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Aracaju, Sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Economia

Ações da Disney sobem 3,7% após lucro de US$ 2,6 bi no trimestre

Disney teve receita de US$ 23 bilhões e lucro de US$ 2,6 bilhões no trimestre; ações subiram 3,7%.

15/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h20
Ações da Disney sobem 3,7% após lucro de US$ 2,6 bi no trimestre

O balanço do último trimestre mostrou receita de US$ 23 bilhões e lucro de US$ 2,6 bilhões, acima das expectativas. Parques e entretenimento puxaram o resultado, e a empresa manteve a projeção de crescimento de 16% para o ano.

A Walt Disney divulgou um balanço trimestral com crescimento de receita e de lucro e desempenho acima do esperado em áreas centrais do negócio. Após a apresentação dos números, as ações da Disney subiram 3,7%.

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Os números do trimestre

No período, a companhia registrou receita de US$ 23 bilhões e lucro de US$ 2,6 bilhões. Os destaques vieram da divisão de experiências, que reúne os parques temáticos, e da área de entretenimento, que concentra os negócios de streaming.

Diversificação é o principal argumento do mercado

Um dos pontos que mais chamam atenção de investidores é a variedade de fontes de receita da empresa, que atua em streaming, parques, produtos licenciados e experiências. Essa distribuição reduz a dependência de uma única operação e ajuda a companhia a atravessar momentos distintos do ciclo econômico — empresas cíclicas tendem a se beneficiar em períodos de expansão, enquanto ativos anticíclicos não acompanham necessariamente essa dinâmica.

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A capacidade de monetizar a mesma base de consumidores em segmentos diferentes sustenta a relevância da Disney mesmo com o aumento da concorrência entre plataformas de streaming.

Projeção de 16% e comparação com o setor de tecnologia

A Disney projeta crescimento de 16% para o ano, ritmo inferior ao guidance médio de cerca de 22% das empresas de semicondutores. A diferença, porém, vem acompanhada de um perfil distinto: trata-se de uma companhia consolidada, com atuação em vários segmentos da economia real, o que costuma atrair investidores interessados em reduzir a concentração da carteira em tecnologia.

O resultado reabre a discussão sobre as ações da companhia e sobre os BDRs negociados na B3.

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O balanço do último trimestre mostrou receita de US$ 23 bilhões e lucro de US$ 2,6 bilhões, acima das expectativas. Parques e entretenimento puxaram o resultado, e a empresa manteve a projeção de crescimento de 16% para o ano.

A Walt Disney divulgou um balanço trimestral com crescimento de receita e de lucro e desempenho acima do esperado em áreas centrais do negócio. Após a apresentação dos números, as ações da Disney subiram 3,7%.

Os números do trimestre

No período, a companhia registrou receita de US$ 23 bilhões e lucro de US$ 2,6 bilhões. Os destaques vieram da divisão de experiências, que reúne os parques temáticos, e da área de entretenimento, que concentra os negócios de streaming.

Diversificação é o principal argumento do mercado

Um dos pontos que mais chamam atenção de investidores é a variedade de fontes de receita da empresa, que atua em streaming, parques, produtos licenciados e experiências. Essa distribuição reduz a dependência de uma única operação e ajuda a companhia a atravessar momentos distintos do ciclo econômico — empresas cíclicas tendem a se beneficiar em períodos de expansão, enquanto ativos anticíclicos não acompanham necessariamente essa dinâmica.

A capacidade de monetizar a mesma base de consumidores em segmentos diferentes sustenta a relevância da Disney mesmo com o aumento da concorrência entre plataformas de streaming.

Projeção de 16% e comparação com o setor de tecnologia

A Disney projeta crescimento de 16% para o ano, ritmo inferior ao guidance médio de cerca de 22% das empresas de semicondutores. A diferença, porém, vem acompanhada de um perfil distinto: trata-se de uma companhia consolidada, com atuação em vários segmentos da economia real, o que costuma atrair investidores interessados em reduzir a concentração da carteira em tecnologia.

O resultado reabre a discussão sobre as ações da companhia e sobre os BDRs negociados na B3.

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