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Aracaju, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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Política

Jorginho Mello reeleito em SC; Carol de Toni e Carlos Bolsonaro vão ao Senado

Jorginho Mello (PL) foi reeleito em 1º turno em Santa Catarina com 68,98% dos votos; Carol de Toni e Carlos Bolsonaro assumem vagas no Senado.

05/10/2026 · 13h18 · Atualizado às 17h06
Jorginho Mello reeleito em SC; Carol de Toni e Carlos Bolsonaro vão ao Senado

Com 100% das urnas apuradas, Jorginho Mello (PL) obteve 68,98% dos votos contra 15,66% de Gelson Merísio (PSB). No Senado, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro (PL) assumem vagas deixadas por Espiridião Amin (PP).

Jorginho Mello, do PL, foi reeleito em 1º turno para o governo de Santa Catarina. Com 100% das urnas apuradas, Mello somou 68,98% dos votos, contra 15,66% do segundo colocado, Gelson Merísio, do PSB.

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O governador reeleito tem 70 anos e iniciou a carreira política aos 18 anos, quando foi eleito vereador de Herval D’Oeste. Ao longo da trajetória, ocupou mandatos de deputado estadual, deputado federal e senador. Mello assume o governo de Santa Catarina pela segunda vez.

Na disputa ao Senado, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, assumem as vagas deixadas por Espiridião Amin, do PP, que tentava a reeleição, e Ivete da Silveira, do MDB.

Aos 40 anos, Carol de Toni soma dois mandatos como deputada federal e chegou a ser presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados em 2024. Ela começou na carreira política em 2016 como integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) e obteve 33,46% dos votos.

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O segundo senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, tem 43 anos e teve sete mandatos seguidos como vereador pelo Rio de Janeiro. Ele foi eleito pela primeira vez aos 17 anos, tornando-se o mais jovem vereador da história. Carlos recebeu 25,35% dos votos válidos.

Os resultados confirmaram a vitória de Mello em primeiro turno e também definiram duas vagas para o PL na representação catarinense no Senado. As candidaturas que deixaram as vagas — de Espiridião Amin, do PP, e de Ivete da Silveira, do MDB — não obtiveram êxito na tentativa de reeleição.

O cenário eleitoral em Santa Catarina refletiu percentuais expressivos para o candidato vitorioso ao governo, enquanto as vagas no Senado foram preenchidas por nomes já com trajetória política consolidada no âmbito federal e municipal.

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Os dados oficiais de apuração registraram a totalização dos votos e as porcentagens citadas nas apurações finais divulgadas ao término da contagem.

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Com 100% das urnas apuradas, Jorginho Mello (PL) obteve 68,98% dos votos contra 15,66% de Gelson Merísio (PSB). No Senado, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro (PL) assumem vagas deixadas por Espiridião Amin (PP).

Jorginho Mello, do PL, foi reeleito em 1º turno para o governo de Santa Catarina. Com 100% das urnas apuradas, Mello somou 68,98% dos votos, contra 15,66% do segundo colocado, Gelson Merísio, do PSB.

O governador reeleito tem 70 anos e iniciou a carreira política aos 18 anos, quando foi eleito vereador de Herval D’Oeste. Ao longo da trajetória, ocupou mandatos de deputado estadual, deputado federal e senador. Mello assume o governo de Santa Catarina pela segunda vez.

Na disputa ao Senado, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL, assumem as vagas deixadas por Espiridião Amin, do PP, que tentava a reeleição, e Ivete da Silveira, do MDB.

Aos 40 anos, Carol de Toni soma dois mandatos como deputada federal e chegou a ser presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados em 2024. Ela começou na carreira política em 2016 como integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) e obteve 33,46% dos votos.

O segundo senador eleito por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, tem 43 anos e teve sete mandatos seguidos como vereador pelo Rio de Janeiro. Ele foi eleito pela primeira vez aos 17 anos, tornando-se o mais jovem vereador da história. Carlos recebeu 25,35% dos votos válidos.

Os resultados confirmaram a vitória de Mello em primeiro turno e também definiram duas vagas para o PL na representação catarinense no Senado. As candidaturas que deixaram as vagas — de Espiridião Amin, do PP, e de Ivete da Silveira, do MDB — não obtiveram êxito na tentativa de reeleição.

O cenário eleitoral em Santa Catarina refletiu percentuais expressivos para o candidato vitorioso ao governo, enquanto as vagas no Senado foram preenchidas por nomes já com trajetória política consolidada no âmbito federal e municipal.

Os dados oficiais de apuração registraram a totalização dos votos e as porcentagens citadas nas apurações finais divulgadas ao término da contagem.

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