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Veja onde cafeteira elétrica sai mais barata que fogão a gás em 5 capitais

Simulação para 500 mL diários em cinco capitais mostra que a cafeteira elétrica sai mais barata que o fogão a gás; veja tarifas e valores.

02/10/2026 · 20h15 · Atualizado às 09h22
Veja onde cafeteira elétrica sai mais barata que fogão a gás em 5 capitais

Comparamos os modelos mais vendidos e calculamos o custo de preparar 500 mL de café por dia. Simulando cinco minutos de uso, a pesquisa revela variação nos gastos conforme equipamento e tarifa de energia.

Preparar café é hábito de muitos brasileiros, mas quanto custa esquentar a água e preparar a bebida? A comparação entre cafeteira elétrica e fogão a gás pode mostrar diferenças pequenas no consumo por preparo, mas com impacto variável no bolso dependendo do equipamento e dos preços de energia da região.

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Para descobrir qual método é mais econômico, foram selecionados dois equipamentos — os mais vendidos em suas categorias — e calculou-se o custo de preparar 500 mL de café diariamente. A comparação considera cinco minutos de funcionamento para cada aparelho e simula os gastos acumulados ao longo de 30 dias em cinco capitais brasileiras.

Os modelos considerados foram a cafeteira elétrica Mondial Dolce Arome Black (C-30-18X-FB), com potência de 550 W, e o fogão Consul Inox de quatro bocas (CFO4NAR), usando o queimador grande com potência térmica de 2,75 kW em fogo alto.

Na cafeteira, o consumo estimado foi calculado multiplicando a potência pelo tempo de funcionamento. No fogão, cruzou-se a potência do queimador com o poder calorífico do GLP para estimar a massa de gás consumida.

Os cálculos considerados cinco minutos de funcionamento para ambos os aparelhos e resultaram em:

• Cafeteira elétrica: 0,55 kW × (5 ÷ 60 horas) = aproximadamente 0,0458 kWh por preparo;

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• Fogão a gás: 2,75 kW × 300 segundos ÷ 46.470 kJ/kg = aproximadamente 17,75 gramas de GLP por preparo.

Com esses valores, estimou-se o consumo mensal para 30 preparos: cerca de 1,375 kWh para a cafeteira e aproximadamente 532,6 gramas de GLP para o fogão.

Para transformar os consumos em reais, foram utilizadas tarifas de energia de referência e preços médios municipais do botijão P13, relativos à semana de 20 a 26 de setembro de 2026. As tarifas de energia consideradas foram: Fortaleza R$ 0,97/kWh; São Paulo R$ 0,95/kWh; Curitiba R$ 0,85/kWh; Manaus R$ 0,84/kWh; Brasília R$ 0,83/kWh.

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Comparação por capital

Fortaleza

  • Tarifa de energia: R$ 0,97/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 112,49
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,33
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,61

São Paulo

  • Tarifa de energia: R$ 0,95/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 119,80
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,31
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,91

Curitiba

  • Tarifa de energia: R$ 0,85/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 112,57
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,17
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,61

Manaus

  • Tarifa de energia: R$ 0,84/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 129,27
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,16
  • Consumo fogão/mês: R$ 5,30

Brasília

  • Tarifa de energia: R$ 0,83/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 107,61
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,14
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,41

Os cálculos mostram que, nas condições estabelecidas, a cafeteira elétrica apresentou menor custo energético nas cinco capitais analisadas. Em São Paulo, por exemplo, preparar café diariamente custaria aproximadamente R$ 1,31 por mês com a Mondial, contra R$ 4,91 no fogão Consul. Manaus apresentou a maior diferença: R$ 1,16 pela cafeteira ante R$ 5,30 pelo fogão, influenciada pelo preço mais elevado do botijão.

Apesar da diferença percentual, a economia absoluta é relativamente pequena: nas capitais consideradas, usar a cafeteira representaria uma redução estimada de R$ 3,08 a R$ 4,14 por mês em comparação com o fogão.

Fatores que podem aumentar o gasto incluem a quantidade de água preparada, o tempo de funcionamento e hábitos de uso. No caso da cafeteira Mondial, deixar o aparelho ligado após o preparo pode elevar o consumo devido à placa de aquecimento que mantém a bebida quente. No fogão, intensidade da chama, tamanho do recipiente e eficiência na transferência de calor também alteram o consumo de gás. A comparação considerou apenas custos energéticos e o fogão foi usado exclusivamente para aquecer a água.

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Comparamos os modelos mais vendidos e calculamos o custo de preparar 500 mL de café por dia. Simulando cinco minutos de uso, a pesquisa revela variação nos gastos conforme equipamento e tarifa de energia.

Preparar café é hábito de muitos brasileiros, mas quanto custa esquentar a água e preparar a bebida? A comparação entre cafeteira elétrica e fogão a gás pode mostrar diferenças pequenas no consumo por preparo, mas com impacto variável no bolso dependendo do equipamento e dos preços de energia da região.

Para descobrir qual método é mais econômico, foram selecionados dois equipamentos — os mais vendidos em suas categorias — e calculou-se o custo de preparar 500 mL de café diariamente. A comparação considera cinco minutos de funcionamento para cada aparelho e simula os gastos acumulados ao longo de 30 dias em cinco capitais brasileiras.

Os modelos considerados foram a cafeteira elétrica Mondial Dolce Arome Black (C-30-18X-FB), com potência de 550 W, e o fogão Consul Inox de quatro bocas (CFO4NAR), usando o queimador grande com potência térmica de 2,75 kW em fogo alto.

Na cafeteira, o consumo estimado foi calculado multiplicando a potência pelo tempo de funcionamento. No fogão, cruzou-se a potência do queimador com o poder calorífico do GLP para estimar a massa de gás consumida.

Os cálculos considerados cinco minutos de funcionamento para ambos os aparelhos e resultaram em:

• Cafeteira elétrica: 0,55 kW × (5 ÷ 60 horas) = aproximadamente 0,0458 kWh por preparo;

• Fogão a gás: 2,75 kW × 300 segundos ÷ 46.470 kJ/kg = aproximadamente 17,75 gramas de GLP por preparo.

Com esses valores, estimou-se o consumo mensal para 30 preparos: cerca de 1,375 kWh para a cafeteira e aproximadamente 532,6 gramas de GLP para o fogão.

Para transformar os consumos em reais, foram utilizadas tarifas de energia de referência e preços médios municipais do botijão P13, relativos à semana de 20 a 26 de setembro de 2026. As tarifas de energia consideradas foram: Fortaleza R$ 0,97/kWh; São Paulo R$ 0,95/kWh; Curitiba R$ 0,85/kWh; Manaus R$ 0,84/kWh; Brasília R$ 0,83/kWh.

Comparação por capital

Fortaleza

  • Tarifa de energia: R$ 0,97/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 112,49
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,33
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,61

São Paulo

  • Tarifa de energia: R$ 0,95/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 119,80
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,31
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,91

Curitiba

  • Tarifa de energia: R$ 0,85/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 112,57
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,17
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,61

Manaus

  • Tarifa de energia: R$ 0,84/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 129,27
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,16
  • Consumo fogão/mês: R$ 5,30

Brasília

  • Tarifa de energia: R$ 0,83/kWh
  • Botijão P13 (preço médio): R$ 107,61
  • Consumo cafeteira/mês: R$ 1,14
  • Consumo fogão/mês: R$ 4,41

Os cálculos mostram que, nas condições estabelecidas, a cafeteira elétrica apresentou menor custo energético nas cinco capitais analisadas. Em São Paulo, por exemplo, preparar café diariamente custaria aproximadamente R$ 1,31 por mês com a Mondial, contra R$ 4,91 no fogão Consul. Manaus apresentou a maior diferença: R$ 1,16 pela cafeteira ante R$ 5,30 pelo fogão, influenciada pelo preço mais elevado do botijão.

Apesar da diferença percentual, a economia absoluta é relativamente pequena: nas capitais consideradas, usar a cafeteira representaria uma redução estimada de R$ 3,08 a R$ 4,14 por mês em comparação com o fogão.

Fatores que podem aumentar o gasto incluem a quantidade de água preparada, o tempo de funcionamento e hábitos de uso. No caso da cafeteira Mondial, deixar o aparelho ligado após o preparo pode elevar o consumo devido à placa de aquecimento que mantém a bebida quente. No fogão, intensidade da chama, tamanho do recipiente e eficiência na transferência de calor também alteram o consumo de gás. A comparação considerou apenas custos energéticos e o fogão foi usado exclusivamente para aquecer a água.

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