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Aracaju, Terça-feira, 6 de outubro de 2026
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Política

Zema confirma voto em Flávio Bolsonaro e pede impeachment do governo

Zema declarou que votará em Flávio Bolsonaro no 2º turno (25/10) e defendeu que a direita busque impeachment após o 1º turno (4/10).

06/10/2026 · 07h09 · Atualizado às 08h26
Zema confirma voto em Flávio Bolsonaro e pede impeachment do governo

Romeu Zema (Novo) disse nas redes, nesta segunda (5/10), que o resultado do primeiro turno foi uma 'mensagem clara' ao país. Ele pediu que a direita use sua força no Congresso para buscar impeachment.

O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, declarou nesta segunda-feira (5/10) que votará em Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Em pronunciamento publicado nas redes sociais, Zema também defendeu que a direita aproveite o avanço conquistado no Congresso Nacional para buscar o impeachment de integrantes do governo.

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No comunicado, o candidato avaliou o resultado das urnas no primeiro turno, realizado neste domingo (4/10), como uma mensagem clara ao país. Segundo Zema, o desempenho eleitoral teria sinalizado uma mudança no cenário político e aberto caminho para iniciativas no Legislativo.

Precisamos tirar os intocáveis de Brasília

Além da frase em tom de cobrança, Zema afirmou que o crescimento da direita na Câmara dos Deputados e no Senado teria criado um quadro em que já haveria parlamentares suficientes para apresentar um pedido de impeachment. A declaração manteve o tom institucional, apontando para a articulação parlamentar como instrumento para eventuais medidas contra membros do governo.

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O anúncio da declaração ocorreu por meio de postagem em redes sociais, em que o candidato expôs sua posição sobre o segundo turno e sobre as consequências políticas do resultado do primeiro turno. O pronunciamento relacionou a orientação de voto a uma estratégia mais ampla de atuação do campo político ao qual se associou no pleito.

O segundo turno está agendado para 25 de outubro. Zema, que disputou a Presidência como representante do Novo, mantém a posição pública de indicar apoio em favor de Flávio Bolsonaro no embate final da corrida presidencial, conforme o pronunciamento divulgado no dia 5 de outubro.

Na declaração, o candidato também sublinhou a necessidade de capitalizar o suposto avanço no Congresso para promover mudanças na gestão federal. Segundo ele, o número de representantes alinhados politicamente teria criado as condições necessárias para a apresentação de pedidos de afastamento de autoridades.

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O teor do pronunciamento reforça o formato de campanha e de posicionamento de Zema no período entre o primeiro e o segundo turno, com foco tanto na orientação de voto quanto em ações institucionais que possam decorrer da composição do Congresso após a votação de 4 de outubro.

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Romeu Zema (Novo) disse nas redes, nesta segunda (5/10), que o resultado do primeiro turno foi uma 'mensagem clara' ao país. Ele pediu que a direita use sua força no Congresso para buscar impeachment.

O ex-governador de Minas Gerais e candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, declarou nesta segunda-feira (5/10) que votará em Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. Em pronunciamento publicado nas redes sociais, Zema também defendeu que a direita aproveite o avanço conquistado no Congresso Nacional para buscar o impeachment de integrantes do governo.

No comunicado, o candidato avaliou o resultado das urnas no primeiro turno, realizado neste domingo (4/10), como uma mensagem clara ao país. Segundo Zema, o desempenho eleitoral teria sinalizado uma mudança no cenário político e aberto caminho para iniciativas no Legislativo.

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Além da frase em tom de cobrança, Zema afirmou que o crescimento da direita na Câmara dos Deputados e no Senado teria criado um quadro em que já haveria parlamentares suficientes para apresentar um pedido de impeachment. A declaração manteve o tom institucional, apontando para a articulação parlamentar como instrumento para eventuais medidas contra membros do governo.

O anúncio da declaração ocorreu por meio de postagem em redes sociais, em que o candidato expôs sua posição sobre o segundo turno e sobre as consequências políticas do resultado do primeiro turno. O pronunciamento relacionou a orientação de voto a uma estratégia mais ampla de atuação do campo político ao qual se associou no pleito.

O segundo turno está agendado para 25 de outubro. Zema, que disputou a Presidência como representante do Novo, mantém a posição pública de indicar apoio em favor de Flávio Bolsonaro no embate final da corrida presidencial, conforme o pronunciamento divulgado no dia 5 de outubro.

Na declaração, o candidato também sublinhou a necessidade de capitalizar o suposto avanço no Congresso para promover mudanças na gestão federal. Segundo ele, o número de representantes alinhados politicamente teria criado as condições necessárias para a apresentação de pedidos de afastamento de autoridades.

O teor do pronunciamento reforça o formato de campanha e de posicionamento de Zema no período entre o primeiro e o segundo turno, com foco tanto na orientação de voto quanto em ações institucionais que possam decorrer da composição do Congresso após a votação de 4 de outubro.

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