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Aracaju, Terça-feira, 3 de novembro de 2026
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Karl Bushby conclui volta ao mundo a pé após 28 anos e 50 mil km

Karl Bushby completou nesta segunda (02/11) volta ao mundo a pé após 28 anos, percorrendo cerca de 50 mil km e 29 países, incluindo travessias a nado.

03/11/2026 · 09h24
Karl Bushby conclui volta ao mundo a pé após 28 anos e 50 mil km

O britânico chegou a Hull nesta segunda (02/11) após caminhada de 50 mil km por 29 países. A jornada de 28 anos passou por florestas, desertos, montanhas e incluiu travessias a nado pelo estreito de Bering.

O britânico Karl Bushby retornou à sua cidade natal, Hull, na Inglaterra, nesta segunda-feira (02/11), após completar o desafio de dar uma volta ao mundo a pé. A jornada durou 28 anos e fez Bushby percorrer cerca de 50 mil quilômetros sem utilizar qualquer meio de transporte.

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O desafio de Bushby passou por 29 países e incluiu travessias por florestas, montanhas e desertos. Em trechos que exigiam cruzar águas entre continentes, o percurso também envolveu travessias a nado: o estreito de Bering, que separa o extremo leste da Ásia (Sibéria, Rússia) do extremo oeste da América do Norte (Alasca, EUA), e o canal da Mancha, entre o Reino Unido e a França.

Veterano das Forças Armadas — descrito como ex-militar —, Bushby confrontou condições geográficas e climáticas variadas ao longo das quase três décadas de percurso. O projeto, concebido como uma volta ao mundo feita exclusivamente a pé, exigiu logística, preparo físico e adaptações constantes diante de fronteiras, obstáculos naturais e zonas remotas.

Parte da narrativa do trajeto menciona travessias por ambientes extremos e a necessidade de contornar limitações impostas por meios de transporte convencionais. A iniciativa chamou atenção por sua escala temporal e geográfica: 28 anos em percurso contínuo ou intercalado por pausas, com aproximadamente 50 mil quilômetros acumulados e passagem por quase trinta países.

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Ao retornar a Hull, a conclusão da missão representou o ponto final de uma jornada que teve repercussão internacional pela ousadia e pela natureza singular do objetivo: cruzar o globo sem apoio motorizado. O fato de ter incluído travessias marítimas a nado sobre trechos como o estreito de Bering e o canal da Mancha foi destacado como parte essencial do desafio.

Além dos aspectos físicos, a viagem envolve elementos de planejamento de rotas, documentação para transitar por múltiplos países e enfrentamento de condições climáticas distintas. A marca aproximada de 50 mil quilômetros e a passagem por 29 países permanecem como os dados centrais que traduzem a dimensão do empreendimento.

A conclusão do percurso em 02/11 encerrou uma etapa de longa duração e evidenciou a determinação exigida por um projeto com características únicas no campo das expedições terrestres ao redor do mundo.

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O britânico chegou a Hull nesta segunda (02/11) após caminhada de 50 mil km por 29 países. A jornada de 28 anos passou por florestas, desertos, montanhas e incluiu travessias a nado pelo estreito de Bering.

O britânico Karl Bushby retornou à sua cidade natal, Hull, na Inglaterra, nesta segunda-feira (02/11), após completar o desafio de dar uma volta ao mundo a pé. A jornada durou 28 anos e fez Bushby percorrer cerca de 50 mil quilômetros sem utilizar qualquer meio de transporte.

O desafio de Bushby passou por 29 países e incluiu travessias por florestas, montanhas e desertos. Em trechos que exigiam cruzar águas entre continentes, o percurso também envolveu travessias a nado: o estreito de Bering, que separa o extremo leste da Ásia (Sibéria, Rússia) do extremo oeste da América do Norte (Alasca, EUA), e o canal da Mancha, entre o Reino Unido e a França.

Veterano das Forças Armadas — descrito como ex-militar —, Bushby confrontou condições geográficas e climáticas variadas ao longo das quase três décadas de percurso. O projeto, concebido como uma volta ao mundo feita exclusivamente a pé, exigiu logística, preparo físico e adaptações constantes diante de fronteiras, obstáculos naturais e zonas remotas.

Parte da narrativa do trajeto menciona travessias por ambientes extremos e a necessidade de contornar limitações impostas por meios de transporte convencionais. A iniciativa chamou atenção por sua escala temporal e geográfica: 28 anos em percurso contínuo ou intercalado por pausas, com aproximadamente 50 mil quilômetros acumulados e passagem por quase trinta países.

Ao retornar a Hull, a conclusão da missão representou o ponto final de uma jornada que teve repercussão internacional pela ousadia e pela natureza singular do objetivo: cruzar o globo sem apoio motorizado. O fato de ter incluído travessias marítimas a nado sobre trechos como o estreito de Bering e o canal da Mancha foi destacado como parte essencial do desafio.

Além dos aspectos físicos, a viagem envolve elementos de planejamento de rotas, documentação para transitar por múltiplos países e enfrentamento de condições climáticas distintas. A marca aproximada de 50 mil quilômetros e a passagem por 29 países permanecem como os dados centrais que traduzem a dimensão do empreendimento.

A conclusão do percurso em 02/11 encerrou uma etapa de longa duração e evidenciou a determinação exigida por um projeto com características únicas no campo das expedições terrestres ao redor do mundo.

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