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Aracaju, Sexta-feira, 23 de outubro de 2026
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Emília Corrêa participa de encontro com mães de crianças com mielomeningocele

A prefeita Emília Corrêa participou, nesta sexta-feira, 23, do 1º Encontro de Mães de Crianças com Mielomeningocele, na sede da Secretaria Municipal da Saúde. A ação reuniu famílias para troca de experiências e discussão sobre acolhimento, inclusão e assistência pública.

23/10/2026 · 17h01
Emília Corrêa participa de encontro com mães de crianças com mielomeningocele

A prefeita Emília Corrêa participou, nesta sexta-feira, 23, do 1º Encontro de Mães de Crianças com Mielomeningocele, na sede da Secretaria Municipal da Saúde. A ação reuniu famílias para troca de experiências e discussão sobre acolhimento, inclusão e assistência pública.

A prefeita Emília Corrêa participou, na manhã desta sexta-feira, 23, do 1º Encontro de Mães de Crianças com Mielomeningocele, realizado na sede da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). O evento reuniu mães e crianças para compartilhar experiências, debater os desafios enfrentados pelas famílias e reforçar a importância do acolhimento, da inclusão e da assistência do poder público.

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A mielomeningocele é uma malformação congênita que afeta a coluna vertebral e o sistema nervoso central. A condição pode provocar diferentes comprometimentos e exige acompanhamento de diversas especialidades ao longo da vida. Neste contexto, o encontro foi um espaço de escuta, troca de vivências e fortalecimento dos vínculos entre as famílias e a gestão municipal.

Durante a programação, Emília ouviu relatos das mães e destacou a necessidade de acolher as famílias e compreender suas demandas. Segundo a prefeita, os depoimentos reforçaram a reflexão sobre os desafios vividos pelas mães e a responsabilidade do poder público na garantia de direitos.

“Vocês vieram para nos ensinar sobre as diferenças, sobre as fragilidades que todos nós temos, cada um do seu jeito. A gente aprende com as crianças, aprende com as mães atípicas, e isso faz despertar a necessidade de fazer acontecer. Como prefeita, quando eu me sento ali e pego a caneta, é para cuidar das pessoas, independentemente de qualquer coisa. Eu tenho me esforçado para isso”, destacou Emília.

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A prefeita também afirmou que a criação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (Semdef) representa um avanço para ampliar a atenção às demandas desse público, especialmente diante da necessidade de acompanhamento multidisciplinar. Ela ressaltou que parte das reivindicações apresentadas é de competência estadual ou federal, mas defendeu a atuação do município nas áreas sob sua responsabilidade.

“Existem coisas que foram ditas aqui que são da competência do Estado, mas isso não retira a responsabilidade de todos os gestores, em todos os lugares do país. Como prefeita, eu quero que vocês me cobrem mesmo daquilo que está na área de competência do município. O que a gente puder fazer, a gente faz”, afirmou.

As mães presentes ressaltaram a necessidade de assegurar não apenas atendimento às crianças, mas também a inclusão efetiva nos espaços de convivência, lazer e desenvolvimento. Mãe atípica, Carla Regina dos Reis emocionou os participantes ao falar sobre a luta diária das famílias pela garantia de direitos e oportunidades para os filhos.

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“As crianças atípicas precisam não somente ser inseridas, elas precisam realmente ser incluídas. Somos mães guerreiras, que lutam todos os dias pelos direitos. Eu me encho de orgulho de ver o meu filho receber todo o tratamento, todo o recurso para seguir e ter uma melhor qualidade de vida”, declarou.

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A prefeita Emília Corrêa participou, nesta sexta-feira, 23, do 1º Encontro de Mães de Crianças com Mielomeningocele, na sede da Secretaria Municipal da Saúde. A ação reuniu famílias para troca de experiências e discussão sobre acolhimento, inclusão e assistência pública.

A prefeita Emília Corrêa participou, na manhã desta sexta-feira, 23, do 1º Encontro de Mães de Crianças com Mielomeningocele, realizado na sede da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). O evento reuniu mães e crianças para compartilhar experiências, debater os desafios enfrentados pelas famílias e reforçar a importância do acolhimento, da inclusão e da assistência do poder público.

A mielomeningocele é uma malformação congênita que afeta a coluna vertebral e o sistema nervoso central. A condição pode provocar diferentes comprometimentos e exige acompanhamento de diversas especialidades ao longo da vida. Neste contexto, o encontro foi um espaço de escuta, troca de vivências e fortalecimento dos vínculos entre as famílias e a gestão municipal.

Durante a programação, Emília ouviu relatos das mães e destacou a necessidade de acolher as famílias e compreender suas demandas. Segundo a prefeita, os depoimentos reforçaram a reflexão sobre os desafios vividos pelas mães e a responsabilidade do poder público na garantia de direitos.

“Vocês vieram para nos ensinar sobre as diferenças, sobre as fragilidades que todos nós temos, cada um do seu jeito. A gente aprende com as crianças, aprende com as mães atípicas, e isso faz despertar a necessidade de fazer acontecer. Como prefeita, quando eu me sento ali e pego a caneta, é para cuidar das pessoas, independentemente de qualquer coisa. Eu tenho me esforçado para isso”, destacou Emília.

A prefeita também afirmou que a criação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (Semdef) representa um avanço para ampliar a atenção às demandas desse público, especialmente diante da necessidade de acompanhamento multidisciplinar. Ela ressaltou que parte das reivindicações apresentadas é de competência estadual ou federal, mas defendeu a atuação do município nas áreas sob sua responsabilidade.

“Existem coisas que foram ditas aqui que são da competência do Estado, mas isso não retira a responsabilidade de todos os gestores, em todos os lugares do país. Como prefeita, eu quero que vocês me cobrem mesmo daquilo que está na área de competência do município. O que a gente puder fazer, a gente faz”, afirmou.

As mães presentes ressaltaram a necessidade de assegurar não apenas atendimento às crianças, mas também a inclusão efetiva nos espaços de convivência, lazer e desenvolvimento. Mãe atípica, Carla Regina dos Reis emocionou os participantes ao falar sobre a luta diária das famílias pela garantia de direitos e oportunidades para os filhos.

“As crianças atípicas precisam não somente ser inseridas, elas precisam realmente ser incluídas. Somos mães guerreiras, que lutam todos os dias pelos direitos. Eu me encho de orgulho de ver o meu filho receber todo o tratamento, todo o recurso para seguir e ter uma melhor qualidade de vida”, declarou.

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