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Arábia Saudita promete retaliação após ataque Houthi ao aeroporto de Riad

Bombardeio dos houthis ao aeroporto de Riad deixou 14 mortos e mais de 300 feridos; também houve ataque em escola na França e sanções chinesas.

12/10/2026 · 21h42 · Atualizado às 08h30
Arábia Saudita promete retaliação após ataque Houthi ao aeroporto de Riad

Um bombardeio dos rebeldes houthis ao aeroporto da capital Riad terminou em mortos e feridos nesse fim de semana, e a Arábia Saudita prometeu uma resposta à altura. O ministro da Energia e membro da realeza do país, o príncipe Abdulaziz bin Salman, afirmou nesta segunda-feira (12) que os ataques foram graves e que a resposta saudita deve ser igualmente séria.

Segundo o relato das investidas, nos dois últimos dias os rebeldes houthis do Iêmen bombardearam o aeroporto de Riad. O número de mortos subiu para 14 e o de feridos já passa de 300. No domingo (11), o porta-voz militar dos houthis admitiu os ataques, que teriam sido uma resposta a ofensivas anteriores dos sauditas em áreas controladas pelo grupo rebelde.

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As declarações do príncipe Abdulaziz bin Salman e a admissão do porta-voz dos houthis consolidam a escalada de violência entre as partes, com impacto direto sobre a segurança na capital saudita e sobre o tráfego aéreo. Autoridades do país indicaram que medidas de retaliação serão adotadas, sem detalhar o formato ou o calendário dessas ações.

No mesmo fim de semana, um episódio de violência marcado em solo europeu mobilizou autoridades locais: perto de Marselha, no sul da França, um adolescente de 14 anos feriu duas pessoas com uma espingarda de caça dentro de uma escola. As duas vítimas foram hospitalizadas. O atirador foi imobilizado; pais e mães se dirigiram à escola assustados para buscar os filhos.

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Relatos indicam que o atirador foi contido e desarmado por um professor da escola antes da chegada das forças de segurança. As circunstâncias que motivaram a ação ainda estão sendo apuradas pelas autoridades francesas, que conduziram as primeiras diligências no local.

Também nesta segunda-feira, a China divulgou que impôs sanções a ministros de Estado do Paraguai e de Belize. A ação foi apresentada, segundo a porta-voz chinesa, como resposta à postura considerada anti-China desses dois países. Paraguai e Belize estão entre os 12 países que mantêm relações diplomáticas com Taiwan, que Pequim considera uma província; Taiwan, por sua vez, discorda dessa caracterização.

Os governos do Paraguai e de Belize não se pronunciaram sobre as sanções até o momento. Os episódios registrados no fim de semana e no início da semana apontam para tensões em diferentes frentes internacionais, com desdobramentos políticos e de segurança em vários países.

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Um bombardeio dos rebeldes houthis ao aeroporto da capital Riad terminou em mortos e feridos nesse fim de semana, e a Arábia Saudita prometeu uma resposta à altura. O ministro da Energia e membro da realeza do país, o príncipe Abdulaziz bin Salman, afirmou nesta segunda-feira (12) que os ataques foram graves e que a resposta saudita deve ser igualmente séria.

Segundo o relato das investidas, nos dois últimos dias os rebeldes houthis do Iêmen bombardearam o aeroporto de Riad. O número de mortos subiu para 14 e o de feridos já passa de 300. No domingo (11), o porta-voz militar dos houthis admitiu os ataques, que teriam sido uma resposta a ofensivas anteriores dos sauditas em áreas controladas pelo grupo rebelde.

As declarações do príncipe Abdulaziz bin Salman e a admissão do porta-voz dos houthis consolidam a escalada de violência entre as partes, com impacto direto sobre a segurança na capital saudita e sobre o tráfego aéreo. Autoridades do país indicaram que medidas de retaliação serão adotadas, sem detalhar o formato ou o calendário dessas ações.

No mesmo fim de semana, um episódio de violência marcado em solo europeu mobilizou autoridades locais: perto de Marselha, no sul da França, um adolescente de 14 anos feriu duas pessoas com uma espingarda de caça dentro de uma escola. As duas vítimas foram hospitalizadas. O atirador foi imobilizado; pais e mães se dirigiram à escola assustados para buscar os filhos.

Relatos indicam que o atirador foi contido e desarmado por um professor da escola antes da chegada das forças de segurança. As circunstâncias que motivaram a ação ainda estão sendo apuradas pelas autoridades francesas, que conduziram as primeiras diligências no local.

Também nesta segunda-feira, a China divulgou que impôs sanções a ministros de Estado do Paraguai e de Belize. A ação foi apresentada, segundo a porta-voz chinesa, como resposta à postura considerada anti-China desses dois países. Paraguai e Belize estão entre os 12 países que mantêm relações diplomáticas com Taiwan, que Pequim considera uma província; Taiwan, por sua vez, discorda dessa caracterização.

Os governos do Paraguai e de Belize não se pronunciaram sobre as sanções até o momento. Os episódios registrados no fim de semana e no início da semana apontam para tensões em diferentes frentes internacionais, com desdobramentos políticos e de segurança em vários países.

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