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Aracaju, Sábado, 24 de outubro de 2026
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Policial

Flávio Bolsonaro diz acreditar na inocência do policial no caso Ana Clara

No debate, Flávio defendeu a inocência do policial acusado pela morte de Ana Clara; mãe da menina protestou e Lula e Flávio trocaram propostas sobre segurança e educação.

24/10/2026 · 14h15
Flávio Bolsonaro diz acreditar na inocência do policial no caso Ana Clara

Durante debate na TV Globo, Lula pressionou Flávio sobre ter defendido o PM acusado pela morte de Ana Clara. Flávio reafirmou apoio ao cabo e exigiu investigação para identificar o autor do disparo.

Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) discutiram segurança pública no debate da TV Globo, na noite desta sexta-feira (23). A troca de propostas e acusações incluiu repercussões do caso da menina Ana Clara, morta em 2021.

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Questionado por Luiz Inácio Lula da Silva sobre os motivos de ter defendido o policial acusado pelo Ministério Público de matar Ana Clara, Flávio Bolsonaro afirmou acreditar na inocência do cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro e cobrou apuração sobre o autor do disparo.

“Eu quero saber quem foi o autor desse disparo, porque eu tenho a confiança que não foi esse policial. Ele sequer foi julgado ainda.”

A mãe de Ana Clara, Cristiane Gomes da Silva, estava na plateia do debate. Flávio se dirigiu a ela pelo nome da filha e disse lamentar a morte da criança, mencionando um cenário de confronto armado no local.

“Era uma troca de tiros, uma comunidade deflagrada. A senhora sabe que tem o tráfico de drogas aí.”

Cristiane reagiu às falas do candidato do PL e contestou a versão de confronto apresentada por Flávio e pelo policial. Ela também citou o laudo pericial da Polícia Civil que, segundo ela, atestou que não houve troca de tiros no local.

“Ele não respondeu porque defendeu o assassino da minha filha. Ele inventou um confronto ali como o policial inventou no dia”

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Após tratar do caso de Ana Clara, Flávio Bolsonaro reafirmou propostas na área de segurança pública caso seja eleito. Entre elas, a classificação de organizações criminosas como narcoterroristas e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, com 14 anos para crimes hediondos, como estupro.

Luiz Inácio Lula da Silva rebateu menções ao adversário e relembrou supostas relações deste com milicianos do Rio de Janeiro. Lula também reiterou a proposta de criar um ministério da Segurança Pública e de fortalecer as polícias federais e rodoviárias.

“Vou criar o ministério, fortalecer a Polícia Federal, fortalecer a Polícia Rodoviária Federal e acabar com essa bandidagem de miliciano e narcotráfico aqui no Rio de Janeiro e no Brasil inteiro”.

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O debate também abordou educação. Flávio Bolsonaro apresentou proposta de investimento no ensino integral, destacando ensino técnico no contraturno como forma de manter crianças na escola e longe da criminalidade.

“Eu vou investir muito no ensino integral. Porque criança mais perto da escola é criança mais longe do crime. Como é que eu vou fazer no tempo integral? Eu vou investir no ensino técnico no contraturno, por exemplo, para que as crianças possam aprender as profissões do futuro, elas possam se sentir estimuladas a irem para a sala de aula.”

Luiz Inácio Lula da Silva citou medidas já implementadas em gestões anteriores, como a expansão de universidades, institutos federais e escolas de tempo integral, e falou de um programa de incentivo financeiro para estudantes do ensino médio que, segundo ele, terá versão para o ensino superior.

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Durante debate na TV Globo, Lula pressionou Flávio sobre ter defendido o PM acusado pela morte de Ana Clara. Flávio reafirmou apoio ao cabo e exigiu investigação para identificar o autor do disparo.

Os candidatos à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) discutiram segurança pública no debate da TV Globo, na noite desta sexta-feira (23). A troca de propostas e acusações incluiu repercussões do caso da menina Ana Clara, morta em 2021.

Questionado por Luiz Inácio Lula da Silva sobre os motivos de ter defendido o policial acusado pelo Ministério Público de matar Ana Clara, Flávio Bolsonaro afirmou acreditar na inocência do cabo da Polícia Militar do Rio de Janeiro e cobrou apuração sobre o autor do disparo.

“Eu quero saber quem foi o autor desse disparo, porque eu tenho a confiança que não foi esse policial. Ele sequer foi julgado ainda.”

A mãe de Ana Clara, Cristiane Gomes da Silva, estava na plateia do debate. Flávio se dirigiu a ela pelo nome da filha e disse lamentar a morte da criança, mencionando um cenário de confronto armado no local.

“Era uma troca de tiros, uma comunidade deflagrada. A senhora sabe que tem o tráfico de drogas aí.”

Cristiane reagiu às falas do candidato do PL e contestou a versão de confronto apresentada por Flávio e pelo policial. Ela também citou o laudo pericial da Polícia Civil que, segundo ela, atestou que não houve troca de tiros no local.

“Ele não respondeu porque defendeu o assassino da minha filha. Ele inventou um confronto ali como o policial inventou no dia”

Após tratar do caso de Ana Clara, Flávio Bolsonaro reafirmou propostas na área de segurança pública caso seja eleito. Entre elas, a classificação de organizações criminosas como narcoterroristas e a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, com 14 anos para crimes hediondos, como estupro.

Luiz Inácio Lula da Silva rebateu menções ao adversário e relembrou supostas relações deste com milicianos do Rio de Janeiro. Lula também reiterou a proposta de criar um ministério da Segurança Pública e de fortalecer as polícias federais e rodoviárias.

“Vou criar o ministério, fortalecer a Polícia Federal, fortalecer a Polícia Rodoviária Federal e acabar com essa bandidagem de miliciano e narcotráfico aqui no Rio de Janeiro e no Brasil inteiro”.

O debate também abordou educação. Flávio Bolsonaro apresentou proposta de investimento no ensino integral, destacando ensino técnico no contraturno como forma de manter crianças na escola e longe da criminalidade.

“Eu vou investir muito no ensino integral. Porque criança mais perto da escola é criança mais longe do crime. Como é que eu vou fazer no tempo integral? Eu vou investir no ensino técnico no contraturno, por exemplo, para que as crianças possam aprender as profissões do futuro, elas possam se sentir estimuladas a irem para a sala de aula.”

Luiz Inácio Lula da Silva citou medidas já implementadas em gestões anteriores, como a expansão de universidades, institutos federais e escolas de tempo integral, e falou de um programa de incentivo financeiro para estudantes do ensino médio que, segundo ele, terá versão para o ensino superior.

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