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Flora Gil destaca legado de generosidade e coragem de Preta Gil

Flora Gil destaca a generosidade e coragem de Preta Gil em entrevista sobre seu legado.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h11
Flora Gil destaca legado de generosidade e coragem de Preta Gil

Flora Gil concedeu uma entrevista durante a estreia do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e da série Original Globoplay “Meu Nome é Preta” no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (20/7). A madrasta de Preta Gil ressaltou que a generosidade era uma das principais qualidades da filha de Gilberto Gil.

“A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. Mostrar que ela tinha um lado, desde pequena, um lado artístico, a sensibilidade, a coragem, principalmente a generosidade, as histórias”, iniciou Flora.

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A empresária afirmou que Preta buscava constantemente ajudar as pessoas: “Tem histórias lindas, comoventes, emocionantes, histórias que a Preta ajudou muita gente, mesmo sem saber que estava ajudando. Mesmo pessoas que ela não conheceu durante a vida dela, a passagem desses 50 anos da vida dela aqui, pessoas lá de algum interior que tinham dificuldade de ter coragem para certas atitudes, para ter determinadas decisões na vida, ou no casamento, ou no corpo, ou no cabelo.”

Flora reforçou a generosidade que a artista sempre demonstrou: “A Preta veio no mundo para ajudar. A generosidade dela sempre foi a marca registrada dela. E a coragem. A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. E na nossa família, a gente sempre estava ali com ela, amparando para qualquer decisão”, disse.

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“Quando ela fez a capa de disco, que o Gil falou: ‘desnecessário’. Ele falou num tom e depois todo mundo caiu na gargalhada. Ela nunca foi reprimida, ninguém deu bronca nela. Quando ela casou, descasou, engravidou, teve filho, separou, casou de novo. Às vezes falava que era bissexual, às vezes falava que era homossexual, hétero, sempre foi tudo”, acrescentou.

A esposa de Gilberto Gil ainda completou: “A Preta era uma mulher liberta, de uma alma liberta, uma alma gentil com as outras diferenças. E é o que importa. Acho que a Preta deixou aqui uma digital de amor, de coragem, de compreensão, e de generosidade, que é o que a gente precisa ter no coração: amor e generosidade”, concluiu Flora Gil.

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Flora Gil concedeu uma entrevista durante a estreia do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e da série Original Globoplay “Meu Nome é Preta” no Teatro Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (20/7). A madrasta de Preta Gil ressaltou que a generosidade era uma das principais qualidades da filha de Gilberto Gil.

“A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. Mostrar que ela tinha um lado, desde pequena, um lado artístico, a sensibilidade, a coragem, principalmente a generosidade, as histórias”, iniciou Flora.

A empresária afirmou que Preta buscava constantemente ajudar as pessoas: “Tem histórias lindas, comoventes, emocionantes, histórias que a Preta ajudou muita gente, mesmo sem saber que estava ajudando. Mesmo pessoas que ela não conheceu durante a vida dela, a passagem desses 50 anos da vida dela aqui, pessoas lá de algum interior que tinham dificuldade de ter coragem para certas atitudes, para ter determinadas decisões na vida, ou no casamento, ou no corpo, ou no cabelo.”

Flora reforçou a generosidade que a artista sempre demonstrou: “A Preta veio no mundo para ajudar. A generosidade dela sempre foi a marca registrada dela. E a coragem. A Preta foi uma das mulheres mais corajosas que eu conheci. E na nossa família, a gente sempre estava ali com ela, amparando para qualquer decisão”, disse.

“Quando ela fez a capa de disco, que o Gil falou: ‘desnecessário’. Ele falou num tom e depois todo mundo caiu na gargalhada. Ela nunca foi reprimida, ninguém deu bronca nela. Quando ela casou, descasou, engravidou, teve filho, separou, casou de novo. Às vezes falava que era bissexual, às vezes falava que era homossexual, hétero, sempre foi tudo”, acrescentou.

A esposa de Gilberto Gil ainda completou: “A Preta era uma mulher liberta, de uma alma liberta, uma alma gentil com as outras diferenças. E é o que importa. Acho que a Preta deixou aqui uma digital de amor, de coragem, de compreensão, e de generosidade, que é o que a gente precisa ter no coração: amor e generosidade”, concluiu Flora Gil.

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