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Globoplay vai produzir duas novelas simultâneas a partir de 2027

Globoplay mantém ordem de uma novela por ano (60-80 capítulos), mas planeja ampliar para pelo menos duas produções a partir de 2027.

03/10/2026 · 21h48 · Atualizado às 16h59
Globoplay vai produzir duas novelas simultâneas a partir de 2027

O streaming planeja dobrar o ritmo de ficção e produzir pelo menos dois folhetins simultâneos. A meta é ajustar cronogramas e ampliar a capacidade produtiva para lançamentos mais frequentes.

A ordem de uma produção de novelas por ano, com cerca de 60 a 80 capítulos, no Globoplay é o que ainda vale para todos os fins e efeitos. Essa configuração tem sido a referência para o streaming, que mantém uma cadência anual de lançamentos longos e com capítulos na faixa indicada.

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No entanto, tudo deve mudar a partir de 2027, porque já existe a ideia de trabalhar com pelo menos duas produções, considerando-se as condições que jogam a favor. A proposta é ampliar o volume de trabalho em ficção, ajustando cronogramas e capacidade produtiva para permitir a realização simultânea de mais de um projeto.

Por aí se entenda a existência de um grupo amplo de autores, capazes de suprir necessidades tanto para a televisão aberta quanto para o streaming, além de elenco, direção, equipe técnica, pessoal de apoio e estúdios. Esse conjunto de profissionais e estrutura técnica é apontado como elemento que possibilita a ampliação das produções sem comprometer qualidade editorial e de realização.

Entre as decisões já tomadas para esse novo momento, estão duas atrações que aparecem como próximas produções definidas. A primeira é “Paraíso Perdido”, assinada por George Moura e Sergio Goldenberg. A segunda é “Vida Dupla”, de Ricardo Linhares. Essas novelas integram o plano de expansão que começará a ser implementado a partir de 2027.

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O desenho previsto visa distribuir melhor a demanda por conteúdo, atender à concorrência crescente no mercado de streaming e fortalecer a oferta de novelas dentro da plataforma. A estratégia considera ainda a possibilidade de diversificação de formatos e de janelas de exibição, sem que a lógica de capítulos por produção deixe de existir, apenas sendo adaptada à nova escala produtiva.

Para a região e para o público que acompanha produções nacionais, a mudança representa maior oferta de títulos e potencial aumento de oportunidades de trabalho para profissionais locais e nacionais. A previsão de duas produções simultâneas a partir de 2027 sinaliza movimentação na indústria audiovisual e no setor de entretenimento, com reflexos na cadeia produtiva.

As informações disponíveis indicam que o plano de ampliação já tem diretrizes iniciais e títulos atribuídos, permanecendo sujeito a ajustes conforme avanços de planejamento e cronograma.

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A ordem de uma produção de novelas por ano, com cerca de 60 a 80 capítulos, no Globoplay é o que ainda vale para todos os fins e efeitos. Essa configuração tem sido a referência para o streaming, que mantém uma cadência anual de lançamentos longos e com capítulos na faixa indicada.

No entanto, tudo deve mudar a partir de 2027, porque já existe a ideia de trabalhar com pelo menos duas produções, considerando-se as condições que jogam a favor. A proposta é ampliar o volume de trabalho em ficção, ajustando cronogramas e capacidade produtiva para permitir a realização simultânea de mais de um projeto.

Por aí se entenda a existência de um grupo amplo de autores, capazes de suprir necessidades tanto para a televisão aberta quanto para o streaming, além de elenco, direção, equipe técnica, pessoal de apoio e estúdios. Esse conjunto de profissionais e estrutura técnica é apontado como elemento que possibilita a ampliação das produções sem comprometer qualidade editorial e de realização.

Entre as decisões já tomadas para esse novo momento, estão duas atrações que aparecem como próximas produções definidas. A primeira é “Paraíso Perdido”, assinada por George Moura e Sergio Goldenberg. A segunda é “Vida Dupla”, de Ricardo Linhares. Essas novelas integram o plano de expansão que começará a ser implementado a partir de 2027.

O desenho previsto visa distribuir melhor a demanda por conteúdo, atender à concorrência crescente no mercado de streaming e fortalecer a oferta de novelas dentro da plataforma. A estratégia considera ainda a possibilidade de diversificação de formatos e de janelas de exibição, sem que a lógica de capítulos por produção deixe de existir, apenas sendo adaptada à nova escala produtiva.

Para a região e para o público que acompanha produções nacionais, a mudança representa maior oferta de títulos e potencial aumento de oportunidades de trabalho para profissionais locais e nacionais. A previsão de duas produções simultâneas a partir de 2027 sinaliza movimentação na indústria audiovisual e no setor de entretenimento, com reflexos na cadeia produtiva.

As informações disponíveis indicam que o plano de ampliação já tem diretrizes iniciais e títulos atribuídos, permanecendo sujeito a ajustes conforme avanços de planejamento e cronograma.

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