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Aracaju, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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Policial

Operação Carta Marcada: Polícia Civil prende suspeitos de aplicar o golpe do ‘falso consórcio’ em Aracaju

Quadrilha usava as redes sociais para atrair vítimas com a promessa enganosa de cartas de crédito já contempladas para a compra imediata de veículos e imóveis.

24/09/2026 · 11h45
Operação Carta Marcada: Polícia Civil prende suspeitos de aplicar o golpe do ‘falso consórcio’ em Aracaju

Quadrilha usava as redes sociais para atrair vítimas com a promessa enganosa de cartas de crédito já contempladas para a compra imediata de veículos e imóveis.

A Polícia Civil de Sergipe deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (24) a “Operação Carta Marcada”. A ofensiva policial tem como alvo principal desarticular um grupo investigado por aplicar golpes financeiros contra consumidores interessados na aquisição de bens de alto valor, como veículos e imóveis.

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Durante o desenrolar da operação, os agentes cumpriram cinco mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão. As diligências aconteceram em endereços residenciais e em empresas localizadas na capital sergipana.

A isca perfeita e o esquema

De acordo com os levantamentos da Polícia Civil, a quadrilha utilizava anúncios atrativos publicados em sites e impulsionados nas redes sociais para fisgar o consumidor. As publicações ofereciam facilidades irreais para aprovação de financiamentos e empréstimos.

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A principal tática dos golpistas era a oferta de supostas cartas de crédito já contempladas. Acreditando estar garantindo o dinheiro imediato para a compra do sonhado carro ou da casa própria, a vítima concordava em efetuar o pagamento de um alto valor a título de “entrada” ou “taxa de transferência”.

A fraude só era descoberta dias depois de o dinheiro ser transferido. O consumidor acabava percebendo que, na realidade, havia assinado um contrato de adesão a um consórcio comum. Dessa forma, ao contrário do que foi prometido no anúncio, a liberação do crédito ficava condicionada às regras normais e demoradas do sistema: dependeria de um sorteio mensal, da apresentação de um lance financeiro ou de uma contemplação futura.

As investigações continuam em andamento para rastrear o destino do dinheiro arrecadado pela quadrilha, identificar outros possíveis integrantes do esquema e levantar o número total de consumidores sergipanos lesados.

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Quadrilha usava as redes sociais para atrair vítimas com a promessa enganosa de cartas de crédito já contempladas para a compra imediata de veículos e imóveis.

A Polícia Civil de Sergipe deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (24) a “Operação Carta Marcada”. A ofensiva policial tem como alvo principal desarticular um grupo investigado por aplicar golpes financeiros contra consumidores interessados na aquisição de bens de alto valor, como veículos e imóveis.

Durante o desenrolar da operação, os agentes cumpriram cinco mandados de prisão e seis mandados de busca e apreensão. As diligências aconteceram em endereços residenciais e em empresas localizadas na capital sergipana.

A isca perfeita e o esquema

De acordo com os levantamentos da Polícia Civil, a quadrilha utilizava anúncios atrativos publicados em sites e impulsionados nas redes sociais para fisgar o consumidor. As publicações ofereciam facilidades irreais para aprovação de financiamentos e empréstimos.

A principal tática dos golpistas era a oferta de supostas cartas de crédito já contempladas. Acreditando estar garantindo o dinheiro imediato para a compra do sonhado carro ou da casa própria, a vítima concordava em efetuar o pagamento de um alto valor a título de “entrada” ou “taxa de transferência”.

A fraude só era descoberta dias depois de o dinheiro ser transferido. O consumidor acabava percebendo que, na realidade, havia assinado um contrato de adesão a um consórcio comum. Dessa forma, ao contrário do que foi prometido no anúncio, a liberação do crédito ficava condicionada às regras normais e demoradas do sistema: dependeria de um sorteio mensal, da apresentação de um lance financeiro ou de uma contemplação futura.

As investigações continuam em andamento para rastrear o destino do dinheiro arrecadado pela quadrilha, identificar outros possíveis integrantes do esquema e levantar o número total de consumidores sergipanos lesados.

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