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Perito revela como digitais confirmaram identidade das vítimas de Urubici

Perito Cassiano Mozar explicou como papiloscopia e necropsia foram usadas para identificar as cinco vítimas da queda do helicóptero em Urubici.

23/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h41
Perito revela como digitais confirmaram identidade das vítimas de Urubici

Perito Cassiano Mozar explicou os procedimentos adotados para identificar as cinco vítimas da queda do helicóptero em Urubici. Foram feitas necropsias e papiloscopia; os corpos foram liberados pelo IML de Florianópolis.

O perito Cassiano Mozar detalhou os procedimentos adotados para identificar as cinco pessoas que morreram na queda do helicóptero em Urubici, na Serra Catarinense. Entre as técnicas utilizadas está a papiloscopia, que permite confirmar a identidade das vítimas por meio das impressões digitais. Nesta quarta-feira (23/9), os corpos foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis.

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Segundo o perito da Superintendência Regional de Polícia Científica em Florianópolis, foram realizados dois procedimentos principais, começando pela necropsia. Ele explicou que o exame é importante para esclarecer a causa das mortes e pode contribuir com as investigações em curso.

A papiloscopia foi apontada como método chave para a identificação das vítimas quando as características externas não permitem reconhecimento imediato. Esse procedimento compara as impressões digitais coletadas nos corpos com bases de dados e registros disponibilizados por órgãos competentes, o que possibilita a confirmação da identidade mesmo em casos de maior gravidade traumática.

O perito detalhou ainda a sequência técnica adotada pela equipe científica: a necropsia para determinação da causa da morte e a coleta de elementos que subsidiaram os exames complementares, entre eles a análise papiloscópica. De acordo com as explicações, os laudos periciais e os resultados desses exames serão entregues às autoridades responsáveis para os procedimentos legais e investigativos subsequentes.

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Imagens vinculadas ao caso identificaram nomes relacionados à ocorrência. Entre os nomes associados estavam Bruno Avelar e Rick Sollo. Equipes de resgate e investigação atuaram na Serra Catarinense desde o acidente, e os trabalhos periciais seguiram protocolos destinados a preservar evidências e garantir a identificação correta dos corpos.

A liberação dos corpos pelo IML de Florianópolis nesta quarta-feira (23/9) permitiu que as famílias das vítimas avancem com os trâmites funerários. As autoridades locais mantiveram as investigações sobre as causas do acidente e disseram que os resultados periciais serão parte importante para a conclusão dos inquéritos administrativos e criminais que possam surgir.

O uso combinado da necropsia e da papiloscopia é rotina em casos de acidentes aéreos com vítimas em que a identificação visual não é possível. Segundo o perito, a integração entre as equipes médicas, periciais e policiais é fundamental para acelerar o processo de identificação e fornecer respostas às famílias e às autoridades.

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O perito Cassiano Mozar detalhou os procedimentos adotados para identificar as cinco pessoas que morreram na queda do helicóptero em Urubici, na Serra Catarinense. Entre as técnicas utilizadas está a papiloscopia, que permite confirmar a identidade das vítimas por meio das impressões digitais. Nesta quarta-feira (23/9), os corpos foram liberados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis.

Segundo o perito da Superintendência Regional de Polícia Científica em Florianópolis, foram realizados dois procedimentos principais, começando pela necropsia. Ele explicou que o exame é importante para esclarecer a causa das mortes e pode contribuir com as investigações em curso.

A papiloscopia foi apontada como método chave para a identificação das vítimas quando as características externas não permitem reconhecimento imediato. Esse procedimento compara as impressões digitais coletadas nos corpos com bases de dados e registros disponibilizados por órgãos competentes, o que possibilita a confirmação da identidade mesmo em casos de maior gravidade traumática.

O perito detalhou ainda a sequência técnica adotada pela equipe científica: a necropsia para determinação da causa da morte e a coleta de elementos que subsidiaram os exames complementares, entre eles a análise papiloscópica. De acordo com as explicações, os laudos periciais e os resultados desses exames serão entregues às autoridades responsáveis para os procedimentos legais e investigativos subsequentes.

Imagens vinculadas ao caso identificaram nomes relacionados à ocorrência. Entre os nomes associados estavam Bruno Avelar e Rick Sollo. Equipes de resgate e investigação atuaram na Serra Catarinense desde o acidente, e os trabalhos periciais seguiram protocolos destinados a preservar evidências e garantir a identificação correta dos corpos.

A liberação dos corpos pelo IML de Florianópolis nesta quarta-feira (23/9) permitiu que as famílias das vítimas avancem com os trâmites funerários. As autoridades locais mantiveram as investigações sobre as causas do acidente e disseram que os resultados periciais serão parte importante para a conclusão dos inquéritos administrativos e criminais que possam surgir.

O uso combinado da necropsia e da papiloscopia é rotina em casos de acidentes aéreos com vítimas em que a identificação visual não é possível. Segundo o perito, a integração entre as equipes médicas, periciais e policiais é fundamental para acelerar o processo de identificação e fornecer respostas às famílias e às autoridades.

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