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Aracaju, Quinta-feira, 8 de outubro de 2026
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Economia

Eco Invest valida R$ 49,95 bi para investimentos verdes em seis cadeias

5º leilão do Eco Invest homologou R$ 49,95 bi para fundos, crédito e pesquisa em seis cadeias produtivas.

07/10/2026 · 21h21 · Atualizado às 13h15
Eco Invest valida R$ 49,95 bi para investimentos verdes em seis cadeias

Quinto leilão homologou R$ 49,95 bi em projetos de inovação e transição ecológica para seis cadeias produtivas. A rodada teve R$ 181,3 bi em demanda de seis instituições e foi ratificada pelo comitê executivo.

O quinto Leilão do Eco Invest Brasil teve R$ 49,95 bilhões em propostas homologadas para investimentos verdes, destinados a seis cadeias produtivas ligadas à inovação e à transformação ecológica. A rodada recebeu uma demanda total de R$ 181,3 bilhões, apresentada por seis instituições financeiras. O resultado foi homologado nesta quarta-feira (7) pelo Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, formado por representantes dos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

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Números do leilão

  • R$ 49,95 bilhões: potencial de investimentos homologados
  • R$ 181,3 bilhões: demanda apresentada pelos bancos
  • Seis cadeias produtivas: contempladas
  • Seis instituições financeiras: participantes
  • R$ 13,2 bilhões: capital público catalítico
  • R$ 250 milhões: mínimo previsto em doações no primeiro ano
  • 3,8 vezes: alavancagem — cada R$ 1 do Tesouro gera R$ 3,8 em recursos privados

Os recursos homologados serão direcionados a fundos de inovação, linhas de crédito corporativo e projetos de pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica. O modelo do leilão prevê que cada instituição financeira atue em uma ou mais cadeias estratégicas, de acordo com sua capacidade de mobilizar capital privado.

Selecionados

Bancos que participaram da disputa

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • Citibank
  • HSBC
  • Itaú
  • Santander

Instituições selecionadas para estruturar fundos e operações

  • Bradesco: circularidade de resíduos minerais, fertilizantes verdes e química verde — R$ 28,5 bilhões em potencial
  • Itaú: automação e inteligência artificial — R$ 9,75 bilhões
  • Santander: minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica — R$ 6,5 bilhões
  • HSBC: combustíveis verdes avançados, biogás e biometano — R$ 5,2 bilhões

Cadeias produtivas e atividades

  • Circularidade de resíduos minerais e industriais: R$ 11 bilhões
  • Fertilizantes verdes, bioinsumos e proteínas alternativas: R$ 9 bilhões
  • Biomateriais e química verde: R$ 8,5 bilhões
  • Automação e inteligência artificial: R$ 9,75 bilhões
  • Minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica: R$ 6,5 bilhões
  • Combustíveis verdes avançados, biogás e biometano: R$ 5,2 bilhões

Entre as atividades indicadas pelos bancos, a reciclagem e valorização de resíduos concentrou R$ 8,8 bilhões, enquanto automação, robótica e manufatura inteligente reuniram cerca de R$ 8,11 bilhões. Biofertilizantes, bioinsumos e biodefensivos representaram R$ 7,2 bilhões, e baterias e sistemas de armazenamento de energia somaram R$ 4,55 bilhões.

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Capital público e mecanismo financeiro

  • R$ 9 bilhões: destinados aos fundos de inovação
  • R$ 4,2 bilhões: destinados ao crédito corporativo

O mecanismo utiliza recursos públicos para reduzir riscos e estimular a entrada de capital privado. A estrutura de blended finance busca ampliar o volume de recursos disponíveis sem transformar o dinheiro público em fonte prioritária de rentabilidade para as instituições financeiras. A alavancagem global do leilão ficou em aproximadamente 3,8 vezes.

Além dos fundos e das linhas de crédito, os bancos selecionados terão de destinar recursos não reembolsáveis à pesquisa aplicada e ao empreendedorismo de base tecnológica. A previsão foi de pelo menos R$ 250 milhões em doações no primeiro ano para universidades e instituições científicas, tecnológicas e de inovação, com o objetivo de aproximar empresas, instituições de pesquisa, startups e investidores e facilitar a passagem de novas tecnologias do desenvolvimento à produção em escala.

Criado no âmbito do Plano de Transformação Ecológica, o Eco Invest Brasil buscou atrair investimentos privados para a transição ecológica e o desenvolvimento sustentável. Nos quatro primeiros leilões, o programa havia mobilizado mais de R$ 140 bilhões; com os R$ 49,95 bilhões homologados na quinta rodada, o volume acumulado se aproximou de R$ 200 bilhões. O governo considerou o programa uma das principais plataformas de financiamento climático e de desenvolvimento sustentável do país.

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Quinto leilão homologou R$ 49,95 bi em projetos de inovação e transição ecológica para seis cadeias produtivas. A rodada teve R$ 181,3 bi em demanda de seis instituições e foi ratificada pelo comitê executivo.

O quinto Leilão do Eco Invest Brasil teve R$ 49,95 bilhões em propostas homologadas para investimentos verdes, destinados a seis cadeias produtivas ligadas à inovação e à transformação ecológica. A rodada recebeu uma demanda total de R$ 181,3 bilhões, apresentada por seis instituições financeiras. O resultado foi homologado nesta quarta-feira (7) pelo Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, formado por representantes dos ministérios da Fazenda e do Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Números do leilão

  • R$ 49,95 bilhões: potencial de investimentos homologados
  • R$ 181,3 bilhões: demanda apresentada pelos bancos
  • Seis cadeias produtivas: contempladas
  • Seis instituições financeiras: participantes
  • R$ 13,2 bilhões: capital público catalítico
  • R$ 250 milhões: mínimo previsto em doações no primeiro ano
  • 3,8 vezes: alavancagem — cada R$ 1 do Tesouro gera R$ 3,8 em recursos privados

Os recursos homologados serão direcionados a fundos de inovação, linhas de crédito corporativo e projetos de pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica. O modelo do leilão prevê que cada instituição financeira atue em uma ou mais cadeias estratégicas, de acordo com sua capacidade de mobilizar capital privado.

Selecionados

Bancos que participaram da disputa

  • Banco do Brasil
  • Bradesco
  • Citibank
  • HSBC
  • Itaú
  • Santander

Instituições selecionadas para estruturar fundos e operações

  • Bradesco: circularidade de resíduos minerais, fertilizantes verdes e química verde — R$ 28,5 bilhões em potencial
  • Itaú: automação e inteligência artificial — R$ 9,75 bilhões
  • Santander: minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica — R$ 6,5 bilhões
  • HSBC: combustíveis verdes avançados, biogás e biometano — R$ 5,2 bilhões

Cadeias produtivas e atividades

  • Circularidade de resíduos minerais e industriais: R$ 11 bilhões
  • Fertilizantes verdes, bioinsumos e proteínas alternativas: R$ 9 bilhões
  • Biomateriais e química verde: R$ 8,5 bilhões
  • Automação e inteligência artificial: R$ 9,75 bilhões
  • Minerais críticos, baterias e mobilidade elétrica: R$ 6,5 bilhões
  • Combustíveis verdes avançados, biogás e biometano: R$ 5,2 bilhões

Entre as atividades indicadas pelos bancos, a reciclagem e valorização de resíduos concentrou R$ 8,8 bilhões, enquanto automação, robótica e manufatura inteligente reuniram cerca de R$ 8,11 bilhões. Biofertilizantes, bioinsumos e biodefensivos representaram R$ 7,2 bilhões, e baterias e sistemas de armazenamento de energia somaram R$ 4,55 bilhões.

Capital público e mecanismo financeiro

  • R$ 9 bilhões: destinados aos fundos de inovação
  • R$ 4,2 bilhões: destinados ao crédito corporativo

O mecanismo utiliza recursos públicos para reduzir riscos e estimular a entrada de capital privado. A estrutura de blended finance busca ampliar o volume de recursos disponíveis sem transformar o dinheiro público em fonte prioritária de rentabilidade para as instituições financeiras. A alavancagem global do leilão ficou em aproximadamente 3,8 vezes.

Além dos fundos e das linhas de crédito, os bancos selecionados terão de destinar recursos não reembolsáveis à pesquisa aplicada e ao empreendedorismo de base tecnológica. A previsão foi de pelo menos R$ 250 milhões em doações no primeiro ano para universidades e instituições científicas, tecnológicas e de inovação, com o objetivo de aproximar empresas, instituições de pesquisa, startups e investidores e facilitar a passagem de novas tecnologias do desenvolvimento à produção em escala.

Criado no âmbito do Plano de Transformação Ecológica, o Eco Invest Brasil buscou atrair investimentos privados para a transição ecológica e o desenvolvimento sustentável. Nos quatro primeiros leilões, o programa havia mobilizado mais de R$ 140 bilhões; com os R$ 49,95 bilhões homologados na quinta rodada, o volume acumulado se aproximou de R$ 200 bilhões. O governo considerou o programa uma das principais plataformas de financiamento climático e de desenvolvimento sustentável do país.

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