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Educação

Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato

A Prefeitura de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, jogou no lixo centenas de livros pertencentes à Biblioteca Pública Monteiro Lobato. O...

28/04/2026 · 10h03 · Atualizado às 13h09
Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros da Biblioteca Municipal Monteiro Lobato

A Prefeitura de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, jogou no lixo centenas de livros pertencentes à Biblioteca Pública Monteiro Lobato. O descarte do acervo ocorreu na última sexta-feira (24) e foi registrado em imagens, textos e vídeos que circularam amplamente nas redes sociais durante o fim de semana.

Segundo nota da administração municipal, os exemplares estavam com mofo e contaminados por fungos, o que motivou a eliminação do material “para evitar a contaminação de outras obras”. A prefeitura informou ainda que a biblioteca está fechada para reformas desde 2020.

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Reações

O quadrinista Cadu Simões, residente em Osasco, manifestou indignação na rede social X. Simões disse ter doado parte de sua coleção de quadrinhos à instituição e afirmou que “muito provavelmente o material foi jogado no lixo”. Em publicação, o artista contestou o descarte e apontou que livros com fungos podem ser recuperados com tratamento adequado. Ele também responsabilizou, em sua mensagem, o descaso de gestões anteriores e da atual, citando o ex-prefeito Rogério Lins e o atual prefeito Gerson Pessoa (Podemos).

A ex-vereadora Juliana Gomes Curvelo lamentou a decisão, destacando o papel da biblioteca no acesso e nas oportunidades oferecidas aos estudantes da rede pública ao longo dos anos. Em postagem no Instagram, ela afirmou que a medida esvazia um espaço e ignora a história do local.

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A prefeitura não detalhou quais títulos ou quantas obras foram descartadas. Em comunicado, a administração garantiu que o acervo está sendo acompanhado por bibliotecários e que os títulos eliminados serão repostos “assim que forem adquiridos novos exemplares”. A gestão municipal também informou que a biblioteca passa por reestruturação para melhor atender à população, mas não apresentou previsão de reabertura.

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As informações sobre o descarte e as reações públicas fizeram com que o caso ganhasse repercussão na cidade e nas redes sociais desde a divulgação das imagens.

 

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A Prefeitura de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, jogou no lixo centenas de livros pertencentes à Biblioteca Pública Monteiro Lobato. O descarte do acervo ocorreu na última sexta-feira (24) e foi registrado em imagens, textos e vídeos que circularam amplamente nas redes sociais durante o fim de semana.

Segundo nota da administração municipal, os exemplares estavam com mofo e contaminados por fungos, o que motivou a eliminação do material “para evitar a contaminação de outras obras”. A prefeitura informou ainda que a biblioteca está fechada para reformas desde 2020.

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O quadrinista Cadu Simões, residente em Osasco, manifestou indignação na rede social X. Simões disse ter doado parte de sua coleção de quadrinhos à instituição e afirmou que “muito provavelmente o material foi jogado no lixo”. Em publicação, o artista contestou o descarte e apontou que livros com fungos podem ser recuperados com tratamento adequado. Ele também responsabilizou, em sua mensagem, o descaso de gestões anteriores e da atual, citando o ex-prefeito Rogério Lins e o atual prefeito Gerson Pessoa (Podemos).

A ex-vereadora Juliana Gomes Curvelo lamentou a decisão, destacando o papel da biblioteca no acesso e nas oportunidades oferecidas aos estudantes da rede pública ao longo dos anos. Em postagem no Instagram, ela afirmou que a medida esvazia um espaço e ignora a história do local.

A prefeitura não detalhou quais títulos ou quantas obras foram descartadas. Em comunicado, a administração garantiu que o acervo está sendo acompanhado por bibliotecários e que os títulos eliminados serão repostos “assim que forem adquiridos novos exemplares”. A gestão municipal também informou que a biblioteca passa por reestruturação para melhor atender à população, mas não apresentou previsão de reabertura.

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As informações sobre o descarte e as reações públicas fizeram com que o caso ganhasse repercussão na cidade e nas redes sociais desde a divulgação das imagens.

 

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