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Aracaju, Segunda-feira, 12 de outubro de 2026
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Esporte

Flamengo leva protesto ao gramado por veto às casas de apostas

Flamengo exibiu na camisa a frase "Proibir não é proteger" contra a proibição das casas de apostas; medida provisória foi assinada pelo presidente.

12/10/2026 · 09h07 · Atualizado às 10h52
Flamengo leva protesto ao gramado por veto às casas de apostas

Na Vila Belmiro, durante o jogo com o Santos, o clube exibiu a mensagem 'Proibir não é proteger' na camisa e em painéis. A ação criticou a medida provisória que restringe o setor.

O Flamengo levou para dentro de campo uma manifestação contra a proibição das casas de apostas esportivas no Brasil. Na partida diante do Santos, disputada nesta quinta-feira (8), pelo Campeonato Brasileiro, o clube rubro-negro exibiu na camisa uma mensagem crítica à medida provisória que restringiu a atuação do setor no país.

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Proibir não é proteger

A frase escolhida para o protesto também foi exibida em painéis publicitários nos estádios durante a retomada do futebol após a Data Fifa e estava visível na Vila Belmiro, palco do confronto entre as equipes. A ação do clube teve caráter de posicionamento público sobre o tema que mobiliza o mercado e a política nacional.

A restrição às plataformas de apostas foi oficializada por meio de medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. A norma provocou impactos nos acordos comerciais de clubes brasileiros: com a nova regra, equipes precisaram suspender ou encerrar contratos de patrocínio ligados às empresas do segmento e agora dependem de uma definição do Congresso Nacional sobre o futuro da medida.

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O efeito econômico foi destacado como relevante pelas entidades do futebol: considerando apenas os times que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro, as perdas com acordos de patrocínio podem ultrapassar R$ 1 bilhão. Esse número reflete a soma de contratos interrompidos ou renegociados e traduz a incerteza sobre receitas que muitos clubes vinham contabilizando.

O protesto em campo do Flamengo aparece no contexto dessa disputa regulatória e financeira. Clubes, patrocinadores e agentes do setor aguardam desdobramentos legislativos para saber se a restrição será mantida, alterada ou revogada, o que terá impacto direto nos contratos e no planejamento orçamentário das equipes.

O tema permanece no centro do debate entre atores do futebol e do mercado de apostas, em especial enquanto o Congresso Nacional analisa a medida provisória e seus efeitos. A mobilização observada em estádios, com mensagens e painéis, revela a tentativa de clubes e parceiros de pressionar por uma definição que minimize perdas comerciais e mantenha previsibilidade para acordos futuros.

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Na Vila Belmiro, durante o jogo com o Santos, o clube exibiu a mensagem 'Proibir não é proteger' na camisa e em painéis. A ação criticou a medida provisória que restringe o setor.

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A restrição às plataformas de apostas foi oficializada por meio de medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. A norma provocou impactos nos acordos comerciais de clubes brasileiros: com a nova regra, equipes precisaram suspender ou encerrar contratos de patrocínio ligados às empresas do segmento e agora dependem de uma definição do Congresso Nacional sobre o futuro da medida.

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O protesto em campo do Flamengo aparece no contexto dessa disputa regulatória e financeira. Clubes, patrocinadores e agentes do setor aguardam desdobramentos legislativos para saber se a restrição será mantida, alterada ou revogada, o que terá impacto direto nos contratos e no planejamento orçamentário das equipes.

O tema permanece no centro do debate entre atores do futebol e do mercado de apostas, em especial enquanto o Congresso Nacional analisa a medida provisória e seus efeitos. A mobilização observada em estádios, com mensagens e painéis, revela a tentativa de clubes e parceiros de pressionar por uma definição que minimize perdas comerciais e mantenha previsibilidade para acordos futuros.

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