Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

BNDES abre protocolo do Plano Brasil Soberano 3 com R$22,6 bi

Plano Brasil Soberano 3 libera R$ 22,6 bi; protocolo abriu nesta quinta (17) para empresas afetadas por tarifas dos EUA e pela guerra no Oriente Médio.

21/09/2026 · 04h11 · Atualizado às 10h08
BNDES abre protocolo do Plano Brasil Soberano 3 com R$22,6 bi

Empresas afetadas pelo 'tarifaço' americano e pela guerra no Oriente Médio já podem solicitar linhas de crédito do novo pacote federal. Recursos financiam capital de giro, compra de máquinas e projetos de investimento.

Empresas afetadas pelo chamado tarifaço americano e por impactos da guerra no Oriente Médio já podem se habilitar a empréstimos do Plano Brasil Soberano, que disponibiliza R$ 22,6 bilhões em crédito. O protocolo foi aberto pelo BNDES nesta quinta-feira (17), segundo anúncio oficial.

Publicidade

O pacote de crédito é formado por R$ 13,5 bilhões em recursos do Tesouro Nacional e R$ 9,1 bilhões do BNDES. A linha de apoio destina recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento.

Essa é a terceira fase do programa, iniciado em meados de 2025. A segunda versão havia sido lançada em março de 2026, com inclusão de negócios afetados pela guerra no Oriente Médio. O programa surgiu como apoio do governo brasileiro após os Estados Unidos adotarem sobretaxas sobre exportadores nacionais.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Terceira fase

Grupos com direito ao crédito

  • Grupo 1: exportadoras de bens (e fornecedores) afetadas pelo tarifaço dos EUA
  • Grupo 2: setores industriais relevantes para o comércio exterior ou identificados como estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono
  • Grupo 3: exportadoras de bens (e seus fornecedores) para países do Golfo Pérsico (Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã)

Setores citados no Grupo 2

  • Têxtil
  • Químico
  • Farmacêutico
  • Automotivo
  • Minerais críticos
  • Máquinas e equipamentos

Para empresas enquadradas como afetadas pelo tarifaço ou pelo conflito no Oriente Médio, a portaria estabelece condicionantes de elegibilidade: é preciso comprovar, por exemplo, que ao menos 1% do faturamento decorre do comércio com os países envolvidos. Os financiamentos oferecidos têm taxas que variam entre 4,3% e 17,5% ao ano, com condições que dependem do porte da empresa e da destinação dos recursos.

Empresários interessados poderão verificar a elegibilidade de suas empresas por meio do site do programa. Detalhes sobre as condições, critérios e a forma de habilitação para o crédito também poderão ser consultados no site do BNDES.

O anúncio reforça o objetivo do programa de mitigar os efeitos das medidas tarifárias externas e de fatores geopolíticos sobre cadeias exportadoras e setores estratégicos da indústria, buscando preservar empregos e manter investimentos industriais no país.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Empresas afetadas pelo 'tarifaço' americano e pela guerra no Oriente Médio já podem solicitar linhas de crédito do novo pacote federal. Recursos financiam capital de giro, compra de máquinas e projetos de investimento.

Empresas afetadas pelo chamado tarifaço americano e por impactos da guerra no Oriente Médio já podem se habilitar a empréstimos do Plano Brasil Soberano, que disponibiliza R$ 22,6 bilhões em crédito. O protocolo foi aberto pelo BNDES nesta quinta-feira (17), segundo anúncio oficial.

O pacote de crédito é formado por R$ 13,5 bilhões em recursos do Tesouro Nacional e R$ 9,1 bilhões do BNDES. A linha de apoio destina recursos para capital de giro, aquisição de máquinas e equipamentos e projetos de investimento.

Essa é a terceira fase do programa, iniciado em meados de 2025. A segunda versão havia sido lançada em março de 2026, com inclusão de negócios afetados pela guerra no Oriente Médio. O programa surgiu como apoio do governo brasileiro após os Estados Unidos adotarem sobretaxas sobre exportadores nacionais.

Terceira fase

Grupos com direito ao crédito

  • Grupo 1: exportadoras de bens (e fornecedores) afetadas pelo tarifaço dos EUA
  • Grupo 2: setores industriais relevantes para o comércio exterior ou identificados como estratégicos para a transição para uma economia de baixo carbono
  • Grupo 3: exportadoras de bens (e seus fornecedores) para países do Golfo Pérsico (Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Irã, Iraque, Kuwait e Omã)

Setores citados no Grupo 2

  • Têxtil
  • Químico
  • Farmacêutico
  • Automotivo
  • Minerais críticos
  • Máquinas e equipamentos

Para empresas enquadradas como afetadas pelo tarifaço ou pelo conflito no Oriente Médio, a portaria estabelece condicionantes de elegibilidade: é preciso comprovar, por exemplo, que ao menos 1% do faturamento decorre do comércio com os países envolvidos. Os financiamentos oferecidos têm taxas que variam entre 4,3% e 17,5% ao ano, com condições que dependem do porte da empresa e da destinação dos recursos.

Empresários interessados poderão verificar a elegibilidade de suas empresas por meio do site do programa. Detalhes sobre as condições, critérios e a forma de habilitação para o crédito também poderão ser consultados no site do BNDES.

O anúncio reforça o objetivo do programa de mitigar os efeitos das medidas tarifárias externas e de fatores geopolíticos sobre cadeias exportadoras e setores estratégicos da indústria, buscando preservar empregos e manter investimentos industriais no país.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA