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André Moura promete fiscalizar salários e impor tornozeleiras a agressores

André Moura propõe fiscalização para equiparação salarial e tornozeleira para agressores.

13/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h51
André Moura promete fiscalizar salários e impor tornozeleiras a agressores

No bairro América, o candidato ao Senado André Moura apresentou propostas sobre desigualdade salarial em ato do projeto “Yandra e Você”. Citando dados do MTE, defendeu mais fiscalização salarial e tornozeleira eletrônica para agressores sob medida protetiva.

Na noite de quarta-feira (12), o candidato ao Senado André Moura, da Federação União Progressista, apresentou propostas durante um ato do projeto itinerante “Yandra e Você”, no bairro América, em Aracaju.

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O evento foi organizado pelo ex-vereador Adriano Taxista e por Luana de Analu, e contou com a presença da deputada federal Yandra Moura (União Brasil), do deputado estadual Marcelo Sobral e de lideranças comunitárias da região.

No discurso, Moura tratou da desigualdade salarial entre homens e mulheres, citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios — documento semestral obrigatório para empresas com 100 ou mais empregados —, as mulheres recebem em média 21% a menos que os homens em funções idênticas, sobretudo em empresas de médio e grande porte.

O candidato defendeu o reforço dos mecanismos de controle sobre o mercado de trabalho.

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“Em pleno século XXI, é inaceitável que a discriminação de gênero continue resultando em contracheques menores para as mulheres. A equiparação não é favor, é direito. No Senado, eu vou trabalhar para fortalecer a fiscalização e punir com rigidez as empresas que descumprirem a legislação de igualdade salarial.”

Moura também tratou de segurança pública e propôs tornar obrigatório o uso de tornozeleira eletrônica por investigados e réus submetidos a medidas protetivas.

“Quando uma mulher obtém uma medida protetiva, o Estado entrega a ela um documento. Só que papel não para bala nem faca. Apenas o monitoramento eletrônico do agressor, com alerta imediato às patrulhas, garante que ele permaneça distante e que a vida da vítima seja preservada.”

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A agenda no bairro América integra uma série de fóruns comunitários promovidos pela deputada Yandra Moura na capital e no interior, com apresentação de propostas legislativas e balanço das emendas destinadas a Sergipe nos últimos três anos e meio.

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No bairro América, o candidato ao Senado André Moura apresentou propostas sobre desigualdade salarial em ato do projeto “Yandra e Você”. Citando dados do MTE, defendeu mais fiscalização salarial e tornozeleira eletrônica para agressores sob medida protetiva.

Na noite de quarta-feira (12), o candidato ao Senado André Moura, da Federação União Progressista, apresentou propostas durante um ato do projeto itinerante “Yandra e Você”, no bairro América, em Aracaju.

O evento foi organizado pelo ex-vereador Adriano Taxista e por Luana de Analu, e contou com a presença da deputada federal Yandra Moura (União Brasil), do deputado estadual Marcelo Sobral e de lideranças comunitárias da região.

No discurso, Moura tratou da desigualdade salarial entre homens e mulheres, citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios — documento semestral obrigatório para empresas com 100 ou mais empregados —, as mulheres recebem em média 21% a menos que os homens em funções idênticas, sobretudo em empresas de médio e grande porte.

O candidato defendeu o reforço dos mecanismos de controle sobre o mercado de trabalho.

“Em pleno século XXI, é inaceitável que a discriminação de gênero continue resultando em contracheques menores para as mulheres. A equiparação não é favor, é direito. No Senado, eu vou trabalhar para fortalecer a fiscalização e punir com rigidez as empresas que descumprirem a legislação de igualdade salarial.”

Moura também tratou de segurança pública e propôs tornar obrigatório o uso de tornozeleira eletrônica por investigados e réus submetidos a medidas protetivas.

“Quando uma mulher obtém uma medida protetiva, o Estado entrega a ela um documento. Só que papel não para bala nem faca. Apenas o monitoramento eletrônico do agressor, com alerta imediato às patrulhas, garante que ele permaneça distante e que a vida da vítima seja preservada.”

A agenda no bairro América integra uma série de fóruns comunitários promovidos pela deputada Yandra Moura na capital e no interior, com apresentação de propostas legislativas e balanço das emendas destinadas a Sergipe nos últimos três anos e meio.

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