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Entretenimento

Os Garotin estreiam no Rock in Rio com big band e participação de Duquesa

No dia 11/09 Os Garotin vão ao Rock in Rio com big band e participação de Duquesa; banda fala de preparação física, figurino e turnê.

01/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h00
Os Garotin estreiam no Rock in Rio com big band e participação de Duquesa

No próximo dia 11 de setembro, o trio Os Garotin — formado por Anchietx, Cupertino e Léo Guimau — vai chegar ao Rock in Rio como uma das bandas mais aguardadas do dia, com um show que promete ser um dos maiores da carreira. O grupo prepara uma apresentação com big band e dividirá o Palco Sunset com a rapper Duquesa, considerada um dos nomes em destaque da nova geração.

Entre o primeiro lançamento, em 2023, e a chegada do álbum A Força da Juventude, o trio viu a vida mudar: conquistou um Grammy Latino já na estreia, participou dos principais festivais do país e angariou uma base de fãs fiel. Em entrevista coletiva, os integrantes falaram das expectativas para tocar no Palco Sunset, dos preparativos para o show e da pressão em lançar um segundo álbum após a estreia aclamada.

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“Vai ser um show muito especial, montaremos algo único para esse momento. Vamos levar uma banda gigante para o Rock in Rio, que é algo que nunca fizemos antes, essa quantidade de instrumentos, vai ser muita gente no palco. Nos shows da turnê, normalmente tocamos com três metais, percussão, bateria, baixo, teclado e guitarra. No Rock in Rio vai ter muito mais coisa. Só isso já está deixando a gente superempolgado. Os ensaios já estão acontecendo, os arranjos estão sendo feitos e teremos arranjos novos. E teremos um cenário maravilhoso! É um show especial, porque tocar no Rock in Rio é algo histórico. É o Palco Sunset e perto do nosso horário, teremos Jamiroquai, PJ Morton, muita coisa incrível, então estamos preparando um show para representar a música brasileira recente, essa nova geração de gente fazendo música. Temos noção da responsabilidade e estamos tentando preparar algo muito legal.

O trio também antecipou a participação de Duquesa no show e a preparação visual para o palco. Segundo os artistas, há preocupação com figurino e estética para garantir uma apresentação marcante, além da logística de montar um grande conjunto instrumental para o evento.

“Vamos levar a Duquesa porque ela é fod*. A Duquesa é bizarra. Ela representa muito essa juventude, tem uma atitude impressionante, uma confiança absurda. Ela é muito braba. Vamos estar juntos, e uma música pode nascer. Acho que tudo pode acontecer. A gente procura não decepcionar nos looks — pelo menos agradar a nós mesmos, o que já faz total sentido. Estilo é sobre isso: você se sentir à vontade. Estamos produzindo uma roupa exclusiva e especial para esse show. Chegaremos icônicos, brilhosos! Uma coisa legal de pensar é que o Palco Sunset tem uma transmissão incrível, então isso fica eternizado depois. Já é um DVD! Vamos tratar esse show como uma coisa única”.

“Nosso show, para quem já assistiu, é um cardio! A gente pula igual pipoca, então precisamos estar com condicionamento físico para aguentar. Mentalmente também. Estamos felizes, fazendo nosso trabalho do jeito que gostamos: levando nossa música para a galera — e o público sempre devolve a energia que entregamos. Nosso sonho, na verdade, era ser artista, poder cantar e viver cantando. E hoje fazemos isso. A gente vive disso, ganha uns trocados para poder cantar, é maravilhoso. E, ainda por cima, as pessoas esperam coisas boas da gente, falam que a nossa música muda a vida delas. A gente nunca imaginou que pudesse viver isso que estamos vivendo. Nunca.

Na preparação para a agenda intensa, o trio ressaltou a importância da preparação física e do cuidado emocional: malhação, corrida e terapia foram citadas como medidas para manter o ritmo das apresentações e a saúde mental em dia.

“Atividade física ajuda a manter o astral lá em cima. A vida de artista é muito complicada e a cabeça geralmente fica uma bagunça. Então temos que maneirar nos vícios e começar a cuidar mais da saúde. Tem que malhar, correr, fazer terapia…”

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“A gente não normaliza o fato de lançar um álbum e, em pouquíssimo tempo, todo mundo já estar cantando as músicas. Somos muito gratos ao nosso público. Existia aquele frio na barriga de pensar que isso poderia não acontecer [o sucesso do álbum], é óbvio que existe essa insegurança. Por outro lado, também havia uma confiança muito grande na nossa sintonia, nas músicas que vieram e nasceram de um jeito muito especial. Sentíamos que isso poderia acontecer, mas, quando realmente se concretiza, é muito legal. É muito especial lançar outro trabalho e perceber que a gente não se perdeu no caminho, que continua sintonizado com o nosso público”.

Sobre a turnê Força da Juventude, Os Garotin afirmaram que terão mais tempo para planejar direção cênica e coreografias, explorando a dança e ampliando a experiência do público. O repertório deve mesclar sucessos anteriores, como faixas de Os Garotin Sessions 1 — entre elas 0 a 100 e Carinha de Neném — com as novas canções do álbum mais recente, criando uma combinação entre nostalgia e experimentação.

“Nessa turnê, a gente vai explorar um pouco mais as coisas que queríamos na primeira — a dança, por exemplo… Essas músicas já contam histórias para pessoas que viveram coisas há dois, três anos. Então, o show traz essa possibilidade de reviver uma energia e, ao mesmo tempo, experimentar uma energia completamente nova com músicas que estão nascendo agora”.

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Sobre a pressão após o Grammy Latino, o trio comentou que a chancela gera expectativa, mas que a abordagem do grupo busca evitar que essa cobrança se transforme em obstáculo criativo.

“Acho que existe esse ponto de vista de pressão por ter ganhado um Grammy Latino para quem se cobra demais. Depois de uma chancela como essa, algumas pessoas podem pensar que precisam entregar algo maior. Mas acredito que, para a gente, pensar assim poderia enlouquecer tudo. Nossa pressão é outra”

O show no Palco Sunset no dia 11 de setembro seguirá como um dos compromissos mais comentados da programação, com a expectativa de registrar uma apresentação ampla em arranjos e presença de palco, refletindo o momento de crescimento da carreira do trio.

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No próximo dia 11 de setembro, o trio Os Garotin — formado por Anchietx, Cupertino e Léo Guimau — vai chegar ao Rock in Rio como uma das bandas mais aguardadas do dia, com um show que promete ser um dos maiores da carreira. O grupo prepara uma apresentação com big band e dividirá o Palco Sunset com a rapper Duquesa, considerada um dos nomes em destaque da nova geração.

Entre o primeiro lançamento, em 2023, e a chegada do álbum A Força da Juventude, o trio viu a vida mudar: conquistou um Grammy Latino já na estreia, participou dos principais festivais do país e angariou uma base de fãs fiel. Em entrevista coletiva, os integrantes falaram das expectativas para tocar no Palco Sunset, dos preparativos para o show e da pressão em lançar um segundo álbum após a estreia aclamada.

“Vai ser um show muito especial, montaremos algo único para esse momento. Vamos levar uma banda gigante para o Rock in Rio, que é algo que nunca fizemos antes, essa quantidade de instrumentos, vai ser muita gente no palco. Nos shows da turnê, normalmente tocamos com três metais, percussão, bateria, baixo, teclado e guitarra. No Rock in Rio vai ter muito mais coisa. Só isso já está deixando a gente superempolgado. Os ensaios já estão acontecendo, os arranjos estão sendo feitos e teremos arranjos novos. E teremos um cenário maravilhoso! É um show especial, porque tocar no Rock in Rio é algo histórico. É o Palco Sunset e perto do nosso horário, teremos Jamiroquai, PJ Morton, muita coisa incrível, então estamos preparando um show para representar a música brasileira recente, essa nova geração de gente fazendo música. Temos noção da responsabilidade e estamos tentando preparar algo muito legal.

O trio também antecipou a participação de Duquesa no show e a preparação visual para o palco. Segundo os artistas, há preocupação com figurino e estética para garantir uma apresentação marcante, além da logística de montar um grande conjunto instrumental para o evento.

“Vamos levar a Duquesa porque ela é fod*. A Duquesa é bizarra. Ela representa muito essa juventude, tem uma atitude impressionante, uma confiança absurda. Ela é muito braba. Vamos estar juntos, e uma música pode nascer. Acho que tudo pode acontecer. A gente procura não decepcionar nos looks — pelo menos agradar a nós mesmos, o que já faz total sentido. Estilo é sobre isso: você se sentir à vontade. Estamos produzindo uma roupa exclusiva e especial para esse show. Chegaremos icônicos, brilhosos! Uma coisa legal de pensar é que o Palco Sunset tem uma transmissão incrível, então isso fica eternizado depois. Já é um DVD! Vamos tratar esse show como uma coisa única”.

“Nosso show, para quem já assistiu, é um cardio! A gente pula igual pipoca, então precisamos estar com condicionamento físico para aguentar. Mentalmente também. Estamos felizes, fazendo nosso trabalho do jeito que gostamos: levando nossa música para a galera — e o público sempre devolve a energia que entregamos. Nosso sonho, na verdade, era ser artista, poder cantar e viver cantando. E hoje fazemos isso. A gente vive disso, ganha uns trocados para poder cantar, é maravilhoso. E, ainda por cima, as pessoas esperam coisas boas da gente, falam que a nossa música muda a vida delas. A gente nunca imaginou que pudesse viver isso que estamos vivendo. Nunca.

Na preparação para a agenda intensa, o trio ressaltou a importância da preparação física e do cuidado emocional: malhação, corrida e terapia foram citadas como medidas para manter o ritmo das apresentações e a saúde mental em dia.

“Atividade física ajuda a manter o astral lá em cima. A vida de artista é muito complicada e a cabeça geralmente fica uma bagunça. Então temos que maneirar nos vícios e começar a cuidar mais da saúde. Tem que malhar, correr, fazer terapia…”

“A gente não normaliza o fato de lançar um álbum e, em pouquíssimo tempo, todo mundo já estar cantando as músicas. Somos muito gratos ao nosso público. Existia aquele frio na barriga de pensar que isso poderia não acontecer [o sucesso do álbum], é óbvio que existe essa insegurança. Por outro lado, também havia uma confiança muito grande na nossa sintonia, nas músicas que vieram e nasceram de um jeito muito especial. Sentíamos que isso poderia acontecer, mas, quando realmente se concretiza, é muito legal. É muito especial lançar outro trabalho e perceber que a gente não se perdeu no caminho, que continua sintonizado com o nosso público”.

Sobre a turnê Força da Juventude, Os Garotin afirmaram que terão mais tempo para planejar direção cênica e coreografias, explorando a dança e ampliando a experiência do público. O repertório deve mesclar sucessos anteriores, como faixas de Os Garotin Sessions 1 — entre elas 0 a 100 e Carinha de Neném — com as novas canções do álbum mais recente, criando uma combinação entre nostalgia e experimentação.

“Nessa turnê, a gente vai explorar um pouco mais as coisas que queríamos na primeira — a dança, por exemplo… Essas músicas já contam histórias para pessoas que viveram coisas há dois, três anos. Então, o show traz essa possibilidade de reviver uma energia e, ao mesmo tempo, experimentar uma energia completamente nova com músicas que estão nascendo agora”.

Sobre a pressão após o Grammy Latino, o trio comentou que a chancela gera expectativa, mas que a abordagem do grupo busca evitar que essa cobrança se transforme em obstáculo criativo.

“Acho que existe esse ponto de vista de pressão por ter ganhado um Grammy Latino para quem se cobra demais. Depois de uma chancela como essa, algumas pessoas podem pensar que precisam entregar algo maior. Mas acredito que, para a gente, pensar assim poderia enlouquecer tudo. Nossa pressão é outra”

O show no Palco Sunset no dia 11 de setembro seguirá como um dos compromissos mais comentados da programação, com a expectativa de registrar uma apresentação ampla em arranjos e presença de palco, refletindo o momento de crescimento da carreira do trio.

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