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TRE-RJ desmonta urna eletrônica e explica segurança do voto

TRE-RJ apresenta urna eletrônica para reforçar confiança nas eleições, destacando segurança do sistema.

04/08/2026 · 20h04
TRE-RJ desmonta urna eletrônica e explica segurança do voto

O TRE-RJ apresentou nesta segunda a urna eletrônica, que foi desmontada diante da imprensa e entidades fiscalizadoras. Técnicos explicaram circuitos e mecanismos de segurança para reforçar a confiança no sistema.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) organizou nesta segunda-feira (3) uma apresentação da urna eletrônica, voltada para a imprensa e entidades fiscalizadoras do processo eleitoral. Durante o evento, o equipamento foi desmontado diante do público, permitindo uma explicação detalhada sobre o funcionamento dos circuitos eletrônicos e dos mecanismos de segurança do sistema.

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A ação faz parte da programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e visa fortalecer a confiança da sociedade nas eleições brasileiras e no sistema de votação. Desde as últimas eleições, o sistema eletrônico tem sido alvo de ataques e campanhas de desinformação nas redes sociais.

O presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, defendeu a legitimidade das urnas eletrônicas, afirmando que “isso não é conveniência tecnológica, isso é a soberania popular. A urna eletrônica é segura. Não existe, nesse país, um sistema mais aberto, mais inspecionado e mais testado do que ela. O código-fonte é examinado por partidos, pela Ordem dos Advogados do Brasil, pelo Ministério Público, pelas universidades, pelas Forças Armadas”.

A apresentação dos componentes internos da urna foi conduzida pelo secretário de Tecnologia da Informação (STI) do TRE, Michel Kovacs. Ele destacou a presença de barreiras físicas e digitais que previnem fraudes, além de lacres feitos pela Casa da Moeda que deixam rastros em caso de violação. Assinaturas digitais, biometria e auditorias constantes foram mencionadas como camadas adicionais de segurança.

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No dia da votação, os dados da seção e os votos são registrados tanto na memória interna da urna quanto em mídias externas. Em caso de falha técnica, uma mídia específica pode transferir os dados com segurança para uma urna de reserva, permitindo que a votação continue sem interrupções. Kovacs enfatizou que, por ser um sistema isolado e sem conexão com a internet, é praticamente impossível que um criminoso consiga ultrapassar todas as barreiras de segurança sem ser detectado.

Sobre a fabricação das urnas, foi esclarecido que a Justiça Eleitoral é responsável por definir toda a especificação técnica e de segurança. O fabricante, por sua vez, apenas produz o equipamento conforme os rigorosos requisitos estabelecidos. Durante a produção, o controle total do equipamento não é exercido nem mesmo pelo fabricante, que deve seguir procedimentos rigorosos para ativar as urnas após a saída da fábrica.

Questionado sobre a possibilidade de retorno ao voto em papel, Kovacs argumentou que a máquina eletrônica foi introduzida no Brasil em 1996 para eliminar fraudes sistemáticas associadas ao voto impresso, citando problemas como sumiço de votos e rasuras. Ele afirmou que a apuração em papel é custosa, demorada e sujeita a erros humanos. “Tirar a máquina eletrônica seria um retrocesso para o país”, concluiu Kovacs.

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O TRE-RJ apresentou nesta segunda a urna eletrônica, que foi desmontada diante da imprensa e entidades fiscalizadoras. Técnicos explicaram circuitos e mecanismos de segurança para reforçar a confiança no sistema.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) organizou nesta segunda-feira (3) uma apresentação da urna eletrônica, voltada para a imprensa e entidades fiscalizadoras do processo eleitoral. Durante o evento, o equipamento foi desmontado diante do público, permitindo uma explicação detalhada sobre o funcionamento dos circuitos eletrônicos e dos mecanismos de segurança do sistema.

A ação faz parte da programação da Semana Nacional do Sistema Eletrônico de Votação e visa fortalecer a confiança da sociedade nas eleições brasileiras e no sistema de votação. Desde as últimas eleições, o sistema eletrônico tem sido alvo de ataques e campanhas de desinformação nas redes sociais.

O presidente do TRE-RJ, Claudio de Mello Tavares, defendeu a legitimidade das urnas eletrônicas, afirmando que “isso não é conveniência tecnológica, isso é a soberania popular. A urna eletrônica é segura. Não existe, nesse país, um sistema mais aberto, mais inspecionado e mais testado do que ela. O código-fonte é examinado por partidos, pela Ordem dos Advogados do Brasil, pelo Ministério Público, pelas universidades, pelas Forças Armadas”.

A apresentação dos componentes internos da urna foi conduzida pelo secretário de Tecnologia da Informação (STI) do TRE, Michel Kovacs. Ele destacou a presença de barreiras físicas e digitais que previnem fraudes, além de lacres feitos pela Casa da Moeda que deixam rastros em caso de violação. Assinaturas digitais, biometria e auditorias constantes foram mencionadas como camadas adicionais de segurança.

No dia da votação, os dados da seção e os votos são registrados tanto na memória interna da urna quanto em mídias externas. Em caso de falha técnica, uma mídia específica pode transferir os dados com segurança para uma urna de reserva, permitindo que a votação continue sem interrupções. Kovacs enfatizou que, por ser um sistema isolado e sem conexão com a internet, é praticamente impossível que um criminoso consiga ultrapassar todas as barreiras de segurança sem ser detectado.

Sobre a fabricação das urnas, foi esclarecido que a Justiça Eleitoral é responsável por definir toda a especificação técnica e de segurança. O fabricante, por sua vez, apenas produz o equipamento conforme os rigorosos requisitos estabelecidos. Durante a produção, o controle total do equipamento não é exercido nem mesmo pelo fabricante, que deve seguir procedimentos rigorosos para ativar as urnas após a saída da fábrica.

Questionado sobre a possibilidade de retorno ao voto em papel, Kovacs argumentou que a máquina eletrônica foi introduzida no Brasil em 1996 para eliminar fraudes sistemáticas associadas ao voto impresso, citando problemas como sumiço de votos e rasuras. Ele afirmou que a apuração em papel é custosa, demorada e sujeita a erros humanos. “Tirar a máquina eletrônica seria um retrocesso para o país”, concluiu Kovacs.

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