O musical de Mogli estreia no Teatro EcoVilla Ri Happy, Jardim Botânico, de 19/9 a 4/10, aos sábados e domingos, às 11h. A montagem mistura referências de Kipling com cenários e sonoridades inspiradas na Índia.
A história de Mogli ganha nova montagem teatral e estreia no Teatro EcoVilla Ri Happy, no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, em temporada curta programada de 19 de setembro a 4 de outubro, sempre aos sábados e domingos, às 11h. A produção pretende resgatar referências do universo original ao mesmo tempo que propõe uma leitura própria para o clássico infantil.
Inspirado em The Jungle Book, de Rudyard Kipling, o espetáculo procura se aproximar das referências culturais e da atmosfera da Índia, origem das histórias que deram vida ao universo de Mogli. Cenários, figurinos, sonoridades e elementos visuais foram pensados para ajudar a compor essa nova leitura da obra.
Na narrativa apresentada pelo musical, Mogli é um menino de 12 anos criado por lobos no meio da selva. Depois de ser ameaçado por um tigre que não aceita a presença de homens naquele território, ele parte ao lado do urso Balu e da pantera Baguera em busca da flor vermelha, que pode ser sua salvação. Ao lado de Baguera e de outros personagens conhecidos, o protagonista encara uma série de desafios enquanto descobre temas como amizade, família e pertencimento.
Ficha técnica e detalhes
- Local: Teatro EcoVilla Ri Happy, Jardim Botânico, Rio de Janeiro
- Temporada: de 19 de setembro a 4 de outubro
- Sesões: sábados e domingos, às 11h
- Elenco em cena: 12 atores
- Trilha: 10 canções originais
- Cenografia: 5 cenários
- Figurinos: mais de 20 peças
A montagem aposta na combinação de música original e recursos visuais para construir uma atmosfera que remete ao cenário indiano sem abandonar a linguagem teatral contemporânea. A equipe de produção organiza tempo, cenários e figurinos para permitir que a narrativa infantil dialogue com questões universais, como o pertencimento a um grupo e o enfrentamento de ameaças externas.
Por ser uma temporada curta, a proposta se concentra em oferecer apresentações regulares nos fins de semana, com sessões sempre às 11h. A curadoria do espetáculo destaca a busca por fidelidade cultural em elementos como sonoridade e visualidade, ao mesmo tempo em que reinterpreta personagens conhecidos para o palco.
O musical coloca em cena personagens clássicos do folclore criado por Kipling — como o urso Balu e a pantera Baguera — e explora a jornada do protagonista entre perigos e descobertas. A produção apresenta-se como uma opção de entretenimento voltada ao público infantojuvenil e a famílias interessadas em versões teatrais de histórias consagradas.
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