Medidas preventivas exigem ritual de higiene no recebimento de mercadorias

Redação, 16 de Maio, 2020

Com a constatação, por meio dos boletins diários, de que a curva pandêmica da COVID-19 está cada vez mais acentuada em nosso estado, todas as medidas de precauções se tornam cada vez mais indispensáveis para evitar a contaminação pelo coronavírus.
Entretanto, o cotidiano nos conduz a atitudes que podem nos deixar vulneráveis ao contágio da doença durante o contato com objetos e mercadorias que ingressam em nossa casa.

Se a embalagem daquilo que solicitamos por delivery, por exemplo, não estiver devidamente higienizada, ou se a mesma não for descartada como sugerem os profissionais da saúde, estaremos vulneráveis à doença.
E como sabemos que receber entregas em casa é algo inevitável, precisamos ficar atentos ao cumprimento dos protocolos exaustivamente divulgados pelas mídias sociais, como usar a máscara, lavar bem as mãos etc.
Quanto ao ato de receber a mercadoria, a primeira providência é desinfetar com o álcool 70% ou com uma porção de hipoclorito de sódio (água sanitária), fazendo a diluição numa proporção de 25 ml do produto para um litro de água.

“O ideal é fazer o borrifo sobre a embalagem recebida. E se a embalagem estiver sobre uma superfície, ela também deve ser higienizada”, explica a coordenadora de Biomedicina da Unit, professora Patrícia Almeida.

Feito isso, é necessário descartar as embalagens em locais devidamente seguros. Se houver necessidade de reutilização das embalagens os procedimentos de segurança na higienização devem ser redobrados.

Ela lembra que o mais importante é que, até o fim do procedimento de desinfecção da mercadoria, a pessoa não toque, sob nenhuma hipótese, na máscara sem que antes tenha higienizado bem as mãos.
Outro cuidado igualmente necessário é quanto ao recebimento de correspondências ou encomendas em que a pessoa necessite assinar.

“Utilize a sua própria caneta, e se não a tiver, cubra com um pedaço de papel a parte da caneta do entregador, esteja de máscara e mantenha distância de pelo menos um metro e meio da pessoa “, aconselha a Biomédica, lembrando que todo cuidado é pouco e absolutamente necessário nesse momento de contágio de uma doença que pode ser fatal.

Fonte: Assessoria de Imprensa/Unit

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