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Ju Ferraz alerta para impacto do clima na produção do Rock in Rio

Ju Ferraz, da Holding Clube, falou sobre os desafios climáticos na produção do Rock in Rio 2026 e a necessidade de adaptar ativações e estruturas.

12/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h46
Ju Ferraz alerta para impacto do clima na produção do Rock in Rio

Sócia da Holding Clube, Ju Ferraz disse que a produção do festival enfrenta chuva, riscos à segurança e adaptações estruturais. Ela alerta que protocolos têm limites diante de eventos climáticos extremos.

Ju Ferraz, sócia da Holding Clube, destacou os desafios impostos pelas mudanças climáticas à produção de grandes festivais em conversa durante a sexta-feira (11) do Rock in Rio 2026. Segundo ela, a operação tem se preparado para lidar com chuva, segurança e adequação de estruturas, diante de condições meteorológicas que se mostram cada vez mais instáveis.

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Ao falar sobre aprendizados e protocolos, Ju Ferraz chamou atenção para os limites do planejamento frente a fenômenos fora do controle da produção.

“Talvez o nosso maior aprendizado é entender que realmente as questões climáticas estão cada dia mais duras, mais complexas”

Ela acrescentou que, apesar do desenvolvimento de planos e do trabalho prévio, há fatores que a equipe não consegue controlar totalmente.

“Por mais que a gente se planeje, por mais que a gente trabalhe, por mais que a gente pense, que a gente desenvolva planos, a gente está trabalhando condições que estão fora do nosso controle”

Ju Ferraz citou ainda a necessidade de uma visão integrada da operação, envolvendo cenografia, projetos arquitetônicos, produção e segurança.

“A cenografia precisa estar devidamente protegida. Os projetos arquitetônicos, a equipe de produção, a questão de segurança, o olhar sobre o todo”

A executiva lembrou do impacto das chuvas no primeiro fim de semana do festival e afirmou que a equipe permanece atenta à possibilidade de novas alterações no tempo.

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“Hoje a chuva deu uma trégua, mas tudo indica que amanhã e domingo a chuva volta e a gente tem que estar preparado para isso”

Para Ju Ferraz, o desafio ultrapassa a logística e exige repensar a forma como marcas e produtoras conceb bem suas ativações e experiências em grandes eventos. Ela apontou a necessidade de surpreender e de melhorar a vivência do público e das marcas mesmo em situações de chuva.

A Holding Clube está envolvida em seis ativações no Rock in Rio 2026, com cerca de mil pessoas trabalhando direta e indiretamente nos projetos. Ju ressaltou que a operação é resultado de trabalho coletivo, que reúne diretores, coordenadores, gerentes e produtores.

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“Essa responsabilidade não é minha sozinha. Eu sou uma das sócias do grupo. É um time muito parrudo para que a gente possa estar junto entregando para os nossos clientes as melhores soluções e as melhores experiências.”

Entre as ativações desenvolvidas pelo grupo estão ações de marcas como Coca-Cola e KitKat, e a entrevista foi realizada nos bastidores de uma das ativações da marca de chocolates na Cidade do Rock.

Ju também comentou a mudança no perfil do público nesta edição, com a presença inédita do K-pop na programação, que atraiu famílias, crianças e adolescentes. Com pelo menos 15 anos de trabalho com o Rock in Rio, ela afirmou nunca ter visto um público semelhante e disse que isso altera a estratégia das ativações.

Segundo Ju, a estratégia de experiência não se encerra quando o público sai do festival: é preciso ouvir os consumidores e estender a relação entre marcas e público para além do evento, usando criatividade para manter o diálogo e fortalecer conexões.

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Sócia da Holding Clube, Ju Ferraz disse que a produção do festival enfrenta chuva, riscos à segurança e adaptações estruturais. Ela alerta que protocolos têm limites diante de eventos climáticos extremos.

Ju Ferraz, sócia da Holding Clube, destacou os desafios impostos pelas mudanças climáticas à produção de grandes festivais em conversa durante a sexta-feira (11) do Rock in Rio 2026. Segundo ela, a operação tem se preparado para lidar com chuva, segurança e adequação de estruturas, diante de condições meteorológicas que se mostram cada vez mais instáveis.

Ao falar sobre aprendizados e protocolos, Ju Ferraz chamou atenção para os limites do planejamento frente a fenômenos fora do controle da produção.

“Talvez o nosso maior aprendizado é entender que realmente as questões climáticas estão cada dia mais duras, mais complexas”

Ela acrescentou que, apesar do desenvolvimento de planos e do trabalho prévio, há fatores que a equipe não consegue controlar totalmente.

“Por mais que a gente se planeje, por mais que a gente trabalhe, por mais que a gente pense, que a gente desenvolva planos, a gente está trabalhando condições que estão fora do nosso controle”

Ju Ferraz citou ainda a necessidade de uma visão integrada da operação, envolvendo cenografia, projetos arquitetônicos, produção e segurança.

“A cenografia precisa estar devidamente protegida. Os projetos arquitetônicos, a equipe de produção, a questão de segurança, o olhar sobre o todo”

A executiva lembrou do impacto das chuvas no primeiro fim de semana do festival e afirmou que a equipe permanece atenta à possibilidade de novas alterações no tempo.

“Hoje a chuva deu uma trégua, mas tudo indica que amanhã e domingo a chuva volta e a gente tem que estar preparado para isso”

Para Ju Ferraz, o desafio ultrapassa a logística e exige repensar a forma como marcas e produtoras conceb bem suas ativações e experiências em grandes eventos. Ela apontou a necessidade de surpreender e de melhorar a vivência do público e das marcas mesmo em situações de chuva.

A Holding Clube está envolvida em seis ativações no Rock in Rio 2026, com cerca de mil pessoas trabalhando direta e indiretamente nos projetos. Ju ressaltou que a operação é resultado de trabalho coletivo, que reúne diretores, coordenadores, gerentes e produtores.

“Essa responsabilidade não é minha sozinha. Eu sou uma das sócias do grupo. É um time muito parrudo para que a gente possa estar junto entregando para os nossos clientes as melhores soluções e as melhores experiências.”

Entre as ativações desenvolvidas pelo grupo estão ações de marcas como Coca-Cola e KitKat, e a entrevista foi realizada nos bastidores de uma das ativações da marca de chocolates na Cidade do Rock.

Ju também comentou a mudança no perfil do público nesta edição, com a presença inédita do K-pop na programação, que atraiu famílias, crianças e adolescentes. Com pelo menos 15 anos de trabalho com o Rock in Rio, ela afirmou nunca ter visto um público semelhante e disse que isso altera a estratégia das ativações.

Segundo Ju, a estratégia de experiência não se encerra quando o público sai do festival: é preciso ouvir os consumidores e estender a relação entre marcas e público para além do evento, usando criatividade para manter o diálogo e fortalecer conexões.

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