O corpo de um indígena de 40 anos foi achado na Ilha de São Pedro, em Porto da Folha, após três dias desaparecido. Ele saiu para pescar com arpão na quinta, às 7h; o GBS do Corpo de Bombeiros conduziu as buscas.
O corpo de um homem indígena de 40 anos, que estava desaparecido havia cerca de três dias, foi localizado no Rio São Francisco, na região da Ilha de São Pedro, em Porto da Folha, neste domingo (11).
Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBMSE), populares informaram que o homem havia saído para pescar com arpão na manhã da última quinta-feira, por volta das 7h, e não retornou. A corporação foi acionada no mesmo dia para iniciar as buscas.
As buscas foram conduzidas pela equipe de mergulho do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS) do Corpo de Bombeiros. Durante a operação, o cacique Bá, representante da aldeia indígena Xokó, e outros indígenas auxiliaram nos trabalhos, utilizando quatro embarcações para dar apoio às equipes de resgate.
Nesta manhã deste domingo (11), o corpo foi avistado por pescadores na área da Ilha de São Pedro. Os militares realizaram o resgate do corpo e, em seguida, a Criminalística e o Instituto Médico Legal (IML) foram acionados para procedimentos periciais e remoção.
A causa e as circunstâncias da morte serão investigadas pelas autoridades competentes. Não foram divulgadas informações adicionais sobre identificação oficial do homem além da idade e da condição de indígena.
O caso mobilizou equipes locais e moradores da região ribeirinha, que colaboraram com informações e apoio logístico durante a busca. As ações envolveram patrulhamento por embarcações e mergulhadores especializados do GBS, conforme informado pelo CBMSE.
Autoridades orientaram que, em situações de emergência no estado, a população deve acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193. Ainda não houve divulgação de um comunicado oficial com detalhes sobre o laudo do IML ou o prazo previsto para conclusão das investigações.
O episódio reforça a rotina de monitoramento e resposta a ocorrências no trecho sergipano do Rio São Francisco, onde comunidades ribeirinhas e indígenas mantêm forte ligação com a pesca e outras atividades tradicionais na região.

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