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Aracaju, Domingo, 21 de junho de 2026
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30% da população mundial tem alergia; saiba como se prevenir

Esporte

30% da população mundial tem alergia; saiba como se prevenir

Semana Mundial da Alergia alerta sobre prevenção e diagnóstico de doenças alérgicas.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h12
30% da população mundial tem alergia; saiba como se prevenir

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Doenças alérgicas afetam milhões de brasileiros e exigem atenção. A Semana Mundial da Alergia, de 21 a 27 de junho, reforça a urgência do diagnóstico precoce e da prevenção adequada.

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A Semana Mundial da Alergia, que ocorre de 21 a 27 de junho, traz à tona a preocupação com o aumento das doenças alérgicas e a necessidade de prevenção e diagnóstico adequado. De acordo com dados da Organização Mundial de Alergia (WAO), cerca de 30% da população mundial apresenta algum tipo de alergia, uma realidade que se reflete também no Brasil.

A presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes, destacou que os brasileiros alérgicos formam “uma multidão, um país dentro de outro”. As alergias são causadas por uma resposta exagerada do sistema imunológico a certos estímulos, resultando em inflamações e outros sintomas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2050, metade da população mundial poderá ser afetada por alergias, influenciada pelas mudanças climáticas. No Brasil, a rinite alérgica é uma das condições mais comuns, afetando aproximadamente 30% da população, com 26% das crianças e 30% dos adolescentes apresentando sintomas.

A asma alérgica também é uma preocupação significativa, atingindo cerca de 20% da população brasileira. Globalmente, a asma afeta cerca de 260 milhões de pessoas e é responsável por mais de 450 mil mortes anualmente. Os sintomas incluem falta de ar, chiado no peito e dor torácica, que podem se agravar com esforço físico.

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Outro problema relevante é a dermatite atópica, uma doença crônica que afeta especialmente crianças. Cerca de 20% dos pequenos têm essa condição, e 5% apresentam formas mais severas da doença. A coceira intensa e as lesões na pele podem levar a problemas emocionais, como ansiedade e depressão.

O tema da campanha deste ano é “Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial”, enfatizando a importância de cuidar da saúde de toda a família. Fátima Fernandes exemplificou os sintomas da rinite, que incluem coceira no nariz e olhos, espirros e obstrução nasal. “Muitas pessoas se acostumam com esses sintomas e não buscam tratamento, mas é possível melhorar a qualidade de vida com cuidados adequados”, afirmou.

Durante a campanha, serão realizados eventos em várias regiões do Brasil, com o intuito de informar a população sobre os exames para diagnóstico de alergias e esclarecer dúvidas. Fátima reforçou que, embora a alergia geralmente tenha uma base genética e não tenha cura, é possível controlá-la. “Se controlada, a pessoa pode ficar sem sintomas”, explicou.

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A médica ressaltou a importância de reconhecer os sintomas e procurar ajuda médica, especialmente em épocas frias, quando casos de problemas respiratórios aumentam. O diagnóstico pode ser realizado através de testes alérgicos na pele ou por exames de sangue, permitindo identificar a causa da alergia e prevenir novos episódios.

Fátima também enfatizou que o tratamento deve envolver toda a família, já que as alergias são frequentemente hereditárias. “Quando falamos em alergia, o tratamento não é apenas do paciente, mas de todos que convivem com ele”, concluiu. A campanha busca garantir que as pessoas alérgicas tenham uma vida normal e saudável, sem o isolamento devido às limitações impostas pela condição.

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Doenças alérgicas afetam milhões de brasileiros e exigem atenção. A Semana Mundial da Alergia, de 21 a 27 de junho, reforça a urgência do diagnóstico precoce e da prevenção adequada.

A Semana Mundial da Alergia, que ocorre de 21 a 27 de junho, traz à tona a preocupação com o aumento das doenças alérgicas e a necessidade de prevenção e diagnóstico adequado. De acordo com dados da Organização Mundial de Alergia (WAO), cerca de 30% da população mundial apresenta algum tipo de alergia, uma realidade que se reflete também no Brasil.

A presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes, destacou que os brasileiros alérgicos formam “uma multidão, um país dentro de outro”. As alergias são causadas por uma resposta exagerada do sistema imunológico a certos estímulos, resultando em inflamações e outros sintomas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2050, metade da população mundial poderá ser afetada por alergias, influenciada pelas mudanças climáticas. No Brasil, a rinite alérgica é uma das condições mais comuns, afetando aproximadamente 30% da população, com 26% das crianças e 30% dos adolescentes apresentando sintomas.

A asma alérgica também é uma preocupação significativa, atingindo cerca de 20% da população brasileira. Globalmente, a asma afeta cerca de 260 milhões de pessoas e é responsável por mais de 450 mil mortes anualmente. Os sintomas incluem falta de ar, chiado no peito e dor torácica, que podem se agravar com esforço físico.

Outro problema relevante é a dermatite atópica, uma doença crônica que afeta especialmente crianças. Cerca de 20% dos pequenos têm essa condição, e 5% apresentam formas mais severas da doença. A coceira intensa e as lesões na pele podem levar a problemas emocionais, como ansiedade e depressão.

O tema da campanha deste ano é “Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencial”, enfatizando a importância de cuidar da saúde de toda a família. Fátima Fernandes exemplificou os sintomas da rinite, que incluem coceira no nariz e olhos, espirros e obstrução nasal. “Muitas pessoas se acostumam com esses sintomas e não buscam tratamento, mas é possível melhorar a qualidade de vida com cuidados adequados”, afirmou.

Durante a campanha, serão realizados eventos em várias regiões do Brasil, com o intuito de informar a população sobre os exames para diagnóstico de alergias e esclarecer dúvidas. Fátima reforçou que, embora a alergia geralmente tenha uma base genética e não tenha cura, é possível controlá-la. “Se controlada, a pessoa pode ficar sem sintomas”, explicou.

A médica ressaltou a importância de reconhecer os sintomas e procurar ajuda médica, especialmente em épocas frias, quando casos de problemas respiratórios aumentam. O diagnóstico pode ser realizado através de testes alérgicos na pele ou por exames de sangue, permitindo identificar a causa da alergia e prevenir novos episódios.

Fátima também enfatizou que o tratamento deve envolver toda a família, já que as alergias são frequentemente hereditárias. “Quando falamos em alergia, o tratamento não é apenas do paciente, mas de todos que convivem com ele”, concluiu. A campanha busca garantir que as pessoas alérgicas tenham uma vida normal e saudável, sem o isolamento devido às limitações impostas pela condição.

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