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Tom Hardy estreia como Frankie Pulitzer em álbum de rap com Czarface

Tom Hardy lançou o álbum 'Czarface Meets Frankie Pulitzer', seu primeiro disco de rap como Frankie Pulitzer, com 15 faixas e participações de Busta Rhymes e Method Man.

31/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h23
Tom Hardy estreia como Frankie Pulitzer em álbum de rap com Czarface

O ator lançou um disco de 15 faixas com participações de Busta Rhymes e Method Man. No projeto, Hardy assume um alter ego e mistura referências de seus filmes ao rap clássico norte-americano.

O ator Tom Hardy lançou o seu primeiro álbum de rap, intitulado Czarface Meets Frankie Pulitzer, em parceria com o grupo Czarface e com participações de nomes tradicionais do rap americano, como Busta Rhymes e Method Man. No projeto, Hardy assume o nome artístico Frankie Pulitzer e incorpora referências a filmes e projetos dos quais participou ao longo da carreira.

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O álbum conta com 15 faixas e mistura elementos do universo cinematográfico do ator com sonoridade referenciada no rap clássico norte-americano. Em algumas faixas, a proposta é claramente conceitual: há recortes que remetem aos personagens e trabalhos de Hardy, integrados à narrativa musical do disco.

Na faixa “Grim-Visaged War”, Hardy resgata a voz do personagem Bane, presente em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), para interpretar um monólogo de Shakespeare. A utilização dessa entonação cria um diálogo direto entre a imagem cinematográfica já conhecida do ator e a linguagem lírica do rap.

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Em “Raw Forever”, o ator colabora com Busta Rhymes e faz referência ao filme Vivendo no Limite (1999), citado no repertório como parte das inspirações temáticas da música. O disco traz ainda outras colaborações e recortes sonoros que buscam situar Frankie Pulitzer — o alter ego de Hardy — dentro de uma tradição do hip-hop que dialoga com cultura pop e cinema.

Proposta como a estreia de Hardy na cena do rap, a obra aposta na construção de personagem e no cruzamento entre dois universos culturais: o do cinema e o da música urbana. A presença do grupo Czarface como parceiro de projeto reforça a ligação com uma estética própria do rap alternativo e colaborativo, enquanto as participações listadas aproximam o trabalho de nomes consagrados do gênero.

A iniciativa de lançar um álbum sob um pseudônimo mostra a intenção de separar, ao menos artisticamente, o trabalho musical da trajetória do ator no cinema. O resultado é um disco que se apresenta como um híbrido entre performance e narrativa musical, com referências explícitas ao repertório fílmico de Hardy e à tradição do rap americano.

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O ator lançou um disco de 15 faixas com participações de Busta Rhymes e Method Man. No projeto, Hardy assume um alter ego e mistura referências de seus filmes ao rap clássico norte-americano.

O ator Tom Hardy lançou o seu primeiro álbum de rap, intitulado Czarface Meets Frankie Pulitzer, em parceria com o grupo Czarface e com participações de nomes tradicionais do rap americano, como Busta Rhymes e Method Man. No projeto, Hardy assume o nome artístico Frankie Pulitzer e incorpora referências a filmes e projetos dos quais participou ao longo da carreira.

O álbum conta com 15 faixas e mistura elementos do universo cinematográfico do ator com sonoridade referenciada no rap clássico norte-americano. Em algumas faixas, a proposta é claramente conceitual: há recortes que remetem aos personagens e trabalhos de Hardy, integrados à narrativa musical do disco.

Na faixa “Grim-Visaged War”, Hardy resgata a voz do personagem Bane, presente em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012), para interpretar um monólogo de Shakespeare. A utilização dessa entonação cria um diálogo direto entre a imagem cinematográfica já conhecida do ator e a linguagem lírica do rap.

Em “Raw Forever”, o ator colabora com Busta Rhymes e faz referência ao filme Vivendo no Limite (1999), citado no repertório como parte das inspirações temáticas da música. O disco traz ainda outras colaborações e recortes sonoros que buscam situar Frankie Pulitzer — o alter ego de Hardy — dentro de uma tradição do hip-hop que dialoga com cultura pop e cinema.

Proposta como a estreia de Hardy na cena do rap, a obra aposta na construção de personagem e no cruzamento entre dois universos culturais: o do cinema e o da música urbana. A presença do grupo Czarface como parceiro de projeto reforça a ligação com uma estética própria do rap alternativo e colaborativo, enquanto as participações listadas aproximam o trabalho de nomes consagrados do gênero.

A iniciativa de lançar um álbum sob um pseudônimo mostra a intenção de separar, ao menos artisticamente, o trabalho musical da trajetória do ator no cinema. O resultado é um disco que se apresenta como um híbrido entre performance e narrativa musical, com referências explícitas ao repertório fílmico de Hardy e à tradição do rap americano.

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