Novas fotos da sessão que gerou a capa de Fine Line mostraram um retrato nu de Harry Styles, descartado em 2019. A imagem integrará Tim Walker's Fairyland, que abre sexta na National Portrait Gallery, em Londres.
Novas imagens da sessão que produziu a capa de Fine Line, de Harry Styles, vieram a público e um retrato do cantor nu figura entre elas. A foto, feita pelo fotógrafo Tim Walker e descartada na época da sessão do segundo álbum de Harry, de 2019, estará na exposição “Tim Walker’s Fairyland: Love and Legends”, que abre nesta sexta-feira (9) na National Portrait Gallery, em Londres.
A mostra reúne trabalhos realizados ao longo de cinco anos e explora identidade, comunidade e amor queer pelas lentes de Walker, considerado um dos principais fotógrafos britânicos. Segundo informações sobre o projeto, o fotógrafo registrou cerca de 250 pessoas ligadas à cultura, ao ativismo e à história queer.
O projeto é descrito como uma homenagem a mais de 50 anos de ativismo, comunidade e amor da população LGBTQIA+, reunindo nomes conhecidos e ativistas, performers, artistas, escritores e outros. Além do retrato de Harry Styles, estão na exposição Chappell Roan, Lady Gaga, Hunter Schafer, Frank Ocean, Ian McKellen e Miriam Margolyes, entre outros.
Walker fotografou Harry, hoje com 32 anos, para a arte de Fine Line, que segue como uma das fases de maior sucesso comercial do cantor. Fine Line estreou em primeiro lugar no Billboard 200 em dezembro de 2019. Foi o segundo número 1 de Harry na parada e, na época, representou a maior semana de um álbum pop de um artista masculino em mais de quatro anos.
O museu informa que a mostra inclui nudez, temas adultos e algumas imagens sexualmente explícitas, indicando que o retrato de Harry não será a única imagem de teor adulto a integrar a programação.
“Tim Walker’s Fairyland: Love and Legends” ficará em cartaz na National Portrait Gallery, em Londres, de sexta-feira (9) a 7 de fevereiro de 2027. A presença do retrato descartado da sessão de 2019 chama atenção tanto pelo contexto artístico do autor quanto pela discussão sobre representações do corpo e da comunidade queer em espaços institucionais.
Por reunir trabalhos realizados ao longo de anos e figuras de diferentes áreas, a exposição promete provocar debates sobre memória, ativismo e visibilidade, ao mesmo tempo em que apresenta imagens inéditas ou pouco conhecidas do público em geral.

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