Universidade Tiradentes possui produção científica e tecnológica de destaque no Brasil

Redação, 11 de Fevereiro, 2020

O Grupo Tiradentes propicia um ambiente para o desenvolvimento dos docentes, tanto na parte científica acadêmica, quanto na parte de desenvolvimento tecnológico. Destaque no âmbito nacional entre as instituições privadas, a Universidade Tiradentes é hoje a principal instituição depositante de patentes no âmbito do Nordeste. A instituição depositou em 2019 um quantitativo de 116 patentes, colocando-a em primeiro lugar dentre as Instituições Privadas do Nordeste do Brasil em depósito de patentes

Para o Prof. Dr. Diego Menezes, Pró-reitor de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, a infraestrutura e todos os programas de apoio institucional, com destaque para um programa de pós-doutoramento contínuo, são o diferencial. “Todos os nossos professores, um por programa Stricto Sensu que possuímos, é eleito pelos pares para passar até um ano em um sistema de pós-doutoramento. É uma experiência internacional, com ajuda de custo e incentivos para que possam se aperfeiçoar em uma instituição estrangeira e a garantia aos pesquisadores de manutenção integral dos seus salários. Isso faz com que esses pesquisadores retornem com uma visão diferenciada, com a formação atualizada e com parcerias internacionais”, revelou.

A mobilidade internacional da Universidade Tiradentes tem propiciado uma produção científica de qualidade e permitido que os pesquisadores sejam avaliados em âmbito nacional em um sistema que é fomentado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. Dentro de uma cota extremamente reduzida, os cientistas são escolhidos, de forma isenta, em reconhecimento à sua produtividade, à sua produção intelectual e tecnológica.

“A análise ocorre de modo que somente é conhecido o avaliador no final do processo. A distribuição acontece de forma aleatória, randômica. É todo um processo externo que vem amadurecendo ao longo do tempo pelo CNPq. Institucionalmente, não temos nenhuma ingerência sobre o processo, fato que valida esse reconhecimento de destaque que os professores e pesquisadores da Universidade Tiradentes têm recebido. E a cada ano o número cresce”, assegurou Prof. Dr. Diego Menezes. 

A Universidade Tiradentes possui pesquisadores em todos os extratos e classificação das bolsas Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico. Isso possibilita oferecer aos alunos experiência no desenvolvimento da ciência básica, da ciência aplicada e inovação.

“Se analisarmos de forma individualizada, por programa, percebemos que os números nos diferenciam dentro do grande contexto nacional. Isso revela a qualidade dos nossos profissionais, o cuidado institucional desde a seleção até a oferta de condições para que esses profissionais possam se desenvolver profissionalmente e reafirma o compromisso dos docentes para com a instituição e com o desenvolvimento contínuo”, afirmou o Pró-Reitor.

Os professores contemplados com bolsas de Produtividade em  Desenvolvimento Tecnológico na última chamada para os Programas de Pós-Graduações da Unit foram Álvaro Silva Lima 1C PQ (PEP e PBI), Rodrigo Yudi Fujimoto 1D PQ (PSA), Francine Ferreira Padilha 1D PQ (PBI e PSA), Silvia Maria da Silva Egues 2 DT (PEP), Katlin Ivon Barrios Eguiluz 2 PQ (PEP), Ricardo Luiz Cavalcanti de Albuquerque Júnior 2 PQ (PSA) e Patrícia Severino 2 PQ (PBI).

O pesquisador, professor e coordenador dos Programas de Stricto Sensu da Unit, Álvaro Silva Lima, explica que os editais de bolsas são de concorrência nacional e as bolsas iniciam no nível 2 e chegam a 1A (maior escala), tanto para o Desenvolvimento Tecnológico, quanto para a Produtividade em Pesquisa.

“Fomos contemplados com quatro bolsas, desde 2 até 1C, tendo alguns professores mudando para maior patamar e outros entrado pela primeira vez no sistema. No nosso universo somos apenas 21 pesquisadores da universidade que têm esses tipos de bolsas, nas mais diversas áreas de conhecimento. Cheguei nessa instituição há 19 anos, em uma época em que nenhum professor possuía bolsa de produtividade e sequer a possibilidade de vislumbrar que um dia iríamos ser contemplados. Hoje, temos pesquisadores 1A, 1C, 1D e docentes galgando cada vez mais a ampliação do seu tipo de bolsa. Chegamos aos maiores patamares” disse Álvaro.  

Atualmente 78% dos docentes do Programa de Engenharia de Processos possuem bolsas em produtividade, desenvolvimento tecnológico ou sênior. O curso de Biotecnologia possui 61%, o de Saúde Ambiente, 31%. Dois pesquisadores do Programa em Educação possuem essas bolsas. 

“Esses números, por programa, refletem um percentual elevado nas diferentes áreas no país. É um momento importante, sentimos que se trata de um trabalho que está sendo reconhecido. Neste momento somos a instituição que possui a maior produção científica no país. Isso mostra a excelente qualidade da nossa instituição”, concluiu.

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