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Economia

Brasil defende inclusão dos mais pobres no orçamento público como base para desenvolvimento

O Brasil sustentou, nesta segunda-feira (11), durante conferência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em Paris, que...

11/05/2026 · 22h21
Brasil defende inclusão dos mais pobres no orçamento público como base para desenvolvimento

O Brasil sustentou, nesta segunda-feira (11), durante conferência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em Paris, que incorporar a população mais pobre nas prioridades orçamentárias é condição fundamental para o desenvolvimento econômico. Segundo a delegação brasileira, a elevação das condições de vida resulta em benefícios diretos para a economia.

O posicionamento foi apresentado por Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, no painel de abertura do evento. O ministro defendeu que o aporte social direcionado às camadas mais vulneráveis traz retornos também do ponto de vista do crescimento econômico.

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Na avaliação de Dias, medidas de combate à fome e à pobreza não devem ser tratadas como ações pontuais ou marginais às decisões macroeconômicas. Ele afirmou que essas políticas precisam integrar o núcleo das decisões econômicas, tanto por motivos sociais quanto pelos efeitos sobre a estabilidade e o desenvolvimento dos países.

Renda, emprego e serviços

O ministro ressaltou que erradicar a fome é apenas a etapa inicial e que é necessário complementar esse esforço com políticas capazes de tirar as pessoas da miséria de forma permanente. Como diretriz do governo, disse o ministro, foi adotada a inclusão dos mais pobres no orçamento público, medida que teria ampliado o acesso a renda, a oportunidades de emprego e a serviços essenciais.

De acordo com a apresentação brasileira, essa estratégia não apenas reduz indicadores de pobreza, mas também ajuda a dinamizar a economia. Por isso, o governo defende que as ações de enfrentamento à fome sejam acompanhadas por iniciativas estruturantes que favoreçam a geração de renda e a inserção produtiva.

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O ministro acrescentou que a transformação social se concretiza quando políticas de proteção social, segurança alimentar, crédito, educação e geração de renda são articuladas de forma integrada. Além disso, afirmou que avanços em resiliência climática, resposta a crises e proteção social devem progredir de maneira conjunta dentro de sistemas nacionais.

O discurso brasileiro em Paris reforçou a proposta de que vincular recursos públicos às necessidades das populações mais vulneráveis é um instrumento de política pública com impacto direto sobre o desenvolvimento econômico.

Com informações de Agência Brasil

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O Brasil sustentou, nesta segunda-feira (11), durante conferência da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em Paris, que incorporar a população mais pobre nas prioridades orçamentárias é condição fundamental para o desenvolvimento econômico. Segundo a delegação brasileira, a elevação das condições de vida resulta em benefícios diretos para a economia.

O posicionamento foi apresentado por Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, no painel de abertura do evento. O ministro defendeu que o aporte social direcionado às camadas mais vulneráveis traz retornos também do ponto de vista do crescimento econômico.

Na avaliação de Dias, medidas de combate à fome e à pobreza não devem ser tratadas como ações pontuais ou marginais às decisões macroeconômicas. Ele afirmou que essas políticas precisam integrar o núcleo das decisões econômicas, tanto por motivos sociais quanto pelos efeitos sobre a estabilidade e o desenvolvimento dos países.

Renda, emprego e serviços

O ministro ressaltou que erradicar a fome é apenas a etapa inicial e que é necessário complementar esse esforço com políticas capazes de tirar as pessoas da miséria de forma permanente. Como diretriz do governo, disse o ministro, foi adotada a inclusão dos mais pobres no orçamento público, medida que teria ampliado o acesso a renda, a oportunidades de emprego e a serviços essenciais.

De acordo com a apresentação brasileira, essa estratégia não apenas reduz indicadores de pobreza, mas também ajuda a dinamizar a economia. Por isso, o governo defende que as ações de enfrentamento à fome sejam acompanhadas por iniciativas estruturantes que favoreçam a geração de renda e a inserção produtiva.

O ministro acrescentou que a transformação social se concretiza quando políticas de proteção social, segurança alimentar, crédito, educação e geração de renda são articuladas de forma integrada. Além disso, afirmou que avanços em resiliência climática, resposta a crises e proteção social devem progredir de maneira conjunta dentro de sistemas nacionais.

O discurso brasileiro em Paris reforçou a proposta de que vincular recursos públicos às necessidades das populações mais vulneráveis é um instrumento de política pública com impacto direto sobre o desenvolvimento econômico.

Com informações de Agência Brasil

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