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Turnstile lota Monumento a Washington e arrecada mais de US$260 mil

No sábado, 24/10, o Turnstile tocou de graça no Monumento a Washington para 60 mil pessoas e arrecadou recursos para Gaza, Sudão e Líbano.

02/11/2026 · 12h13
Turnstile lota Monumento a Washington e arrecada mais de US$260 mil

No sábado, 24 de outubro, a banda americana Turnstile fez show gratuito em Washington que atraiu mais de 60 mil pessoas. O evento teve caráter beneficente e levantou fundos para assistência humanitária à Palestina, ao Sudão e ao Líbano.

No sábado, 24 de outubro, a banda de hardcore de Baltimore Turnstile realizou um show gratuito no Monumento a Washington que reuniu mais de 60 mil pessoas. O evento também funcionou como uma campanha de arrecadação de fundos e, em relatos iniciais, chegou a levantar mais de US$ 260 mil em ajuda humanitária voltada para populações afetadas na Palestina, no Sudão e no Líbano.

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Foi uma operação de grandes proporções para um grupo que vem se destacando nos últimos anos. Em um período de 18 meses, o Turnstile conquistou sua primeira entrada no top 10 da parada Billboard 200 com o álbum “Never Enough”, de 2025; venceu dois Grammys, nas categorias de Melhor Performance de Metal e Melhor Álbum de Rock; e se tornou a primeira banda de hardcore em 45 anos a se apresentar no Saturday Night Live. Essa sequência de conquistas ajudou a explicar a escolha do empresário James Vitalo, fundador da Gold Theory Artists, como Executivo da Semana pela Billboard.

Em entrevista, Vitalo detalhou os bastidores da organização e o esforço coletivo que tornou o evento possível. Ele citou a importância de manter o projeto mesmo diante de dificuldades e enfatizou o papel da equipe no terreno para transformar a ideia em realidade.

Vitalo, que também trabalha com nomes como Knocked Loose, Boy Harsher, Deafheaven e Show Me The Body, falou sobre a persistência necessária para não reduzir a dimensão do projeto quando surgiram obstáculos:

“Tudo aconteceu depois de anos de planejamento com uma equipe incrível, incluindo o restante do nosso time de gerenciamento e a agência de booking. Nossa equipe de estrada ajudou a transformar tudo em realidade no local e a criar o tipo de ambiente que queríamos oferecer a todos. Enfrentamos cada obstáculo juntos, sabendo que, se conseguíssemos realizar o projeto, poderíamos reunir pessoas e transformar esse senso de comunidade em algo capaz de fazer o bem de verdade.”

Questionado sobre a decisão mais importante durante a preparação, Vitalo afirmou que manter o rumo diante das dificuldades foi fundamental. Segundo ele, houve momentos em que a opção mais prática teria sido reduzir o escopo do evento, mas o compromisso com a visão original prevaleceu.

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“A decisão mais importante foi manter o rumo quando as coisas ficaram difíceis. Houve muitos momentos em que a atitude mais prática teria sido reduzir a dimensão do projeto ou seguir por outro caminho. Meu papel foi manter nosso compromisso com a visão original e garantir que não deixássemos outras variáveis externas nos convencerem a desistir de assumir um risco tão grande.”

Sobre a motivação para escolher o Monumento a Washington e a organização do evento, Vitalo explicou que a ideia era reunir o maior número possível de pessoas num evento gratuito, celebrar a comunidade que a banda construiu e chamar atenção para populações vulneráveis. Havia também um sentido de retorno às raízes, já que o grupo começou ciclos recentes com shows gratuitos na região de Baltimore.

Na entrevista, Vitalo comentou ainda a repercussão e o destino dos recursos arrecadados. Ele afirmou que a resposta do público foi forte e que as doações continuavam chegando; segundo ele, o total arrecadado se aproximava de US$ 300 mil. Vitalo informou que todo o montante será destinado à Human Concern International para alimentação, abrigo, assistência médica e cuidados essenciais a crianças em Gaza, no Sudão e no Líbano.

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“Arrecadamos quase US$ 300 mil, e as doações continuam chegando. Todo esse dinheiro será destinado à Human Concern International, para fornecer alimentação, abrigo, assistência médica e cuidados essenciais a crianças em Gaza, no Sudão e no Líbano.”

O show entrou para a história como um dos maiores espetáculos de hardcore liderados por uma única banda, ao mesmo tempo em que teve caráter humanitário e comunitário, conforme descreveu a equipe envolvida na organização.

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No sábado, 24 de outubro, a banda americana Turnstile fez show gratuito em Washington que atraiu mais de 60 mil pessoas. O evento teve caráter beneficente e levantou fundos para assistência humanitária à Palestina, ao Sudão e ao Líbano.

No sábado, 24 de outubro, a banda de hardcore de Baltimore Turnstile realizou um show gratuito no Monumento a Washington que reuniu mais de 60 mil pessoas. O evento também funcionou como uma campanha de arrecadação de fundos e, em relatos iniciais, chegou a levantar mais de US$ 260 mil em ajuda humanitária voltada para populações afetadas na Palestina, no Sudão e no Líbano.

Foi uma operação de grandes proporções para um grupo que vem se destacando nos últimos anos. Em um período de 18 meses, o Turnstile conquistou sua primeira entrada no top 10 da parada Billboard 200 com o álbum “Never Enough”, de 2025; venceu dois Grammys, nas categorias de Melhor Performance de Metal e Melhor Álbum de Rock; e se tornou a primeira banda de hardcore em 45 anos a se apresentar no Saturday Night Live. Essa sequência de conquistas ajudou a explicar a escolha do empresário James Vitalo, fundador da Gold Theory Artists, como Executivo da Semana pela Billboard.

Em entrevista, Vitalo detalhou os bastidores da organização e o esforço coletivo que tornou o evento possível. Ele citou a importância de manter o projeto mesmo diante de dificuldades e enfatizou o papel da equipe no terreno para transformar a ideia em realidade.

Vitalo, que também trabalha com nomes como Knocked Loose, Boy Harsher, Deafheaven e Show Me The Body, falou sobre a persistência necessária para não reduzir a dimensão do projeto quando surgiram obstáculos:

“Tudo aconteceu depois de anos de planejamento com uma equipe incrível, incluindo o restante do nosso time de gerenciamento e a agência de booking. Nossa equipe de estrada ajudou a transformar tudo em realidade no local e a criar o tipo de ambiente que queríamos oferecer a todos. Enfrentamos cada obstáculo juntos, sabendo que, se conseguíssemos realizar o projeto, poderíamos reunir pessoas e transformar esse senso de comunidade em algo capaz de fazer o bem de verdade.”

Questionado sobre a decisão mais importante durante a preparação, Vitalo afirmou que manter o rumo diante das dificuldades foi fundamental. Segundo ele, houve momentos em que a opção mais prática teria sido reduzir o escopo do evento, mas o compromisso com a visão original prevaleceu.

“A decisão mais importante foi manter o rumo quando as coisas ficaram difíceis. Houve muitos momentos em que a atitude mais prática teria sido reduzir a dimensão do projeto ou seguir por outro caminho. Meu papel foi manter nosso compromisso com a visão original e garantir que não deixássemos outras variáveis externas nos convencerem a desistir de assumir um risco tão grande.”

Sobre a motivação para escolher o Monumento a Washington e a organização do evento, Vitalo explicou que a ideia era reunir o maior número possível de pessoas num evento gratuito, celebrar a comunidade que a banda construiu e chamar atenção para populações vulneráveis. Havia também um sentido de retorno às raízes, já que o grupo começou ciclos recentes com shows gratuitos na região de Baltimore.

Na entrevista, Vitalo comentou ainda a repercussão e o destino dos recursos arrecadados. Ele afirmou que a resposta do público foi forte e que as doações continuavam chegando; segundo ele, o total arrecadado se aproximava de US$ 300 mil. Vitalo informou que todo o montante será destinado à Human Concern International para alimentação, abrigo, assistência médica e cuidados essenciais a crianças em Gaza, no Sudão e no Líbano.

“Arrecadamos quase US$ 300 mil, e as doações continuam chegando. Todo esse dinheiro será destinado à Human Concern International, para fornecer alimentação, abrigo, assistência médica e cuidados essenciais a crianças em Gaza, no Sudão e no Líbano.”

O show entrou para a história como um dos maiores espetáculos de hardcore liderados por uma única banda, ao mesmo tempo em que teve caráter humanitário e comunitário, conforme descreveu a equipe envolvida na organização.

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