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Aracaju, Sexta-feira, 16 de outubro de 2026
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Sociedade sergipana se despede do colunista e idealizador do prêmio ‘Gente Gentíssima’

O jornalismo social e a cena cultural de Sergipe estão de luto. Amigos, familiares e admiradores se despedem nesta sexta-feira (16) do colunista social Marcos Antônio Fernandes, amplamente conhecido na sociedade sergipana como Marcos Raffou. Ele faleceu aos 67 anos após um período de internação no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), em Aracaju, onde lutava contra um câncer.

16/10/2026 · 14h59
Sociedade sergipana se despede do colunista e idealizador do prêmio ‘Gente Gentíssima’

Natural de São Paulo, Raffou adotou Sergipe como lar e marcou a cena cultural do estado ao longo de décadas. Ele faleceu aos 67 anos em decorrência de um câncer.

O jornalismo social e a cena cultural de Sergipe estão de luto. Amigos, familiares e admiradores se despedem nesta sexta-feira (16) do colunista social Marcos Antônio Fernandes, amplamente conhecido na sociedade sergipana como Marcos Raffou. Ele faleceu aos 67 anos após um período de internação no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), em Aracaju, onde lutava contra um câncer.

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O velório está sendo realizado na Funerária Osaf, localizada no Centro da capital sergipana. O sepultamento do colunista está programado para as 16h desta sexta-feira, no Cemitério Santa Isabel.

Legado de elegância e reconhecimento

Embora fosse natural de São Paulo, Marcos Raffou construiu sua vida e sua trajetória profissional em Sergipe, estado que adotou com paixão. Em seus primeiros anos em Aracaju, destacou-se atuando como cabeleireiro, atendendo diversas autoridades e artistas locais.

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Com seu carisma e trânsito fácil na alta sociedade, Raffou encontrou sua verdadeira vocação no colunismo social. Ao longo de sua carreira, tornou-se um dos principais promotores da cena cultural e festiva do estado, sendo responsável pela organização de luxuosos bailes e eventos que movimentavam a capital.

Seu legado mais duradouro e lembrado, no entanto, é a idealização do prestigiado prêmio “Gente Gentíssima”. O troféu, que se tornou um marco no calendário de eventos de Sergipe, tinha como objetivo homenagear e reconhecer o trabalho de personalidades de destaque, empresas inovadoras e profissionais da imprensa que contribuíam para o desenvolvimento e a cultura do estado.

A partida de Marcos Raffou deixa uma lacuna nas coberturas sociais e na memória afetiva daqueles que acompanharam a elegância e a dedicação com que ele retratava a sociedade sergipana.

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Natural de São Paulo, Raffou adotou Sergipe como lar e marcou a cena cultural do estado ao longo de décadas. Ele faleceu aos 67 anos em decorrência de um câncer.

O jornalismo social e a cena cultural de Sergipe estão de luto. Amigos, familiares e admiradores se despedem nesta sexta-feira (16) do colunista social Marcos Antônio Fernandes, amplamente conhecido na sociedade sergipana como Marcos Raffou. Ele faleceu aos 67 anos após um período de internação no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse), em Aracaju, onde lutava contra um câncer.

O velório está sendo realizado na Funerária Osaf, localizada no Centro da capital sergipana. O sepultamento do colunista está programado para as 16h desta sexta-feira, no Cemitério Santa Isabel.

Legado de elegância e reconhecimento

Embora fosse natural de São Paulo, Marcos Raffou construiu sua vida e sua trajetória profissional em Sergipe, estado que adotou com paixão. Em seus primeiros anos em Aracaju, destacou-se atuando como cabeleireiro, atendendo diversas autoridades e artistas locais.

Com seu carisma e trânsito fácil na alta sociedade, Raffou encontrou sua verdadeira vocação no colunismo social. Ao longo de sua carreira, tornou-se um dos principais promotores da cena cultural e festiva do estado, sendo responsável pela organização de luxuosos bailes e eventos que movimentavam a capital.

Seu legado mais duradouro e lembrado, no entanto, é a idealização do prestigiado prêmio “Gente Gentíssima”. O troféu, que se tornou um marco no calendário de eventos de Sergipe, tinha como objetivo homenagear e reconhecer o trabalho de personalidades de destaque, empresas inovadoras e profissionais da imprensa que contribuíam para o desenvolvimento e a cultura do estado.

A partida de Marcos Raffou deixa uma lacuna nas coberturas sociais e na memória afetiva daqueles que acompanharam a elegância e a dedicação com que ele retratava a sociedade sergipana.

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