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Aracaju

Prefeita Emília Corrêa defende planos municipais para mulheres como política permanente

A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, participou na segunda-feira, 23, da primeira reunião de 2026 da comissão da Frente Nacional de Prefeitas e...

24/03/2026 · 14h03 · Atualizado às 19h01
Prefeita Emília Corrêa defende planos municipais para mulheres como política permanente

A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, participou na segunda-feira, 23, da primeira reunião de 2026 da comissão da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos, realizada em Curitiba. No encontro, ela integrou uma sessão exclusiva para prefeitas voltada ao intercâmbio de práticas bem-sucedidas na gestão municipal, com foco em políticas públicas para as mulheres.

O painel reuniu gestoras de diferentes regiões do país para fortalecer iniciativas locais, trocar experiências e ampliar estratégias de enfrentamento às desigualdades de gênero. Emília apresentou as ações desenvolvidas em Aracaju, apontando o município como referência na elaboração de políticas destinadas às mulheres, com atenção à proteção, à escuta qualificada e à promoção da autonomia feminina.

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Como principal encaminhamento, a prefeita propôs que municípios de todo o Brasil adotem Planos Municipais de Políticas para Mulheres. A proposta busca assegurar a continuidade das ações independentemente de eventual troca de gestão, com planejamento, metas e execução permanente. A iniciativa se baseia na experiência de Aracaju, cuja elaboração do plano está em andamento e tem previsão de ser apresentada oficialmente em agosto.

Entre as medidas detalhadas por Emília estão a criação da Secretaria Municipal da Mulher para coordenar as políticas específicas; o fortalecimento da rede de proteção com oferta de serviços psicológicos, sociais e jurídicos; e a implantação da Ouvidoria da Mulher como canal institucional de escuta. A administração também mantém campanhas permanentes e o programa SerMulher Escuta, que promove diálogo com diversos grupos para identificar demandas e formular respostas efetivas. Até o momento, a gestão contabiliza mais de 150 ações que alcançaram mais de 3 mil mulheres.

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A prefeita ressaltou ainda ações direcionadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. Em Aracaju foi implementada a Sala Azul, que organiza grupos reflexivos para homens autores de agressões e conseguiu reduzir a reincidência de 60% para 6%. A política foi ampliada com a inauguração, neste ano, da Sala Lilás, destinada ao acolhimento humanizado de mulheres e de seus filhos, em articulação com a rede de proteção do município.

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Segundo a gestão municipal, a consolidação desses mecanismos integra uma estratégia para estruturar políticas públicas mais amplas e eficazes voltadas às mulheres.

 

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A prefeita de Aracaju, Emília Corrêa, participou na segunda-feira, 23, da primeira reunião de 2026 da comissão da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos, realizada em Curitiba. No encontro, ela integrou uma sessão exclusiva para prefeitas voltada ao intercâmbio de práticas bem-sucedidas na gestão municipal, com foco em políticas públicas para as mulheres.

O painel reuniu gestoras de diferentes regiões do país para fortalecer iniciativas locais, trocar experiências e ampliar estratégias de enfrentamento às desigualdades de gênero. Emília apresentou as ações desenvolvidas em Aracaju, apontando o município como referência na elaboração de políticas destinadas às mulheres, com atenção à proteção, à escuta qualificada e à promoção da autonomia feminina.

Como principal encaminhamento, a prefeita propôs que municípios de todo o Brasil adotem Planos Municipais de Políticas para Mulheres. A proposta busca assegurar a continuidade das ações independentemente de eventual troca de gestão, com planejamento, metas e execução permanente. A iniciativa se baseia na experiência de Aracaju, cuja elaboração do plano está em andamento e tem previsão de ser apresentada oficialmente em agosto.

Entre as medidas detalhadas por Emília estão a criação da Secretaria Municipal da Mulher para coordenar as políticas específicas; o fortalecimento da rede de proteção com oferta de serviços psicológicos, sociais e jurídicos; e a implantação da Ouvidoria da Mulher como canal institucional de escuta. A administração também mantém campanhas permanentes e o programa SerMulher Escuta, que promove diálogo com diversos grupos para identificar demandas e formular respostas efetivas. Até o momento, a gestão contabiliza mais de 150 ações que alcançaram mais de 3 mil mulheres.

A prefeita ressaltou ainda ações direcionadas ao enfrentamento da violência contra a mulher. Em Aracaju foi implementada a Sala Azul, que organiza grupos reflexivos para homens autores de agressões e conseguiu reduzir a reincidência de 60% para 6%. A política foi ampliada com a inauguração, neste ano, da Sala Lilás, destinada ao acolhimento humanizado de mulheres e de seus filhos, em articulação com a rede de proteção do município.

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Segundo a gestão municipal, a consolidação desses mecanismos integra uma estratégia para estruturar políticas públicas mais amplas e eficazes voltadas às mulheres.

 

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