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Aracaju, Quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Dark Arisen transforma Dragon’s Dogma 2 — jogue agora

Expansão Dark Arisen amplia Dragon's Dogma 2 com Norgan: região congelada, alta dificuldade, novo loot e rápida progressão de níveis.

13/10/2026 · 22h27 · Atualizado às 08h12
Dark Arisen transforma Dragon’s Dogma 2 — jogue agora

Depois de largar DD2 por problemas no PC, o autor voltou ao jogo com Dark Arisen e várias atualizações. Após receber a key da Capcom, ele avançou até a nova região e garante: este é o melhor momento para jogar.

Dragon’s Dogma 2 chegou em março de 2024. Logo antes, o autor jogou o primeiro game pela curiosidade. Quando a sequência saiu, o desempenho na versão de PC estava tão ruim que o próprio jogador diz que “larguei de mão” e não voltou mais. Dois anos e meio depois, chegam a expansão Dark Arisen e várias atualizações, então o autor resolveu dar uma nova chance ao título.

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“já adianto: este é o melhor momento para jogar DD2.”

A Capcom enviou a key da DLC de Dragon’s Dogma 2, o que obrigou a avançar no game base não apenas até o ponto em que é possível entrar na nova região, mas também até alcançar o nível 40 recomendado pelos desenvolvedores. Por isso, a avaliação saiu depois do embargo: o objetivo foi testar tanto o acesso a Norgan quanto a progressão até o nível indicado.

Como entrar em Norgan não é complicado. Logo que se conhece o capitão Brant em Vernworth, a primeira grande cidade do jogo, basta avançar um pouco nas missões que ele propõe para surgirem duas opções extras relacionadas à DLC Dark Arisen. O principal obstáculo é o nível recomendado pela Capcom.

Quando se chega a esse ponto do jogo, está-se por volta do nível 20 (considerando um novo jogo), metade do recomendado, mas o autor tentou mesmo assim. Nesse nível, o primeiro inimigo comum do novo mapa consegue derrubar o jogador com um único golpe. O nível 20, entretanto, é recomendado para outra novidade da DLC: Rituais Perdidos, 12 desafios no mapa principal que rendem recursos atrelados à nova área.

Norgan é um dos destaques da expansão. Diferente da zona média típica de DLCs, a região é totalmente congelada e reúne campos abertos, montanhas, florestas, muitas cavernas, ruínas e até fortalezas inteiras. Há muita verticalidade, por isso os desenvolvedores adicionaram uma nova mecânica: cordas para escalar ou descer um paredão. Essas cordas só podem ser usadas em pontos específicos, uma espécie de “poste”, onde a corda é lançada; uma vez colocada, ela sai do inventário, mas permanece permanentemente naquele ponto, útil para encurtar trajetos verticais.

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Riachos e lagos congelados aparecem por toda Norgan; algumas áreas permitem andar sobre o gelo, mas ele pode quebrar durante a ação, e se um peão cair na água, o jogador o perde imediatamente. Trechos do mapa também têm nevascas severas, causadas por um elemento da história que surpreende sem revelar spoilers. Durante essas tempestades, o mapa não funciona e os peões não conseguem guiar o personagem: a exploração passa a ser feita às cegas. Para resistir, é preciso usar equipamentos com defesa específica ou pedras que aquecem; tudo isso só cessa quando a fonte da nevasca é eliminada.

O mapa é grande e ainda maior pela ausência da carroça de viagem rápida; a diversidade de ambientes evita sensação de monotonia. Algumas áreas só são desbloqueadas conforme o avanço na história principal, o que traz novos desafios, missões secundárias e loot de nível mais alto.

A dificuldade em Norgan é elevada. Mesmo entrando no nível 40 recomendado, os primeiros minutos mostram inimigos que batem forte e resistem muito aos golpes. No entanto, esses inimigos oferecem grande ganho de experiência: em menos de duas horas de exploração da DLC, o autor subiu 20 níveis e, ao fim, já estava acima do nível 120. Inimigos mais fracos equivalem aos orcs do mapa base; os encontrados mais adiante na DLC rendem experiência comparável à de grifos.

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A progressão rápida não elimina o desafio: conforme se avança pela campanha e desvenda novas regiões congeladas, a dificuldade permanece, especialmente contra inimigos de elite e chefes. Há novidades como o Pé Grande, dragões diferentes e adversários escondidos desafiadores, além do retorno de quase todos os encontrados no jogo base. As batalhas seguem épicas — um inimigo gigante com espadas cravadas no corpo chamava atenção: cada espada arrancada causava quase uma barra inteira de vida e virava loot.

Em Norgan, o sistema de obtenção de equipamentos também muda: não se compra um item em loja como no mapa principal. É preciso explorar e derrotar inimigos para garantir peças de loot, que precisam ser levadas para uma NPC.

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Depois de largar DD2 por problemas no PC, o autor voltou ao jogo com Dark Arisen e várias atualizações. Após receber a key da Capcom, ele avançou até a nova região e garante: este é o melhor momento para jogar.

Dragon’s Dogma 2 chegou em março de 2024. Logo antes, o autor jogou o primeiro game pela curiosidade. Quando a sequência saiu, o desempenho na versão de PC estava tão ruim que o próprio jogador diz que “larguei de mão” e não voltou mais. Dois anos e meio depois, chegam a expansão Dark Arisen e várias atualizações, então o autor resolveu dar uma nova chance ao título.

“já adianto: este é o melhor momento para jogar DD2.”

A Capcom enviou a key da DLC de Dragon’s Dogma 2, o que obrigou a avançar no game base não apenas até o ponto em que é possível entrar na nova região, mas também até alcançar o nível 40 recomendado pelos desenvolvedores. Por isso, a avaliação saiu depois do embargo: o objetivo foi testar tanto o acesso a Norgan quanto a progressão até o nível indicado.

Como entrar em Norgan não é complicado. Logo que se conhece o capitão Brant em Vernworth, a primeira grande cidade do jogo, basta avançar um pouco nas missões que ele propõe para surgirem duas opções extras relacionadas à DLC Dark Arisen. O principal obstáculo é o nível recomendado pela Capcom.

Quando se chega a esse ponto do jogo, está-se por volta do nível 20 (considerando um novo jogo), metade do recomendado, mas o autor tentou mesmo assim. Nesse nível, o primeiro inimigo comum do novo mapa consegue derrubar o jogador com um único golpe. O nível 20, entretanto, é recomendado para outra novidade da DLC: Rituais Perdidos, 12 desafios no mapa principal que rendem recursos atrelados à nova área.

Norgan é um dos destaques da expansão. Diferente da zona média típica de DLCs, a região é totalmente congelada e reúne campos abertos, montanhas, florestas, muitas cavernas, ruínas e até fortalezas inteiras. Há muita verticalidade, por isso os desenvolvedores adicionaram uma nova mecânica: cordas para escalar ou descer um paredão. Essas cordas só podem ser usadas em pontos específicos, uma espécie de “poste”, onde a corda é lançada; uma vez colocada, ela sai do inventário, mas permanece permanentemente naquele ponto, útil para encurtar trajetos verticais.

Riachos e lagos congelados aparecem por toda Norgan; algumas áreas permitem andar sobre o gelo, mas ele pode quebrar durante a ação, e se um peão cair na água, o jogador o perde imediatamente. Trechos do mapa também têm nevascas severas, causadas por um elemento da história que surpreende sem revelar spoilers. Durante essas tempestades, o mapa não funciona e os peões não conseguem guiar o personagem: a exploração passa a ser feita às cegas. Para resistir, é preciso usar equipamentos com defesa específica ou pedras que aquecem; tudo isso só cessa quando a fonte da nevasca é eliminada.

O mapa é grande e ainda maior pela ausência da carroça de viagem rápida; a diversidade de ambientes evita sensação de monotonia. Algumas áreas só são desbloqueadas conforme o avanço na história principal, o que traz novos desafios, missões secundárias e loot de nível mais alto.

A dificuldade em Norgan é elevada. Mesmo entrando no nível 40 recomendado, os primeiros minutos mostram inimigos que batem forte e resistem muito aos golpes. No entanto, esses inimigos oferecem grande ganho de experiência: em menos de duas horas de exploração da DLC, o autor subiu 20 níveis e, ao fim, já estava acima do nível 120. Inimigos mais fracos equivalem aos orcs do mapa base; os encontrados mais adiante na DLC rendem experiência comparável à de grifos.

A progressão rápida não elimina o desafio: conforme se avança pela campanha e desvenda novas regiões congeladas, a dificuldade permanece, especialmente contra inimigos de elite e chefes. Há novidades como o Pé Grande, dragões diferentes e adversários escondidos desafiadores, além do retorno de quase todos os encontrados no jogo base. As batalhas seguem épicas — um inimigo gigante com espadas cravadas no corpo chamava atenção: cada espada arrancada causava quase uma barra inteira de vida e virava loot.

Em Norgan, o sistema de obtenção de equipamentos também muda: não se compra um item em loja como no mapa principal. É preciso explorar e derrotar inimigos para garantir peças de loot, que precisam ser levadas para uma NPC.

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