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Aracaju, Segunda-feira, 5 de outubro de 2026
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Previsão do mercado eleva IPCA 2026 a 5,01% e preocupa investidores

Boletim Focus mostra alta do IPCA para 5,01% em 2026; PIB teve leve queda nas projeções e Selic foi mantida em 13,5% para 2026.

05/10/2026 · 15h57
Previsão do mercado eleva IPCA 2026 a 5,01% e preocupa investidores

A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial em 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central. Foi a terceira alta consecutiva da estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.

Para 2027, a expectativa para a inflação recuou levemente, passando de 4,31% para 4,30%. Para 2028, a projeção foi mantida em 3,8%.

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Em relação ao crescimento da economia, a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 1,86% para 1,85% em 2026. Para 2027, a projeção recuou de 1,41% para 1,40%. Para 2028, a expectativa passou de 1,83% para 1,81%.

O Boletim Focus também trouxe as previsões para o câmbio. A projeção para a cotação do dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20. Para 2027, a expectativa foi mantida em R$ 5,28, e para 2028 continuou em R$ 5,30.

Sobre a política monetária, a expectativa para a taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 13,5% ao ano para o encerramento de 2026. Para 2027, os analistas mantiveram a previsão em 12% ao ano. Para 2028, a estimativa ficou estável, em 10,5% ao ano.

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A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter demanda aquecida, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Com menor consumo e investimento, a tendência é reduzir as pressões sobre os preços.

Quando reduz a Selic, o Banco Central busca estimular a atividade econômica. Juros menores facilitam o crédito e incentivam a produção e o consumo, o que pode impulsionar a economia, mas também aumentar as pressões inflacionárias.

Desde janeiro de 2025, o país adota o sistema de meta contínua de inflação. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, a inflação é considerada dentro da faixa se permanecer entre 1,5% e 4,5%.

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A projeção do mercado para 2026 continua acima do limite superior desse intervalo.

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A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial em 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, segundo o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (5) pelo Banco Central. Foi a terceira alta consecutiva da estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país.

Para 2027, a expectativa para a inflação recuou levemente, passando de 4,31% para 4,30%. Para 2028, a projeção foi mantida em 3,8%.

Em relação ao crescimento da economia, a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 1,86% para 1,85% em 2026. Para 2027, a projeção recuou de 1,41% para 1,40%. Para 2028, a expectativa passou de 1,83% para 1,81%.

O Boletim Focus também trouxe as previsões para o câmbio. A projeção para a cotação do dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20. Para 2027, a expectativa foi mantida em R$ 5,28, e para 2028 continuou em R$ 5,30.

Sobre a política monetária, a expectativa para a taxa básica de juros (Selic) foi mantida em 13,5% ao ano para o encerramento de 2026. Para 2027, os analistas mantiveram a previsão em 12% ao ano. Para 2028, a estimativa ficou estável, em 10,5% ao ano.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter demanda aquecida, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Com menor consumo e investimento, a tendência é reduzir as pressões sobre os preços.

Quando reduz a Selic, o Banco Central busca estimular a atividade econômica. Juros menores facilitam o crédito e incentivam a produção e o consumo, o que pode impulsionar a economia, mas também aumentar as pressões inflacionárias.

Desde janeiro de 2025, o país adota o sistema de meta contínua de inflação. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, a inflação é considerada dentro da faixa se permanecer entre 1,5% e 4,5%.

A projeção do mercado para 2026 continua acima do limite superior desse intervalo.

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