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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Economia

Governo reajusta Bolsa Família em 15,04%; piso sobe a R$ 691

Reajuste de 15,04% será aplicado em outubro; piso por família sobe de R$ 600 para R$ 691 e pagamentos começam em 19/10.

21/09/2026 · 04h41 · Atualizado às 10h10
Governo reajusta Bolsa Família em 15,04%; piso sobe a R$ 691

Os benefícios sociais terão aumento de 15,04% a partir de outubro de 2026, elevando o piso por família de R$ 600 para R$ 691. O decreto nº 13.120 corrige os valores segundo o INPC acumulado entre março/2023 e agosto/2026.

Os valores do Bolsa Família serão reajustados em 15,04% a partir de outubro de 2026. Com a mudança, o piso mínimo garantido por família passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio estimado deverá subir de aproximadamente R$ 675 para R$ 777.

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O reajuste foi oficializado pelo Decreto nº 13.120, de 17 de setembro de 2026, publicado nesta quinta-feira (17). A norma determina a correção dos benefícios pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026.

Os novos valores terão efeitos financeiros a partir de outubro. O calendário oficial do programa prevê o início dos pagamentos no dia 19 de outubro, para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1, e as liberações seguirão até 30 de outubro, conforme o dígito final do NIS. Esta é a primeira atualização dos valores dos principais benefícios pela inflação desde a implantação do atual modelo do Bolsa Família, em 2023.

Novos valores do Bolsa Família

  • Piso mínimo por família: R$ 691 (atualmente R$ 600)
  • Renda de Cidadania, por integrante: R$ 164 (atualmente R$ 142)
  • Primeira Infância, por criança: R$ 173 (atualmente R$ 150)
  • Variável Familiar, por integrante elegível: R$ 58 (atualmente R$ 50)

O Benefício Complementar continuará sendo utilizado para garantir que nenhuma família elegível receba menos que o piso estabelecido. O valor final recebido por cada família continuará variando de acordo com a composição familiar; os R$ 691 representam o piso, e não um valor único pago a todos os beneficiários.

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Calendário de pagamentos

  • 1 — 19 de outubro
  • 2 — 20 de outubro
  • 3 — 21 de outubro
  • 4 — 22 de outubro
  • 5 — 23 de outubro
  • 6 — 26 de outubro
  • 7 — 27 de outubro
  • 8 — 28 de outubro
  • 9 — 29 de outubro
  • 0 — 30 de outubro

Os valores são depositados mensalmente de acordo com o calendário oficial e podem ser movimentados pelos meios disponibilizados pela Caixa, incluindo o aplicativo Caixa Tem. O acesso ao Bolsa Família ocorre por meio do Cadastro Único (CadÚnico), e são elegíveis ao programa famílias inscritas no CadÚnico que atendam aos critérios de renda definidos na legislação e regulamentação.

A possibilidade de atualização dos benefícios está prevista na Lei nº 14.601/2023, que instituiu o atual modelo do Bolsa Família. A legislação autoriza o Poder Executivo a alterar os valores do Benefício de Renda de Cidadania, do Benefício Primeira Infância, do Benefício Variável Familiar e do piso utilizado no cálculo do Benefício Complementar, prevê que esses valores podem ser corrigidos em intervalos de até 24 meses e proíbe redução.

Em 2026, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informou que famílias convocadas para atualização cadastral e que não regularizarem o cadastro dentro dos prazos estabelecidos podem ter o benefício bloqueado e, posteriormente, cancelado. O governo federal mantém ações de qualificação cadastral, com cruzamento de informações de diferentes bases públicas e convocação de famílias quando são identificadas pendências.

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A atualização dos valores ocorre em um período no qual os indicadores mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mantêm o Brasil fora do chamado Mapa da Fome. O relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026”, com dados do triênio 2023-2025, apontou que a prevalência de subnutrição no país permaneceu abaixo de 2,5% e que a proporção da população em situação de insegurança alimentar severa caiu para 0,6%.

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Os benefícios sociais terão aumento de 15,04% a partir de outubro de 2026, elevando o piso por família de R$ 600 para R$ 691. O decreto nº 13.120 corrige os valores segundo o INPC acumulado entre março/2023 e agosto/2026.

Os valores do Bolsa Família serão reajustados em 15,04% a partir de outubro de 2026. Com a mudança, o piso mínimo garantido por família passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o benefício médio estimado deverá subir de aproximadamente R$ 675 para R$ 777.

O reajuste foi oficializado pelo Decreto nº 13.120, de 17 de setembro de 2026, publicado nesta quinta-feira (17). A norma determina a correção dos benefícios pela variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026.

Os novos valores terão efeitos financeiros a partir de outubro. O calendário oficial do programa prevê o início dos pagamentos no dia 19 de outubro, para beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1, e as liberações seguirão até 30 de outubro, conforme o dígito final do NIS. Esta é a primeira atualização dos valores dos principais benefícios pela inflação desde a implantação do atual modelo do Bolsa Família, em 2023.

Novos valores do Bolsa Família

  • Piso mínimo por família: R$ 691 (atualmente R$ 600)
  • Renda de Cidadania, por integrante: R$ 164 (atualmente R$ 142)
  • Primeira Infância, por criança: R$ 173 (atualmente R$ 150)
  • Variável Familiar, por integrante elegível: R$ 58 (atualmente R$ 50)

O Benefício Complementar continuará sendo utilizado para garantir que nenhuma família elegível receba menos que o piso estabelecido. O valor final recebido por cada família continuará variando de acordo com a composição familiar; os R$ 691 representam o piso, e não um valor único pago a todos os beneficiários.

Calendário de pagamentos

  • 1 — 19 de outubro
  • 2 — 20 de outubro
  • 3 — 21 de outubro
  • 4 — 22 de outubro
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  • 6 — 26 de outubro
  • 7 — 27 de outubro
  • 8 — 28 de outubro
  • 9 — 29 de outubro
  • 0 — 30 de outubro

Os valores são depositados mensalmente de acordo com o calendário oficial e podem ser movimentados pelos meios disponibilizados pela Caixa, incluindo o aplicativo Caixa Tem. O acesso ao Bolsa Família ocorre por meio do Cadastro Único (CadÚnico), e são elegíveis ao programa famílias inscritas no CadÚnico que atendam aos critérios de renda definidos na legislação e regulamentação.

A possibilidade de atualização dos benefícios está prevista na Lei nº 14.601/2023, que instituiu o atual modelo do Bolsa Família. A legislação autoriza o Poder Executivo a alterar os valores do Benefício de Renda de Cidadania, do Benefício Primeira Infância, do Benefício Variável Familiar e do piso utilizado no cálculo do Benefício Complementar, prevê que esses valores podem ser corrigidos em intervalos de até 24 meses e proíbe redução.

Em 2026, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social informou que famílias convocadas para atualização cadastral e que não regularizarem o cadastro dentro dos prazos estabelecidos podem ter o benefício bloqueado e, posteriormente, cancelado. O governo federal mantém ações de qualificação cadastral, com cruzamento de informações de diferentes bases públicas e convocação de famílias quando são identificadas pendências.

A atualização dos valores ocorre em um período no qual os indicadores mais recentes da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mantêm o Brasil fora do chamado Mapa da Fome. O relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2026”, com dados do triênio 2023-2025, apontou que a prevalência de subnutrição no país permaneceu abaixo de 2,5% e que a proporção da população em situação de insegurança alimentar severa caiu para 0,6%.

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