Joaquim Macêdo é o patrono da V Bienal do Livro de Itabaiana

Redação, 06 de Setembro, 2019 - Atualizado em 06 de Setembro, 2019

Com uma extensa carreira baseada na educação e na promoção da cultura popular, o professor José Joaquim Macêdo é aclamado como patrono da V Bienal do Livro de Itabaiana, que acontece de 11 a 15 de setembro, no Shopping Peixoto. O educador é diretor do Colégio Purificação, presidente da Federação dos Estabelecimentos de Ensino Particulares de Sergipe (FENEN-SE) e presidente da Academia Aquidabandense de Letras, Cultura e Arte (ALCA).

Com trabalho pautado na promoção da cidadania através da educação das crianças e adolescentes vem estimulando os jovens a terem um pensamento crítico diante das questões sociais e culturais. A frente do movimento acadêmico de Aquidabã lidera um projeto embrionário preocupado com os valores das pessoas que fizeram história da cidade e que também contribuem para a revolução cultural, social e artística.

Todos estes fatores motivaram a comissão organizadora da Bienal do Livro de Itabaiana a indicar, por unanimidade, o professor Joaquim Macêdo como Patrono do evento. Em outras edições, exerceram esta mesma função o ex-governador Albano Franco e o Magnifico Reitor da Universidade Tiradentes, Joubert Uchôa.

Surpreso com a indicação, o patrono do maior evento literário de Sergipe afirmou que a função só aumenta a responsabilidade na promoção da cultura. “Sempre estive dentro do movimento literário sem nenhuma pretensão. O grau de responsabilidade aumentou, se eu já faço alguma coisa em favor dos artistas, poetas, autores e escritores, a carga crescerá porque serei agora um dos mentores da história de Sergipe”, destacou professor Joaquim.

Com um trabalho revolucionário a frente da Academia Aquidabandense de Letras, Cultura e Arte, o também imortal valoriza os artistas e demais movimentos culturais. “A arte e a cultura está inclusa dentro da academia, além das letras. Englobamos pessoas que de alguma forma contribuem para a cidade na parte cultural e artística. Estamos fazendo um trabalho embrionário, que esta ganhando forma, neste pouco mais de um ano de fundada, sempre preocupado com nossas crenças e o folclore”, salientou.

Mostrando ter um pensamento a frente do seu tempo, o patrono da Bienal construiu um teatro na escola que administra com o intuito de promover a cidadania. “Sou genuíno na educação, sou biólogo de formação com licenciatura. Comecei minha carreira como professor e cheguei a diretor de uma escola pública, para só depois virar diretor de uma escola particular. Minha preocupação é com a cidadania, é tanto que há 10 anos construir um teatro na escola, porque achava importante os ensinos além da sala de aula. Hoje, o local é uma das salas mais utilizadas dentro do colégio, tendo inclusive um movimento da Sexta Cultural, onde desenvolvemos cultura, teatro, musica, palestra e bate papo”, finalizou.

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