Estamos na semana decisiva da campanha. Jornalistas e emissoras devem checar fatos e separar opinião de informação. Evitar furos sem verificação é essencial para proteger o debate público.
Entramos em uma das semanas mais importantes para o futuro do país, em um cenário político conturbado, de tensões, incertezas e muitos interesses em jogo. Esse momento exige responsabilidade de todos, com destaque para a imprensa e os profissionais de jornalismo.
Mais do que nunca, será necessário separar fatos de versões, informação de opinião, sem permitir que preferências pessoais ou pressões comprometam a qualidade do trabalho. Não pode haver espaço para precipitações, para o desejo de dar furo sem checagem, nem para julgamentos antecipados ou conclusões sem fundamento.
O papel da imprensa é informar, esclarecer e oferecer ao público condições de formar suas próprias convicções. Em uma semana tão decisiva, a credibilidade do jornalismo também estará em jogo. Preservá-la deve estar acima de qualquer cor de partido, simpatia por candidato ou qualquer outro interesse. O texto observa, com pesar, que isso, lamentavelmente, ainda não vem ocorrendo na altura e com a responsabilidade que deveriam.
Justa e irretocável a frase da jornalista Barbara Gancia:
Jornalista profissional, trabalhando, é a favor da notícia. Na vida particular, ele é livre pra ser e pensar o que lhe convier
Se não misturar as coisas, já estará de bom tamanho, diz o comentário. Nas TVs em geral, há também um certo pavor em torno da redução de custos neste final e começo do próximo ano, com consequências que serão inerentes às decisões tomadas.
Dentro da própria RedeTV! há quem dê como certa e para muito breve a mudança para novas instalações. Também há quem afirme que um dos endereços mais prováveis é na Avenida Mofarrej, na Vila Leopoldina, já utilizada por outras emissoras. Por sua vez, na mesma emissora há quem não acredite nessa possibilidade, lembrando que a mudança já foi pensada antes e não ocorreu.
Hoje, considerando o cenário atual, a RedeTV! tem muito mais instalações do que a televisão que ela produz. São muitos estúdios e espaços vazios, o que, por uma questão de sustentabilidade, pesa na conta. Cada vez mais se percebe que, para fazer televisão de qualidade, os grandes aparatos entre equipamentos e instalações não são mais necessários e serão ainda menos nos próximos tempos.
Entre discussões de regras com os partidos e providências para debate, a Band precisou dos serviços de mais de uma centena de profissionais. Só o credenciamento da imprensa chegou perto de 150 jornalistas, incluindo a imprensa internacional.
A Record vai estrear em janeiro, na faixa das 22h45, a novela turca cujo título original é “Kara Para Aşk”; o título em português já foi escolhido. Até agora, a novela não tem dublagem e, na Netflix, é exibida com legenda. Os protagonistas são Tuba Büyüküstün e Engin Akyürek.
Como contraprogramação para o período do “BBB 27”, a Record definiu a exibição da novela. O reality, com 100 episódios, irá ao ar de 11 de janeiro a 21 de abril.
Nada está confirmado ainda, mas são enormes as possibilidades de novas mudanças no “SBT Cidades”, programa criado para Rodrigo Bocardi, que teve passagem breve pela atração. Como perdeu um pouco do sentido, o formato está em vias de ser bastante alterado ou de ganhar outro modelo.
Depois de “Renascer”, em 2024, Camila Morgado acertou com a Globo para a novela “Lá na Minha Terra”, próxima das 18h, em que interpreta Ismalia, a vilã da história.
No campo de atrações e variedades: o “Encontro com Patrícia Poeta”, nesta segunda-feira, direto de Angra dos Reis, também comemora os 50 anos dela. Susana Vieira participou de formato curto e vertical em “Escola Susana Vieira de Atuação”, do GloboPop, criada e dirigida por Caíto Mainier. A série documental “Marília Mendonça: Sentimento Louco” estreou no Prime Video na sexta-feira passada e aparece como forte candidata a boa audiência.
Entre novidades, o game “Na Ordem Certa” é uma das apostas do “Caldeirão do Mion”, com quatro competidores respondendo sobre temas variados. E, nas redes, a ausência de limites faz com que alguns escrevam textos extensos no X e repitam tudo em vídeo, prática considerada inconveniente por quem observa o mercado.
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