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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Cidades

Operação da PF cumpre quatro mandados contra fraudes eletrônicas ligadas à Caixa em Aracaju e Piauí

Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na quinta-feira, 2, em Aracaju (SE) e em Castelo do Piauí (PI), no âmbito de uma operação da...

02/04/2026 · 16h31 · Atualizado às 18h35
Operação da PF cumpre quatro mandados contra fraudes eletrônicas ligadas à Caixa em Aracaju e Piauí

Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na quinta-feira, 2, em Aracaju (SE) e em Castelo do Piauí (PI), no âmbito de uma operação da Polícia Federal voltada a desarticular um grupo suspeito de praticar fraudes bancárias eletrônicas contra a Caixa Econômica Federal.

De acordo com a PF, as apurações revelaram que os investigados movimentaram valores na casa dos milhões, quantias muito superiores aos rendimentos e ao patrimônio declarados pelas pessoas envolvidas no esquema. Além disso, parte dos recursos teria sido transferida para contas de terceiros, que atuavam como intermediários e foram identificados durante as investigações.

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Os mandados, expedidos pela Justiça Federal do Piauí, foram executados por equipes da Polícia Federal. A ação integra a chamada Operação Bonnie e Clyde, cujo objetivo é reunir elementos de prova, interromper a continuidade das fraudes e apreender bens que, segundo as apurações, teriam sido adquiridos com os valores obtidos ilicitamente.

A corporação informou que os responsáveis pela investigação trabalham para comprovar a participação de cada indivíduo no suposto esquema e que, ao final, os investigados poderão responder por crimes como associação criminosa, estelionato qualificado e lavagem de dinheiro.

As diligências desta quinta-feira concentraram-se nas residências e em locais relacionados aos suspeitos, com o propósito de localizar documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para o andamento do inquérito. A PF não detalhou, no comunicado, a quantidade de pessoas indiciadas nem o montante exato movimentado.

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Com a operacionalização dos mandados, as autoridades esperam consolidar provas suficientes para avançar nas medidas judiciais cabíveis e interromper as operações financeiras atribuídas ao grupo.

As investigações seguem em curso, sob coordenação da Polícia Federal, que continuará coletando informações para aprofundar o caso.

 

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Quatro mandados de busca e apreensão foram cumpridos na quinta-feira, 2, em Aracaju (SE) e em Castelo do Piauí (PI), no âmbito de uma operação da Polícia Federal voltada a desarticular um grupo suspeito de praticar fraudes bancárias eletrônicas contra a Caixa Econômica Federal.

De acordo com a PF, as apurações revelaram que os investigados movimentaram valores na casa dos milhões, quantias muito superiores aos rendimentos e ao patrimônio declarados pelas pessoas envolvidas no esquema. Além disso, parte dos recursos teria sido transferida para contas de terceiros, que atuavam como intermediários e foram identificados durante as investigações.

Os mandados, expedidos pela Justiça Federal do Piauí, foram executados por equipes da Polícia Federal. A ação integra a chamada Operação Bonnie e Clyde, cujo objetivo é reunir elementos de prova, interromper a continuidade das fraudes e apreender bens que, segundo as apurações, teriam sido adquiridos com os valores obtidos ilicitamente.

A corporação informou que os responsáveis pela investigação trabalham para comprovar a participação de cada indivíduo no suposto esquema e que, ao final, os investigados poderão responder por crimes como associação criminosa, estelionato qualificado e lavagem de dinheiro.

As diligências desta quinta-feira concentraram-se nas residências e em locais relacionados aos suspeitos, com o propósito de localizar documentos, dispositivos eletrônicos e outros materiais que possam contribuir para o andamento do inquérito. A PF não detalhou, no comunicado, a quantidade de pessoas indiciadas nem o montante exato movimentado.

Com a operacionalização dos mandados, as autoridades esperam consolidar provas suficientes para avançar nas medidas judiciais cabíveis e interromper as operações financeiras atribuídas ao grupo.

As investigações seguem em curso, sob coordenação da Polícia Federal, que continuará coletando informações para aprofundar o caso.

 

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