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Paris impõe toque de recolher após onda de protestos violentos

Prefeituras de Paris e outras cidades decretaram toque de recolher após fim de semana de distúrbios; atos também ocorreram na Itália e Albânia.

20/10/2026 · 08h15
Paris impõe toque de recolher após onda de protestos violentos

Paris e outras cidades anunciaram medidas noturnas após confrontos entre manifestantes e a polícia no fim de semana. Distúrbios incluíram saques, bloqueios e quebra de barricadas e se espalham pela Europa.

Prefeituras de Paris e de várias cidades francesas decretaram toque de recolher após protestos violentos registrados no último fim de semana. As manifestações, que surgiram há cerca de um mês com estudantes pedindo mais investimentos na educação, se transformaram em um conflito aberto entre manifestantes e o governo, com ruas de diversas cidades virando campos de batalha.

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As restrições foram aplicadas depois de um fim de semana marcado por distúrbios, saques a lojas, bloqueios e confrontos com a polícia. Nesta segunda-feira (19), em Paris, manifestantes romperam barricadas e avançaram em direção à entrada do museu do Louvre.

Em Lille, o toque de recolher foi previsto para durar dois dias. Em Marselha, autoridades municipais proibiram aglomerações como medida para tentar conter os confrontos. Segundo autoridades locais, até o momento não há sinal de que a situação esteja melhorando.

Os sindicatos franceses anunciaram uma nova rodada de greves e protestos para o dia 5 de novembro, em um movimento que poderá ampliar a mobilização. Num comunicado divulgado no domingo (18), o presidente francês Emmanuel Macron afirmou que quem destruir propriedades deve pagar pelo prejuízo e que aqueles que buscaram derrubar a República serão responsabilizados.

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As mobilizações não ficaram restritas à França. Outros países da Europa também registraram atos e episódios de violência no mesmo final de semana. Na Itália, houve confrontos em Milão entre policiais e manifestantes que atiravam pedras e saqueavam lojas. Autoridades italianas levaram mais de 60 pessoas à delegacia para averiguação e 28 foram detidas.

Na Albânia, protestos concentraram-se na capital Tirana contra suposta corrupção governamental, escassez de empregos e precariedade do sistema educacional. Parte da população exigiu a renúncia do primeiro‑ministro Edi Rama, que rejeitou a ideia de deixar o cargo.

Analistas políticos e observadores internacionais acompanham a evolução das mobilizações, que começaram com demandas por investimento na educação e ganharam outras pautas sociais à medida que se expandiram. As medidas de restrição e as convocações sindicais indicam um horizonte de tensão política e social nos próximos dias, com impacto potencial em várias cidades europeias.

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Paris e outras cidades anunciaram medidas noturnas após confrontos entre manifestantes e a polícia no fim de semana. Distúrbios incluíram saques, bloqueios e quebra de barricadas e se espalham pela Europa.

Prefeituras de Paris e de várias cidades francesas decretaram toque de recolher após protestos violentos registrados no último fim de semana. As manifestações, que surgiram há cerca de um mês com estudantes pedindo mais investimentos na educação, se transformaram em um conflito aberto entre manifestantes e o governo, com ruas de diversas cidades virando campos de batalha.

As restrições foram aplicadas depois de um fim de semana marcado por distúrbios, saques a lojas, bloqueios e confrontos com a polícia. Nesta segunda-feira (19), em Paris, manifestantes romperam barricadas e avançaram em direção à entrada do museu do Louvre.

Em Lille, o toque de recolher foi previsto para durar dois dias. Em Marselha, autoridades municipais proibiram aglomerações como medida para tentar conter os confrontos. Segundo autoridades locais, até o momento não há sinal de que a situação esteja melhorando.

Os sindicatos franceses anunciaram uma nova rodada de greves e protestos para o dia 5 de novembro, em um movimento que poderá ampliar a mobilização. Num comunicado divulgado no domingo (18), o presidente francês Emmanuel Macron afirmou que quem destruir propriedades deve pagar pelo prejuízo e que aqueles que buscaram derrubar a República serão responsabilizados.

As mobilizações não ficaram restritas à França. Outros países da Europa também registraram atos e episódios de violência no mesmo final de semana. Na Itália, houve confrontos em Milão entre policiais e manifestantes que atiravam pedras e saqueavam lojas. Autoridades italianas levaram mais de 60 pessoas à delegacia para averiguação e 28 foram detidas.

Na Albânia, protestos concentraram-se na capital Tirana contra suposta corrupção governamental, escassez de empregos e precariedade do sistema educacional. Parte da população exigiu a renúncia do primeiro‑ministro Edi Rama, que rejeitou a ideia de deixar o cargo.

Analistas políticos e observadores internacionais acompanham a evolução das mobilizações, que começaram com demandas por investimento na educação e ganharam outras pautas sociais à medida que se expandiram. As medidas de restrição e as convocações sindicais indicam um horizonte de tensão política e social nos próximos dias, com impacto potencial em várias cidades europeias.

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