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Internacional

Inflação na zona do euro acelera; BCE sob pressão para subir juros

Inflação na zona do euro sobe para 2,9% em julho, reforçando expectativas de alta de juros.

31/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h04
Inflação na zona do euro acelera; BCE sob pressão para subir juros

Eurostat registrou alta da inflação anual para 2,9% em julho. Alta do petróleo, influenciada pela guerra no Irã, intensifica o apelo por aumento das taxas na Europa.

A inflação na zona do euro acelerou em julho, fortalecendo os argumentos a favor de um novo aumento das taxas de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). Os altos preços do petróleo, influenciados pela guerra no Irã, são apontados como o principal fator por trás desse aumento, que eleva as pressões inflacionárias.

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Os dados divulgados pela Eurostat indicaram que a inflação anual nos 21 países que utilizam o euro subiu de 2,8% em junho para 2,9% em julho, alinhando-se às expectativas do mercado. Além disso, a inflação subjacente, que exclui os preços voláteis de alimentos e energia, também apresentou elevação, passando de 2,4% para 2,5%. A inflação dos serviços, por sua vez, alcançou 3,3%.

Apesar da importância dos números de julho, eles não devem ser determinantes para o BCE, uma vez que as autoridades ainda aguardam novos dados sobre a inflação em agosto, antes da próxima reunião de política monetária. Os preços do petróleo, que têm se mostrado bastante voláteis, também contribuem para a cautela dos economistas.

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Entretanto, o BCE já sinalizou a possibilidade de um aumento nas taxas de juros, apontando que a economia está se comportando conforme o cenário “de referência”, que já previa a elevação das taxas em 10 de setembro. O crescimento econômico da zona do euro foi de 0,4% no segundo trimestre, superando as expectativas, o que ajuda a amenizar as preocupações de que a alta dos juros prejudique o desempenho da economia.

Os mercados financeiros estão apostando em mais de dois aumentos nas taxas de juros, com essas movimentações já precificadas para outubro e abril. Contudo, os economistas mantêm uma visão mais cautelosa, prevendo apenas um aumento adicional, considerando que os altos preços da energia ainda não provocaram impactos significativos nos preços e salários, o que poderia perpetuar a inflação elevada.

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Eurostat registrou alta da inflação anual para 2,9% em julho. Alta do petróleo, influenciada pela guerra no Irã, intensifica o apelo por aumento das taxas na Europa.

A inflação na zona do euro acelerou em julho, fortalecendo os argumentos a favor de um novo aumento das taxas de juros pelo Banco Central Europeu (BCE). Os altos preços do petróleo, influenciados pela guerra no Irã, são apontados como o principal fator por trás desse aumento, que eleva as pressões inflacionárias.

Os dados divulgados pela Eurostat indicaram que a inflação anual nos 21 países que utilizam o euro subiu de 2,8% em junho para 2,9% em julho, alinhando-se às expectativas do mercado. Além disso, a inflação subjacente, que exclui os preços voláteis de alimentos e energia, também apresentou elevação, passando de 2,4% para 2,5%. A inflação dos serviços, por sua vez, alcançou 3,3%.

Apesar da importância dos números de julho, eles não devem ser determinantes para o BCE, uma vez que as autoridades ainda aguardam novos dados sobre a inflação em agosto, antes da próxima reunião de política monetária. Os preços do petróleo, que têm se mostrado bastante voláteis, também contribuem para a cautela dos economistas.

Entretanto, o BCE já sinalizou a possibilidade de um aumento nas taxas de juros, apontando que a economia está se comportando conforme o cenário “de referência”, que já previa a elevação das taxas em 10 de setembro. O crescimento econômico da zona do euro foi de 0,4% no segundo trimestre, superando as expectativas, o que ajuda a amenizar as preocupações de que a alta dos juros prejudique o desempenho da economia.

Os mercados financeiros estão apostando em mais de dois aumentos nas taxas de juros, com essas movimentações já precificadas para outubro e abril. Contudo, os economistas mantêm uma visão mais cautelosa, prevendo apenas um aumento adicional, considerando que os altos preços da energia ainda não provocaram impactos significativos nos preços e salários, o que poderia perpetuar a inflação elevada.

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