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Sebrae lança diagnóstico de diversidade e ESG para empresas

Plataforma Crescimento Sustentável do Sebrae oferece diagnóstico para ajudar pequenos negócios a avaliar práticas ESG e avançar em diversidade e inclusão.

03/10/2026 · 11h33 · Atualizado às 20h56
Sebrae lança diagnóstico de diversidade e ESG para empresas

Na Plataforma Crescimento Sustentável, o Sebrae oferece diagnóstico que avalia práticas ESG e sugere ações para inserir diversidade na gestão. A ferramenta fortalece cultura, impulsiona inovação e amplia mercados.

Diversidade e inclusão podem ir além de uma pauta social e tornar-se estratégia para fortalecer pequenos negócios. Na Plataforma Crescimento Sustentável, o Sebrae oferece um diagnóstico que ajuda empreendedores a avaliar práticas ESG e identificar oportunidades para tornar suas empresas mais inclusivas, fortalecer a cultura organizacional, estimular a inovação e aumentar o acesso a mercados.

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O diagnóstico aponta caminhos para que ações ligadas à diversidade sejam incorporadas à gestão cotidiana das empresas, com foco em medidas práticas e ajustáveis à realidade de cada negócio. A proposta é transformar intenções em práticas mensuráveis, com prioridades definidas e avanço gradual.

“Empresas mais inclusivas ampliam talentos, conhecem melhor seus clientes, inovam mais e fortalecem sua reputação. ESG, para o pequeno negócio, é fazer escolhas responsáveis dentro da realidade que ele tem hoje”

afirma Mona Paula Nóbrega, gerente da Unidade de Negócios de Impacto do Sebrae-RN. Ela destaca que equipes diversas trazem diferentes perspectivas e contribuem para organizações mais fortes, resilientes e inovadoras, e que a inclusão precisa extrapolar os limites internos da empresa.

“Importante ampliar esse olhar para a própria cadeia de fornecimento, para o público-alvo, para conectar a organização com seu entorno. Isso garante produtos mais inovadores, processos mais fluidos, cultura organizacional mais forte e reputação. O desafio aqui é garantir que a inclusão esteja em todas as etapas e não apenas na porta de entrada. Isso gera diversidade”

Como exemplo prático, a ASAS (Agência de Soluções Ambientais e Sociais), fundada em 2005, vem estruturando práticas que já faziam parte de sua cultura. A empresa conta atualmente com 20 colaboradores CLT e 23 estagiários de diferentes raças, religiões e gêneros.

“A ASAS sempre foi uma empresa diversa, mas nunca tínhamos tido um olhar mais aprofundado sobre essa questão. A partir do início do processo (de adequação para o Selo ESG Sebrae), desenvolvemos um código de ética e cartilha DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), realizamos uma palestra para toda a nossa equipe sobre diversidade corporativa e realizamos uma pesquisa interna para entender melhor o perfil de nossa equipe”

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relata Daniela Lacombe, diretora da empresa. O levantamento foi feito de forma anônima e abordou gênero, orientação sexual, raça e deficiência, além de avaliar a percepção da equipe sobre respeito à diversidade. A maioria dos participantes classificou essa relação como positiva ou muito positiva, segundo Daniela. A pesquisa também gerou sugestões, como a criação de um canal de denúncias e processos seletivos voltados à diversidade.

“O mais interessante foi perceber que ESG não é só sobre grandes projetos. Muitas vezes são mudanças simples, como acompanhar indicadores, orientar a equipe ou estabelecer critérios mais claros para escolher fornecedores”

Daniela acrescenta que a principal mudança foi maior atenção às pessoas e às relações internas, com diversidade, ética e respeito passando a integrar as conversas do dia a dia.

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Para quem dirige pequenos negócios, a orientação é começar por passos factíveis: reconhecer barreiras, rever critérios de contratação, ampliar diversidade nas equipes, combater preconceitos, garantir respeito e oferecer oportunidades de desenvolvimento de forma mais equitativa. O olhar pode se estender à cadeia de valor, valorizando fornecedores diversos, empreendedoras locais, pessoas com deficiência, negócios periféricos e produtores da agricultura familiar — decisões de gestão que podem gerar impacto social sem exigir grandes investimentos.

“Não se trata de fazer tudo de uma vez, mas de medir, definir metas, implementar ações e evoluir continuamente”

ressalta Mona Paula, sobre a contribuição do Selo ESG Sebrae para ajudar o pequeno negócio a sair do discurso e transformar ESG em prática.

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Diversidade e inclusão podem ir além de uma pauta social e tornar-se estratégia para fortalecer pequenos negócios. Na Plataforma Crescimento Sustentável, o Sebrae oferece um diagnóstico que ajuda empreendedores a avaliar práticas ESG e identificar oportunidades para tornar suas empresas mais inclusivas, fortalecer a cultura organizacional, estimular a inovação e aumentar o acesso a mercados.

O diagnóstico aponta caminhos para que ações ligadas à diversidade sejam incorporadas à gestão cotidiana das empresas, com foco em medidas práticas e ajustáveis à realidade de cada negócio. A proposta é transformar intenções em práticas mensuráveis, com prioridades definidas e avanço gradual.

“Empresas mais inclusivas ampliam talentos, conhecem melhor seus clientes, inovam mais e fortalecem sua reputação. ESG, para o pequeno negócio, é fazer escolhas responsáveis dentro da realidade que ele tem hoje”

afirma Mona Paula Nóbrega, gerente da Unidade de Negócios de Impacto do Sebrae-RN. Ela destaca que equipes diversas trazem diferentes perspectivas e contribuem para organizações mais fortes, resilientes e inovadoras, e que a inclusão precisa extrapolar os limites internos da empresa.

“Importante ampliar esse olhar para a própria cadeia de fornecimento, para o público-alvo, para conectar a organização com seu entorno. Isso garante produtos mais inovadores, processos mais fluidos, cultura organizacional mais forte e reputação. O desafio aqui é garantir que a inclusão esteja em todas as etapas e não apenas na porta de entrada. Isso gera diversidade”

Como exemplo prático, a ASAS (Agência de Soluções Ambientais e Sociais), fundada em 2005, vem estruturando práticas que já faziam parte de sua cultura. A empresa conta atualmente com 20 colaboradores CLT e 23 estagiários de diferentes raças, religiões e gêneros.

“A ASAS sempre foi uma empresa diversa, mas nunca tínhamos tido um olhar mais aprofundado sobre essa questão. A partir do início do processo (de adequação para o Selo ESG Sebrae), desenvolvemos um código de ética e cartilha DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), realizamos uma palestra para toda a nossa equipe sobre diversidade corporativa e realizamos uma pesquisa interna para entender melhor o perfil de nossa equipe”

relata Daniela Lacombe, diretora da empresa. O levantamento foi feito de forma anônima e abordou gênero, orientação sexual, raça e deficiência, além de avaliar a percepção da equipe sobre respeito à diversidade. A maioria dos participantes classificou essa relação como positiva ou muito positiva, segundo Daniela. A pesquisa também gerou sugestões, como a criação de um canal de denúncias e processos seletivos voltados à diversidade.

“O mais interessante foi perceber que ESG não é só sobre grandes projetos. Muitas vezes são mudanças simples, como acompanhar indicadores, orientar a equipe ou estabelecer critérios mais claros para escolher fornecedores”

Daniela acrescenta que a principal mudança foi maior atenção às pessoas e às relações internas, com diversidade, ética e respeito passando a integrar as conversas do dia a dia.

Para quem dirige pequenos negócios, a orientação é começar por passos factíveis: reconhecer barreiras, rever critérios de contratação, ampliar diversidade nas equipes, combater preconceitos, garantir respeito e oferecer oportunidades de desenvolvimento de forma mais equitativa. O olhar pode se estender à cadeia de valor, valorizando fornecedores diversos, empreendedoras locais, pessoas com deficiência, negócios periféricos e produtores da agricultura familiar — decisões de gestão que podem gerar impacto social sem exigir grandes investimentos.

“Não se trata de fazer tudo de uma vez, mas de medir, definir metas, implementar ações e evoluir continuamente”

ressalta Mona Paula, sobre a contribuição do Selo ESG Sebrae para ajudar o pequeno negócio a sair do discurso e transformar ESG em prática.

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