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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Brasil

WEG encerra 2º trimestre de 2026 com lucro de R$ 1,56 bilhão, queda de 2,1%

WEG reporta lucro de R$ 1,56 bilhão no 2º trimestre de 2026, queda de 2,1% em relação ao ano passado.

22/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h06
WEG encerra 2º trimestre de 2026 com lucro de R$ 1,56 bilhão, queda de 2,1%

A fabricante de equipamentos WEG finalizou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,56 bilhão. Esse valor representa uma queda de 2,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior, refletindo, principalmente, a desaceleração dos projetos de geração solar no Brasil e o impacto da valorização do real sobre as receitas externas.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2026, o lucro apresentou um crescimento de 7%. Apesar da leve retração nos resultados, a companhia manteve margens operacionais elevadas. A receita operacional líquida somou R$ 10,14 bilhões, apresentando uma variação praticamente estável em relação ao segundo trimestre de 2025, com uma queda de 0,6%. O Ebitda atingiu R$ 2,21 bilhões, também com uma redução de 2,1%, enquanto a margem Ebitda ficou em 21,8%.

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O diretor financeiro da empresa, André Rodrigues, destacou que o principal fator para a redução da receita foi o menor volume de entregas de projetos de geração solar de grande porte no Brasil, devido à ausência de novos empreendimentos em 2026. Contudo, a WEG enfatizou a continuidade das entregas para projetos de transmissão e distribuição de energia, além da melhora na atividade industrial no mercado interno.

Um dos pontos positivos do período foi o desempenho no mercado externo. A companhia registrou um crescimento significativo, com a receita externa aumentando 14,7% em dólares na comparação anual. Esse crescimento foi impulsionado pela demanda por motores elétricos e equipamentos para os setores de óleo e gás, sistemas de ventilação e refrigeração para data centers, além dos negócios de transmissão e distribuição na América do Norte.

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Rodrigues comentou que o resultado foi satisfatório, mesmo com a valorização do real frente ao dólar, que impactou a conversão das receitas obtidas no exterior. Na divisão de geração, transmissão e distribuição (GTD), a receita doméstica caiu 22,9% em relação ao segundo trimestre do ano passado, principalmente pela falta de novos projetos de geração solar centralizada. A empresa, no entanto, ressaltou que a carteira de pedidos continua saudável, especialmente em projetos de infraestrutura elétrica, como transformadores, geradores e compensadores síncronos.

A área de equipamentos eletroeletrônicos industriais prosseguiu com um desempenho robusto, beneficiada pela expansão da atividade industrial em diversos segmentos e pela demanda por equipamentos destinados a data centers, papel e celulose, e óleo e gás.

A WEG manteve um ritmo elevado de investimentos, aplicando R$ 794,9 milhões no trimestre na expansão e modernização de fábricas no Brasil, Estados Unidos, México, Colômbia e China. No semestre, a geração operacional de caixa alcançou R$ 2,45 bilhões e o retorno sobre o capital investido (Roic) subiu para 33,6%, um aumento em relação aos 32,9% registrados no ano anterior.

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A fabricante de equipamentos WEG finalizou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,56 bilhão. Esse valor representa uma queda de 2,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior, refletindo, principalmente, a desaceleração dos projetos de geração solar no Brasil e o impacto da valorização do real sobre as receitas externas.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2026, o lucro apresentou um crescimento de 7%. Apesar da leve retração nos resultados, a companhia manteve margens operacionais elevadas. A receita operacional líquida somou R$ 10,14 bilhões, apresentando uma variação praticamente estável em relação ao segundo trimestre de 2025, com uma queda de 0,6%. O Ebitda atingiu R$ 2,21 bilhões, também com uma redução de 2,1%, enquanto a margem Ebitda ficou em 21,8%.

O diretor financeiro da empresa, André Rodrigues, destacou que o principal fator para a redução da receita foi o menor volume de entregas de projetos de geração solar de grande porte no Brasil, devido à ausência de novos empreendimentos em 2026. Contudo, a WEG enfatizou a continuidade das entregas para projetos de transmissão e distribuição de energia, além da melhora na atividade industrial no mercado interno.

Um dos pontos positivos do período foi o desempenho no mercado externo. A companhia registrou um crescimento significativo, com a receita externa aumentando 14,7% em dólares na comparação anual. Esse crescimento foi impulsionado pela demanda por motores elétricos e equipamentos para os setores de óleo e gás, sistemas de ventilação e refrigeração para data centers, além dos negócios de transmissão e distribuição na América do Norte.

Rodrigues comentou que o resultado foi satisfatório, mesmo com a valorização do real frente ao dólar, que impactou a conversão das receitas obtidas no exterior. Na divisão de geração, transmissão e distribuição (GTD), a receita doméstica caiu 22,9% em relação ao segundo trimestre do ano passado, principalmente pela falta de novos projetos de geração solar centralizada. A empresa, no entanto, ressaltou que a carteira de pedidos continua saudável, especialmente em projetos de infraestrutura elétrica, como transformadores, geradores e compensadores síncronos.

A área de equipamentos eletroeletrônicos industriais prosseguiu com um desempenho robusto, beneficiada pela expansão da atividade industrial em diversos segmentos e pela demanda por equipamentos destinados a data centers, papel e celulose, e óleo e gás.

A WEG manteve um ritmo elevado de investimentos, aplicando R$ 794,9 milhões no trimestre na expansão e modernização de fábricas no Brasil, Estados Unidos, México, Colômbia e China. No semestre, a geração operacional de caixa alcançou R$ 2,45 bilhões e o retorno sobre o capital investido (Roic) subiu para 33,6%, um aumento em relação aos 32,9% registrados no ano anterior.

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