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Ministério alerta: reforço da vacinação contra sarampo antes da Copa

Entenda os sintomas, riscos e a importância da vacinação contra o sarampo.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 13h07
Ministério alerta: reforço da vacinação contra sarampo antes da Copa

Alto fluxo de viajantes para a Copa de 2026 eleva risco de reintrodução do sarampo no país. Secretaria recomenda dose zero da tríplice viral em bebês de 6 meses a 1 ano para conter a transmissão.

Em junho deste ano, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco iminente de reintrodução e disseminação do sarampo no Brasil, em razão do grande fluxo de viajantes para a Copa do Mundo de 2026. A nota técnica destacou um cenário de alta transmissibilidade da doença nas Américas.

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O alerta enfatizava que “há um risco iminente de reintrodução do sarampo no Brasil após o retorno desses viajantes ou da chegada de estrangeiros, porventura infectados”. Como parte da estratégia de prevenção, a pasta recomendou a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses, visando reforçar a proteção na faixa etária mais suscetível à infecção.

Na época do alerta, a zona norte de São Paulo registrava três casos da doença em crianças menores de 2 anos. Atualmente, a Secretaria de Saúde de São Paulo já confirmou pelo menos 23 casos em 2026.

Entendendo o Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, reconhecida anteriormente como uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. Apesar dos avanços na vacinação, a doença ainda representa um desafio significativo para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.

A transmissão do vírus ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a até 90% das pessoas próximas que não estão imunes. A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das características manchas vermelhas.

Sinais e Sintomas

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Os principais sinais e sintomas do sarampo incluem febre alta (acima de 38,5 graus) e manchas vermelhas (exantema), que geralmente aparecem primeiro no rosto e atrás das orelhas, antes de se espalharem pelo corpo. Outros sintomas podem incluir tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite) e mal-estar intenso. A febre persistente é um sinal de alerta, especialmente em crianças menores de 5 anos.

Complicações e Diagnóstico

O sarampo é uma doença grave, podendo resultar em complicações sérias, como pneumonia, otite média aguda e encefalite aguda. O diagnóstico pode ser realizado de forma clínica, baseado nos sintomas, mas o ideal é que seja feito por meio de exames laboratoriais.

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Tratamento e Vacinação

Não existe um tratamento específico para o sarampo, e o foco deve ser no alívio dos sintomas. A vacinação é a principal forma de prevenção. As vacinas disponíveis incluem a dupla viral, a tríplice viral e a tetraviral, cada uma com diferentes combinações de proteção. A vacinação é recomendada para todas as pessoas de 12 meses a 59 anos, com atenção especial para adolescentes e adultos que não estejam vacinados ou com o esquema incompleto.

A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gestação, e gestantes não vacinadas devem ser atendidas durante o puerpério. A implementação de estratégias de vacinação deve ser adaptada conforme a situação epidemiológica local.

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Alto fluxo de viajantes para a Copa de 2026 eleva risco de reintrodução do sarampo no país. Secretaria recomenda dose zero da tríplice viral em bebês de 6 meses a 1 ano para conter a transmissão.

Em junho deste ano, o Ministério da Saúde emitiu um alerta sobre o risco iminente de reintrodução e disseminação do sarampo no Brasil, em razão do grande fluxo de viajantes para a Copa do Mundo de 2026. A nota técnica destacou um cenário de alta transmissibilidade da doença nas Américas.

O alerta enfatizava que “há um risco iminente de reintrodução do sarampo no Brasil após o retorno desses viajantes ou da chegada de estrangeiros, porventura infectados”. Como parte da estratégia de prevenção, a pasta recomendou a aplicação da chamada dose zero da vacina tríplice viral em crianças de 6 meses a 11 meses, visando reforçar a proteção na faixa etária mais suscetível à infecção.

Na época do alerta, a zona norte de São Paulo registrava três casos da doença em crianças menores de 2 anos. Atualmente, a Secretaria de Saúde de São Paulo já confirmou pelo menos 23 casos em 2026.

Entendendo o Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa altamente contagiosa, reconhecida anteriormente como uma das principais causas de mortalidade infantil no mundo. Apesar dos avanços na vacinação, a doença ainda representa um desafio significativo para a saúde pública, especialmente em regiões com baixas taxas de imunização.

A transmissão do vírus ocorre de pessoa para pessoa, principalmente por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus a até 90% das pessoas próximas que não estão imunes. A transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento das características manchas vermelhas.

Sinais e Sintomas

Os principais sinais e sintomas do sarampo incluem febre alta (acima de 38,5 graus) e manchas vermelhas (exantema), que geralmente aparecem primeiro no rosto e atrás das orelhas, antes de se espalharem pelo corpo. Outros sintomas podem incluir tosse seca, irritação nos olhos (conjuntivite) e mal-estar intenso. A febre persistente é um sinal de alerta, especialmente em crianças menores de 5 anos.

Complicações e Diagnóstico

O sarampo é uma doença grave, podendo resultar em complicações sérias, como pneumonia, otite média aguda e encefalite aguda. O diagnóstico pode ser realizado de forma clínica, baseado nos sintomas, mas o ideal é que seja feito por meio de exames laboratoriais.

Tratamento e Vacinação

Não existe um tratamento específico para o sarampo, e o foco deve ser no alívio dos sintomas. A vacinação é a principal forma de prevenção. As vacinas disponíveis incluem a dupla viral, a tríplice viral e a tetraviral, cada uma com diferentes combinações de proteção. A vacinação é recomendada para todas as pessoas de 12 meses a 59 anos, com atenção especial para adolescentes e adultos que não estejam vacinados ou com o esquema incompleto.

A vacina tríplice viral é contraindicada durante a gestação, e gestantes não vacinadas devem ser atendidas durante o puerpério. A implementação de estratégias de vacinação deve ser adaptada conforme a situação epidemiológica local.

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