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Gloria Steinem morre aos 92 anos; ícone do feminismo mundial

Gloria Steinem, ícone da segunda onda do feminismo, morreu aos 92 anos em Nova York; confirmação foi divulgada em 3/9.

03/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 11h41
Gloria Steinem morre aos 92 anos; ícone do feminismo mundial

A jornalista e ativista Gloria Steinem morreu aos 92 anos em sua casa em Nova York, informa sua fundação. Segundo a equipe, a despedida foi serena ao lado de familiares; a causa da morte não foi divulgada.

O movimento pelos direitos das mulheres perdeu um dos seus pilares na última quarta-feira (2/9). A jornalista e ativista Gloria Steinem, referência mundial da segunda onda do feminismo, faleceu aos 92 anos em sua residência em Nova York. A confirmação veio a público nesta quinta-feira (3/9), por meio de suas redes oficiais e de sua fundação.

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Segundo a equipe, a despedida ocorreu de forma serena, ao lado de entes queridos. A causa do óbito ainda não foi revelada.

Nascida em Ohio, Gloria Steinem utilizou o jornalismo como instrumento de transformação social ao longo de décadas. Sua projeção nacional ganhou destaque em 1963, quando ela se infiltrou como coelhinha na Mansão Playboy para denunciar a exploração e as condições de trabalho das mulheres no clube — uma ação que a colocou na linha de frente das discussões sobre gênero e mercado de trabalho.

O faro investigativo de Steinem a impulsionou também para a liderança de movimentos pelos direitos civis na década seguinte. Em 1972, ela foi responsável pela fundação da revista Ms., um marco na imprensa norte-americana voltada às pautas feministas e de representação política. Desde então, por mais de meio século, Steinem permaneceu frequentemente visível nas batalhas por igualdade de gênero, direitos reprodutivos e integração das pautas raciais às lutas pelas mulheres.

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O impacto de sua trajetória foi reconhecido oficialmente em 2013, quando recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dos Estados Unidos, entregue pelo então presidente Barack Obama. Ao longo da vida, Steinem foi associada a iniciativas de mobilização política, educação e comunicação que buscaram ampliar a presença das mulheres nos espaços públicos e nas estruturas de poder.

A morte de Gloria Steinem marca o fim de uma carreira longa e influente no ativismo feminista global. Organizações, movimentos e leitores que acompanharam seu trabalho permanecem, segundo a equipe, como parte do legado que ela ajudou a construir ao longo das décadas.

Informações adicionais sobre cerimônias fúnebres, homenagens públicas ou comunicações oficiais da família e da fundação deverão ser divulgadas pelos representantes quando estiverem disponíveis.

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A jornalista e ativista Gloria Steinem morreu aos 92 anos em sua casa em Nova York, informa sua fundação. Segundo a equipe, a despedida foi serena ao lado de familiares; a causa da morte não foi divulgada.

O movimento pelos direitos das mulheres perdeu um dos seus pilares na última quarta-feira (2/9). A jornalista e ativista Gloria Steinem, referência mundial da segunda onda do feminismo, faleceu aos 92 anos em sua residência em Nova York. A confirmação veio a público nesta quinta-feira (3/9), por meio de suas redes oficiais e de sua fundação.

Segundo a equipe, a despedida ocorreu de forma serena, ao lado de entes queridos. A causa do óbito ainda não foi revelada.

Nascida em Ohio, Gloria Steinem utilizou o jornalismo como instrumento de transformação social ao longo de décadas. Sua projeção nacional ganhou destaque em 1963, quando ela se infiltrou como coelhinha na Mansão Playboy para denunciar a exploração e as condições de trabalho das mulheres no clube — uma ação que a colocou na linha de frente das discussões sobre gênero e mercado de trabalho.

O faro investigativo de Steinem a impulsionou também para a liderança de movimentos pelos direitos civis na década seguinte. Em 1972, ela foi responsável pela fundação da revista Ms., um marco na imprensa norte-americana voltada às pautas feministas e de representação política. Desde então, por mais de meio século, Steinem permaneceu frequentemente visível nas batalhas por igualdade de gênero, direitos reprodutivos e integração das pautas raciais às lutas pelas mulheres.

O impacto de sua trajetória foi reconhecido oficialmente em 2013, quando recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração civil dos Estados Unidos, entregue pelo então presidente Barack Obama. Ao longo da vida, Steinem foi associada a iniciativas de mobilização política, educação e comunicação que buscaram ampliar a presença das mulheres nos espaços públicos e nas estruturas de poder.

A morte de Gloria Steinem marca o fim de uma carreira longa e influente no ativismo feminista global. Organizações, movimentos e leitores que acompanharam seu trabalho permanecem, segundo a equipe, como parte do legado que ela ajudou a construir ao longo das décadas.

Informações adicionais sobre cerimônias fúnebres, homenagens públicas ou comunicações oficiais da família e da fundação deverão ser divulgadas pelos representantes quando estiverem disponíveis.

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