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Aracaju, Terça-feira, 20 de outubro de 2026
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Casa de Passagem apoia recuperação e recomeço de motorista em Aracaju

Após enfrentar diabetes tipo 2, tuberculose e dificuldades financeiras, Ricardo Santos encontrou acolhimento na Casa de Passagem Freitas Brandão. O apoio da Semfas contribuiu para sua recuperação e retomada da autonomia.

20/10/2026 · 08h28
Casa de Passagem apoia recuperação e recomeço de motorista em Aracaju

Após enfrentar diabetes tipo 2, tuberculose e dificuldades financeiras, Ricardo Santos encontrou acolhimento na Casa de Passagem Freitas Brandão. O apoio da Semfas contribuiu para sua recuperação e retomada da autonomia.

Antes de ser acolhido na Casa de Passagem Freitas Brandão, Ricardo Santos, de 53 anos, trabalhava como motorista por aplicativo. A rotina profissional, porém, foi interrompida pelo agravamento de sua condição de saúde.

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Com dificuldades para manter o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 e posteriormente diagnosticado com tuberculose, ele enfrentou um período de fragilidade física, afastamento do trabalho e dificuldades financeiras. Nesse contexto, encontrou no acolhimento socioassistencial uma rede de apoio fundamental para sua recuperação e para a retomada da autonomia.

A Casa de Passagem Freitas Brandão é um equipamento da Proteção Social Especial do Sistema Único de Assistência Social (Suas), vinculado à Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas). A unidade acolhe pessoas em situação de rua e oferece atendimento especializado, acompanhamento social e suporte para a reconstrução de vínculos e a garantia de direitos.

Ricardo convive com o diabetes mellitus tipo 2, doença crônica que compromete a capacidade do organismo de utilizar adequadamente a insulina, hormônio responsável pelo controle da glicose no sangue. O tratamento pode envolver mudanças no estilo de vida, medicamentos e, quando indicado, o uso de insulina. Sem acompanhamento adequado, a doença pode provocar complicações que afetam a saúde e a qualidade de vida.

De acordo com o Atlas da Diabetes, da Federação Internacional de Diabetes, o Brasil tinha aproximadamente 16,6 milhões de adultos vivendo com a doença em 2025, figurando entre os países com maior número de pessoas com diabetes.

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No caso de Ricardo, a dificuldade de manter o tratamento por cerca de dois anos contribuiu para o agravamento de sua condição de saúde. Nesse período, ele também desenvolveu tuberculose e passou a enfrentar limitações que o impediam de realizar atividades básicas do cotidiano.

Com a saúde debilitada, Ricardo precisou interromper o trabalho. Sem renda suficiente para manter o pagamento do aluguel, passou a enfrentar também a insegurança habitacional. Diante das dificuldades, foi encaminhado para a Casa de Passagem Freitas Brandão, onde iniciou uma nova etapa de sua trajetória.

O acesso às vagas nas casas de passagem pode ocorrer por meio do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) e do serviço de Abordagem Social, além de encaminhamentos realizados por outros serviços da rede socioassistencial, conforme os fluxos de atendimento e a avaliação de cada caso.

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“Quando eu vim para o Freitas, muitas pessoas não acreditavam que eu estaria aqui hoje, dando esse depoimento. Mas, por incrível que pareça, Deus e os profissionais daqui me fizeram melhorar. Agora estou bem, estou ótimo”, afirma Ricardo.

Durante o acolhimento, o acompanhamento da equipe foi importante para favorecer a continuidade dos cuidados e o acesso aos serviços de saúde. Além dos profissionais da assistência social, Ricardo contou com o apoio dos cuidadores.

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Após enfrentar diabetes tipo 2, tuberculose e dificuldades financeiras, Ricardo Santos encontrou acolhimento na Casa de Passagem Freitas Brandão. O apoio da Semfas contribuiu para sua recuperação e retomada da autonomia.

Antes de ser acolhido na Casa de Passagem Freitas Brandão, Ricardo Santos, de 53 anos, trabalhava como motorista por aplicativo. A rotina profissional, porém, foi interrompida pelo agravamento de sua condição de saúde.

Com dificuldades para manter o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 e posteriormente diagnosticado com tuberculose, ele enfrentou um período de fragilidade física, afastamento do trabalho e dificuldades financeiras. Nesse contexto, encontrou no acolhimento socioassistencial uma rede de apoio fundamental para sua recuperação e para a retomada da autonomia.

A Casa de Passagem Freitas Brandão é um equipamento da Proteção Social Especial do Sistema Único de Assistência Social (Suas), vinculado à Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas). A unidade acolhe pessoas em situação de rua e oferece atendimento especializado, acompanhamento social e suporte para a reconstrução de vínculos e a garantia de direitos.

Ricardo convive com o diabetes mellitus tipo 2, doença crônica que compromete a capacidade do organismo de utilizar adequadamente a insulina, hormônio responsável pelo controle da glicose no sangue. O tratamento pode envolver mudanças no estilo de vida, medicamentos e, quando indicado, o uso de insulina. Sem acompanhamento adequado, a doença pode provocar complicações que afetam a saúde e a qualidade de vida.

De acordo com o Atlas da Diabetes, da Federação Internacional de Diabetes, o Brasil tinha aproximadamente 16,6 milhões de adultos vivendo com a doença em 2025, figurando entre os países com maior número de pessoas com diabetes.

No caso de Ricardo, a dificuldade de manter o tratamento por cerca de dois anos contribuiu para o agravamento de sua condição de saúde. Nesse período, ele também desenvolveu tuberculose e passou a enfrentar limitações que o impediam de realizar atividades básicas do cotidiano.

Com a saúde debilitada, Ricardo precisou interromper o trabalho. Sem renda suficiente para manter o pagamento do aluguel, passou a enfrentar também a insegurança habitacional. Diante das dificuldades, foi encaminhado para a Casa de Passagem Freitas Brandão, onde iniciou uma nova etapa de sua trajetória.

O acesso às vagas nas casas de passagem pode ocorrer por meio do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP) e do serviço de Abordagem Social, além de encaminhamentos realizados por outros serviços da rede socioassistencial, conforme os fluxos de atendimento e a avaliação de cada caso.

“Quando eu vim para o Freitas, muitas pessoas não acreditavam que eu estaria aqui hoje, dando esse depoimento. Mas, por incrível que pareça, Deus e os profissionais daqui me fizeram melhorar. Agora estou bem, estou ótimo”, afirma Ricardo.

Durante o acolhimento, o acompanhamento da equipe foi importante para favorecer a continuidade dos cuidados e o acesso aos serviços de saúde. Além dos profissionais da assistência social, Ricardo contou com o apoio dos cuidadores.

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