivo é ocupar o tempo ocioso das crianças, adolescentes, idosos e pessoas com alguma deficiência com atividades culturais e lazer. Aracaju havia sido contemplado com dez núcleos, que geraria 72 empregos diretos e beneficiariam aproximadamente 4 mil pessoas. Sendo investido pelo Ministério do Esportes R$ 2,1 milhões.

Segundo Tempo

O Programa Segundo Tempo tem como objetivo oferecer no contra turno escolar uma atividade voltada para o esporte e cultura para crianças e adolescentes em zonas de vulnerabilidade social. Aracaju estava contemplada com 25 núcleos, com 100 estudantes por escola, totalizando 2.500 alunos beneficiados. O investimento seria superior a R$ 1,6 milhão, via Ministério do Esporte, gerando 52 empregos diretos.

Luta pela Cidadania

O programa consiste em democratizar a prática de artes marciais como forma de estimular crianças a partir dos seis anos de idade. A capital sergipana era para ser beneficiada com quatro núcleos, com a previsão de 1.800 atendimentos mensais nas cinco modalidades: karatê, capoeira, judô, luta olímpica e jiu-jítsu. A ação ofertaria 37 empregos diretos e teria um investimento superior a R$ 1,1 milhão.

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