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Delacruz fecha Supernova no Rock in Rio e celebra evolução

Delacruz voltou ao Rock in Rio mais seguro e adaptou a turnê de 'Vinho' a 50 minutos, privilegiando hits e mantendo a pegada do show.

13/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h44
Delacruz fecha Supernova no Rock in Rio e celebra evolução

Sete anos após estreia em 2019, o carioca voltou à Cidade do Rock para encerrar a programação do Supernova. Aos 28 anos e pai de dois, diz sentir mais segurança para apresentar seu trabalho.

Sete anos depois da estreia no festival, Delacruz voltou à Cidade do Rock em posição diferente na grade. Em 2019, o cantor havia dividido o Espaço Favela com MARIA. No sábado (12), coube a ele encerrar a programação do palco Supernova, que também recebeu Celo Dut, Yago Oproprio e Milo J.

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O carioca avaliou os dois momentos de carreira em entrevista e afirmou que, aos 28 anos, pai de dois filhos e com trajetória mais consolidada, a principal mudança foi a segurança para encarar o próprio trabalho. Entre as apresentações de 2019 e 2026, ele passou pela pandemia, lançou novas músicas e ampliou o alcance do repertório além do rap, estilo em que havia iniciado a carreira.

“Sete anos numa vida artística são quase 20 anos. A sensação que eu tenho é essa”, afirmou Delacruz.

Ele disse ainda que, em 2019, tudo era muito novo e que havia muita euforia. O período de interrupção forçado pela pandemia, segundo o músico, permitiu uma reorganização de prioridades e um ritmo mais desacelerado para refletir sobre a vida e a carreira.

“Em 2019, tudo era muito novo para mim. A carreira, tudo o que estava acontecendo, era muita euforia.”

No Supernova, Delacruz apresentou uma versão condensada da turnê de Vinho, álbum lançado em 2024 e responsável por uma fase de maior alcance da carreira. O projeto de palco costuma ter cerca de uma hora e meia de duração, mas, no festival, o show foi reduzido para 50 minutos.

Para ajustar o repertório ao tempo disponível, a equipe privilegiou as músicas de maior reconhecimento entre o público. O cantor explicou que, apesar da redução, o conceito do espetáculo foi mantido e a dinâmica do show permaneceu semelhante à da turnê completa.

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“A gente acabou deixando os hits, as músicas que a galera conhece mais a fundo. Algumas eu também fiz questão de mostrar porque acho que o nível de musicalidade encaixa com o festival”, explicou Delacruz.

“É um show um pouco mais curto, mas com a mesma pegada, com a mesma dinâmica.”

Sobre a evolução do som, o artista afirmou que hoje é menos produtivo tentar enquadrar sua música em um único gênero. Ele citou referências variadas que passaram a conviver em sua obra, como samba, rap, R&B, soul, pagode e funk, e propôs uma definição mais ampla para seu trabalho.

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“Hoje meu som é uma mistura mesmo. Tem um pouco das minhas referências de samba, mas samba não é meu gênero. Eu surgi no rap, me considero também do rap, apesar da capacidade de cantar melodias, fazer refrões e misturar com um pouco de R&B, um pouco de soul music”, disse Delacruz.

“Delacruz é música urbana. É neo soul, é R&B brasileiro, é rap brasileiro, pagode, funk. A música urbana é isso. Acho que é isso.”

A apresentação no Rock in Rio reforçou a trajetória de Delacruz como artista que mescla estilos e adapta seu repertório conforme o contexto do festival, mantendo o foco nas faixas mais conhecidas do público e na coesão musical do espetáculo.

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Sete anos após estreia em 2019, o carioca voltou à Cidade do Rock para encerrar a programação do Supernova. Aos 28 anos e pai de dois, diz sentir mais segurança para apresentar seu trabalho.

Sete anos depois da estreia no festival, Delacruz voltou à Cidade do Rock em posição diferente na grade. Em 2019, o cantor havia dividido o Espaço Favela com MARIA. No sábado (12), coube a ele encerrar a programação do palco Supernova, que também recebeu Celo Dut, Yago Oproprio e Milo J.

O carioca avaliou os dois momentos de carreira em entrevista e afirmou que, aos 28 anos, pai de dois filhos e com trajetória mais consolidada, a principal mudança foi a segurança para encarar o próprio trabalho. Entre as apresentações de 2019 e 2026, ele passou pela pandemia, lançou novas músicas e ampliou o alcance do repertório além do rap, estilo em que havia iniciado a carreira.

“Sete anos numa vida artística são quase 20 anos. A sensação que eu tenho é essa”, afirmou Delacruz.

Ele disse ainda que, em 2019, tudo era muito novo e que havia muita euforia. O período de interrupção forçado pela pandemia, segundo o músico, permitiu uma reorganização de prioridades e um ritmo mais desacelerado para refletir sobre a vida e a carreira.

“Em 2019, tudo era muito novo para mim. A carreira, tudo o que estava acontecendo, era muita euforia.”

No Supernova, Delacruz apresentou uma versão condensada da turnê de Vinho, álbum lançado em 2024 e responsável por uma fase de maior alcance da carreira. O projeto de palco costuma ter cerca de uma hora e meia de duração, mas, no festival, o show foi reduzido para 50 minutos.

Para ajustar o repertório ao tempo disponível, a equipe privilegiou as músicas de maior reconhecimento entre o público. O cantor explicou que, apesar da redução, o conceito do espetáculo foi mantido e a dinâmica do show permaneceu semelhante à da turnê completa.

“A gente acabou deixando os hits, as músicas que a galera conhece mais a fundo. Algumas eu também fiz questão de mostrar porque acho que o nível de musicalidade encaixa com o festival”, explicou Delacruz.

“É um show um pouco mais curto, mas com a mesma pegada, com a mesma dinâmica.”

Sobre a evolução do som, o artista afirmou que hoje é menos produtivo tentar enquadrar sua música em um único gênero. Ele citou referências variadas que passaram a conviver em sua obra, como samba, rap, R&B, soul, pagode e funk, e propôs uma definição mais ampla para seu trabalho.

“Hoje meu som é uma mistura mesmo. Tem um pouco das minhas referências de samba, mas samba não é meu gênero. Eu surgi no rap, me considero também do rap, apesar da capacidade de cantar melodias, fazer refrões e misturar com um pouco de R&B, um pouco de soul music”, disse Delacruz.

“Delacruz é música urbana. É neo soul, é R&B brasileiro, é rap brasileiro, pagode, funk. A música urbana é isso. Acho que é isso.”

A apresentação no Rock in Rio reforçou a trajetória de Delacruz como artista que mescla estilos e adapta seu repertório conforme o contexto do festival, mantendo o foco nas faixas mais conhecidas do público e na coesão musical do espetáculo.

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