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SP reforça monitoramento após ciclone-bomba com ventos fortes

SP mantém Gabinete de Crise devido ao ciclone-bomba e rajadas de vento fortes.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h07
SP reforça monitoramento após ciclone-bomba com ventos fortes

O Gabinete de Crise no Palácio dos Bandeirantes segue ativo desde quinta-feira para monitorar rajadas de vento e chuva. Até sábado pela manhã foram registradas 15 ocorrências, sem vítimas, desaparecidos ou desabrigados.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo manteve ativo, neste sábado (8), o Gabinete de Crise instalado no Palácio dos Bandeirantes. O objetivo é monitorar os efeitos do ciclone-bomba que avançou sobre o país, provocando rajadas de vento intensas e pancadas de chuva. A medida de contingência está em vigor desde quinta-feira (6).

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Até a manhã deste sábado, foram registradas 15 ocorrências relacionadas às condições meteorológicas, mas não houve óbitos, desaparecidos, feridos, desabrigados ou desalojados. Embora os efeitos do ciclone-bomba tenham diminuído, a circulação associada ao sistema ainda favorece a entrada de uma massa de ar frio sobre o Sul do Brasil, que deve impactar também áreas do Sudeste.

Para este sábado, a previsão é de instabilidades e pancadas de chuva em São Paulo, com alerta amarelo de perigo potencial para vendaval. Os principais registros do ciclone no estado incluem quedas de árvores em Ourinhos, Guarulhos, Caraguatatuba e Atibaia, além de destelhamento de um estabelecimento comercial em Vinhedo e a interrupção da travessia da balsa entre São Sebastião e Ilhabela.

A Defesa Civil enviou 28 alertas diretamente aos celulares da população, todos classificados como severos. Somente na quinta-feira, foram 25 alertas, além de três na sexta-feira (7). Os avisos alcançaram 39 municípios, com uma mensagem regional direcionada ao Litoral Sul e à Baixada Santista. Em Santos, uma rajada de vento ultrapassou os 100 km/h, o que causou a interrupção da travessia de balsas e a queda de uma árvore em um bairro residencial.

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Uma segunda frente fria deve avançar rapidamente sobre o Sul do Brasil no sábado, associada a uma intensa massa de ar frio de origem polar.

O centro da massa de ar frio passará sobre a Patagônia Argentina entre o domingo e a segunda-feira (10), avançando para o leste da Argentina, na região de Buenos Aires e Uruguai. A partir de domingo, espera-se a entrada desse ar gelado por áreas do Sul do Brasil, com uma queda de temperatura moderada a forte prevista para o sul e leste de São Paulo a partir da segunda-feira.

A Defesa Civil orienta a população a evitar permanecer em áreas arborizadas durante as rajadas de vento e a não estacionar veículos sob árvores. É recomendado manter distância de estruturas metálicas, coberturas frágeis, placas e outdoors, além de recolher ou fixar objetos soltos em quintais, varandas e áreas externas.

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Durante tempestades com raios, é aconselhável buscar abrigo em local seguro e evitar áreas abertas. Nas rodovias, os motoristas devem redobrar a atenção devido ao risco de queda de árvores e objetos sobre as pistas, além da redução da visibilidade causada pelas chuvas. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil seguirá monitorando a evolução da frente fria e poderá emitir novos alertas caso as condições meteorológicas se intensifiquem. Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

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O Gabinete de Crise no Palácio dos Bandeirantes segue ativo desde quinta-feira para monitorar rajadas de vento e chuva. Até sábado pela manhã foram registradas 15 ocorrências, sem vítimas, desaparecidos ou desabrigados.

A Defesa Civil do Estado de São Paulo manteve ativo, neste sábado (8), o Gabinete de Crise instalado no Palácio dos Bandeirantes. O objetivo é monitorar os efeitos do ciclone-bomba que avançou sobre o país, provocando rajadas de vento intensas e pancadas de chuva. A medida de contingência está em vigor desde quinta-feira (6).

Até a manhã deste sábado, foram registradas 15 ocorrências relacionadas às condições meteorológicas, mas não houve óbitos, desaparecidos, feridos, desabrigados ou desalojados. Embora os efeitos do ciclone-bomba tenham diminuído, a circulação associada ao sistema ainda favorece a entrada de uma massa de ar frio sobre o Sul do Brasil, que deve impactar também áreas do Sudeste.

Para este sábado, a previsão é de instabilidades e pancadas de chuva em São Paulo, com alerta amarelo de perigo potencial para vendaval. Os principais registros do ciclone no estado incluem quedas de árvores em Ourinhos, Guarulhos, Caraguatatuba e Atibaia, além de destelhamento de um estabelecimento comercial em Vinhedo e a interrupção da travessia da balsa entre São Sebastião e Ilhabela.

A Defesa Civil enviou 28 alertas diretamente aos celulares da população, todos classificados como severos. Somente na quinta-feira, foram 25 alertas, além de três na sexta-feira (7). Os avisos alcançaram 39 municípios, com uma mensagem regional direcionada ao Litoral Sul e à Baixada Santista. Em Santos, uma rajada de vento ultrapassou os 100 km/h, o que causou a interrupção da travessia de balsas e a queda de uma árvore em um bairro residencial.

Uma segunda frente fria deve avançar rapidamente sobre o Sul do Brasil no sábado, associada a uma intensa massa de ar frio de origem polar.

O centro da massa de ar frio passará sobre a Patagônia Argentina entre o domingo e a segunda-feira (10), avançando para o leste da Argentina, na região de Buenos Aires e Uruguai. A partir de domingo, espera-se a entrada desse ar gelado por áreas do Sul do Brasil, com uma queda de temperatura moderada a forte prevista para o sul e leste de São Paulo a partir da segunda-feira.

A Defesa Civil orienta a população a evitar permanecer em áreas arborizadas durante as rajadas de vento e a não estacionar veículos sob árvores. É recomendado manter distância de estruturas metálicas, coberturas frágeis, placas e outdoors, além de recolher ou fixar objetos soltos em quintais, varandas e áreas externas.

Durante tempestades com raios, é aconselhável buscar abrigo em local seguro e evitar áreas abertas. Nas rodovias, os motoristas devem redobrar a atenção devido ao risco de queda de árvores e objetos sobre as pistas, além da redução da visibilidade causada pelas chuvas. O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Defesa Civil seguirá monitorando a evolução da frente fria e poderá emitir novos alertas caso as condições meteorológicas se intensifiquem. Em situações de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

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