Pela primeira vez em Aracaju o ator ROGÉRIO SILVESTRE apresenta o musical GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ

Mostra parte da vida e da obra deste grande cantor e compositor que nos deixou há 28 anos

Redação, 09 de Otubro, 2019 - Atualizado em 09 de Otubro, 2019

 

Aplaudido por mais de 50.000 pessoas em apresentações no Rio de Janeiro (3 temporadas de muito sucesso no Teatro João Caetano, Sala Municipal Baden Powell, Teatro dos Grandes Atores e Teatro Rival) no interior de Minas (Itajubá, Pouso Alegre, Varginha...), em Salvador (Teatro Jorge Amado), São Paulo (Teatro Procópio Ferreira), Bauru (Teatro Municipal), Belo Horizonte (Teatro Alterosa e no Cine Theatro Brasil Valllourec), São Luís do Maranhão (Teatro Arthur Azevedo), Brasília (Teatro Ulisses Guimarães e Teatro dos Bancários), Fortaleza (no Teatro Via Sul) e Manaus (Teatro Manauara), o musical GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ mostra um pouco da história de um dos maiores compositores e intérpretes brasileiros, que nos deixou há 28 anos e tem como ponto de partida exatamente suas principais ferramentas de trabalho; a música e a palavra.

 

No palco, o ator ROGÉRIO SILVESTRE dá vida ao personagem central, o próprio Gonzaguinha, interpretando um texto que passeia por momentos marcantes da vida do cantor e compositor carioca; como a infância no Morro de São Carlos (RJ), os primeiros passos na carreira artística, os embates com a ditadura militar e a relação conflituosa com o pai, o rei do Baião, Gonzagão.

O espetáculo apresenta 16 canções assinadas pelo próprio Gonzaguinha - “Explode Coração”, “Recado”, “Começaria Tudo Outra Vez”, “Moleque”, “Sangrando”, “O Que é o Que é?”, “Ponto de Interrogação”, “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, “Com a Perna no Mundo”, “Grito de Alerta”, “De Volta ao Começo”, “Palavras”, “É”, “Diga Lá, Coração”, “Espere por Mim, Morena” e “Vamos a Luta” – que misturam xote, samba, baião e música romântica que foram gravadas pelos maiores nomes da nossa MPB, como Maria Bethânia, Simone, Joanna, Zizi Possi, Raimundo Fagner, Ângela Maria, Cauby Peixoto  e o próprio Wagner Tiso que já participou algumas vezes do espetáculo.

Com o intuito de preservar a memória desse ícone da MPB, o espetáculo apresenta passagens da vida do artista que iniciou sua trajetória na década de 60 em meio aos tropeços da ditadura militar e seguiu cantando seus amores e anseios pela vida.

Os temas que integram o musical também evidenciam como o compositor, numa constante busca, foi um dos poucos a falar com tanto domínio poético e olhar crítico sobre o morro, as questões sociais e o amor, recorrendo sempre a diferentes linguagens e ritmos, como o samba, o bolero e o baião.

Sua música - de refinada composição, mas sem perder de vista a rica cultura popular que lhe serviu de base - deu voz tanto às angústias de um país, durante os anos de chumbo sob a Ditadura Militar, quanto às paixões arrebatadoras que fazem o coração explodir. 

Seus sambas, de inspiração contagiante, à exemplo de "O Que é, o Que é?", são um retrato fiel da alma brasileira.

Como bem escreveu o crítico do jornal O Globo/RJ, Leonardo Bruno: “Gonzaguinha é um personagem que gera um fascínio impressionante. Morto aos 45 anos, em 1991, deixou obra extensa e alinhada com os anseios de sua geração, mas que ainda encontra eco quase três décadas depois — prova disso é que, nos últimos seis anos, sua figura virou peça de teatro, filme/série, enredo de escola de samba e ganhou homenagem no Prêmio da Música. O musical “Gonzaguinha — O eterno aprendiz”, demonstra profunda admiração e respeito pela obra e pelo artista.   A concepção de Kleber Lincoln e Amaury Vieira propõe dois espetáculos independentes: em um deles, um ator vive Gonzaguinha em monólogo; no outro, três cantores e uma banda revivem os sucessos do compositor.  O espetáculo ganha com a entrada em cena da banda, que relembra com competência o inspirado repertório de Gonzaguinha. Os cantores Rafael Toledo e Paulo Francisco Tiso conseguem bons momentos de comunicação com a plateia, mas é a voz de Bruna Moraes que eleva a eletricidade no palco. A ela coube tarefa desafiadora: reler canções que ficaram marcadas nas interpretações de Elis Regina e Maria Bethânia. A cantora mostra presença de palco e sobressai como o grande destaque do musical.  A intenção de homenagear Gonzaguinha é louvável, e a execução de seu repertório já garante momentos de catarse. “Gonzaguinha — O Eterno Aprendiz” é bem-sucedido como um show-tributo ao compositor.”                                                            

Só pra saber...

Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, mais conhecido como Gonzaguinha, está no time dos maiores artistas brasileiros.

Nasceu no RJ no dia 22/09/1945 e nos deixou, aos 45 anos após sofrer um acidente de carro, na madrugada do dia 29/04/1991, quando voltava pra casa depois de um dos seus muitos shows pelo interior do país.

Gonzaguinha era filho registrado, mas não natural, do cantor e compositor pernambucano Luiz Gonzaga, ‘o rei do baião’ e de Odaléia Guedes dos Santos, cantora do Dancing Brasil. Teve 04 filhos: Daniel Gonzaga, Fernanda, Amora Pêra e Mariana.

Em 2017 foi tema do carnaval da Estácio de Sá, com o enredo "É! O Moleque desceu o São Carlos, pegou um sonho e partiu com a Estácio!" e no último Carnaval de 2019, a escola de samba Império Serrano escolheu como samba enredo, o sucesso de Gonzaguinha, “O Que é, o Que é ?”.

Certamente, GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ merece ser visto e revisto pelos fãs do Gonzaguinha e principalmente, pelos amantes do bom teatro.

GONZAGUINHA: O ETERNO APRENDIZ.

Concepção do espetáculo: DrKleber Lincoln e Maestro Amaury Vieira.

Texto: Gildes Bezerra

Com o ator Rogério Silvestre, a cantora Maíra Lins e os músicos Rafael Toledo (voz, violão e guitarra), Alcione Ziolkowski(bateria) e Paulo Bass (baixo).

Diretor Musical: Rafael Toledo.

Diretor Teatral: Breno Carvalho.

Produção Local: Ricardo Douglas

Produção Nacional, Assessoria de Imprensa e Marketing: João Luiz Azevedo  

SHOW 

Teatro Tobias Barreto

Avenida Tancredo Neves 2.209 – Inácio Barbosa.

Tel, (79)3179.1490

Data da apresentação: 13 de Outubro/2019

Domingo: 20h

Valor dos Ingressos:

Platéia: R$ 60 (Inteira) e R$ 30,00 (Meia)

Promoção Limitada: Inteira Solidária: R$ 50 + 1Kg Alimento (100 Ingressos)

Mezanino: R$ 40 (Inteira) e R$ 20,00 (Meia)

Promoção Limitada: Inteira Solidária: R$ 30 + 1Kg Alimento (200 Ingressos)

Ingressos à venda pelo site:www.centraldoingressose.com.br

E na Bilheteria do Teatro.

 

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