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Aracaju, Sábado, 7 de novembro de 2026
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Saúde

HCS e Complexo Materno-Infantil passam por supervisão socioambiental

A SES realizou visita técnica ao Hospital do Câncer de Sergipe e às obras do Complexo Materno-Infantil, em Aracaju. A ação avaliou compromissos ambientais, sociais e de governança pactuados com o BID.

07/11/2026 · 13h43
HCS e Complexo Materno-Infantil passam por supervisão socioambiental

A SES realizou visita técnica ao Hospital do Câncer de Sergipe e às obras do Complexo Materno-Infantil, em Aracaju. A ação avaliou compromissos ambientais, sociais e de governança pactuados com o BID.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Programa de Fortalecimento das Redes de Inclusão e Atenção à Saúde (Proredes), realizou, nesta quinta-feira, 5, uma missão de supervisão no Hospital do Câncer de Sergipe (HCS) e nas obras do Complexo Materno-Infantil Nossa Senhora de Lourdes. As duas unidades estão localizadas no bairro Capucho, em Aracaju.

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A visita técnica teve como objetivo acompanhar o cumprimento da proposta inicial relacionada aos aspectos Ambiental, Social e de Governança (ESG) acordados com o Banco Internacional de Desenvolvimento (BID). A missão de supervisão ocorre durante três dias, em formatos online e presencial, acompanhando as obras vinculadas ao Proredes.

A primeira etapa incluiu a apresentação das atividades e o monitoramento da área ambiental e social tanto do Complexo Materno-Infantil quanto da obra de contrapartida do Hospital do Câncer. No encerramento, será verificado o sistema de reclamações e queixas, além da definição das próximas missões, dos monitoramentos e dos indicadores que serão avaliados ao longo de mais um ano.

“Essa visita é para garantir que estamos fazendo tudo o que é necessário e também se estamos cumprindo tudo o que foi acordado no início desse investimento”, enfatizou a diretora operacional da Secretaria de Estado da Saúde, Jurema Viana.

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Para a coordenadora geral do Proredes, Socorro Xavier, a visita reforça o compromisso do Estado com a qualidade das obras. “O Proredes é um programa que tem uma parceria internacional junto ao BID. Hoje recebemos a especialista em ESG, que é gestora ambiental e social. Na parte social, foi acompanhado como é feito o trabalho junto com os colaboradores. Já na área ambiental, foi observada a sustentabilidade necessária da obra durante toda a sua execução”, explicou.

A execução do Complexo Materno-Infantil segue em ritmo acelerado. Durante a missão, foram verificados aspectos da obra, que já concluiu os serviços de terraplanagem e iniciou novas etapas da construção.

“Nos aspectos socioambientais, analisamos também a questão do plano de trânsito. Então, placas de sinalização, toda a higiene, saúde e segurança do trabalhador com uso de EPI [Equipamento de Proteção Individual], com uso de EPC [Equipamento de Proteção Coletiva]. Verificamos também a questão de vestuário, das salas administrativas, de banheiros”, explicou a especialista ambiental e social pelo Proredes, Heloísa Thaís.

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A profissional também destacou a sustentabilidade da obra para a comunidade e para o futuro. “Trabalhamos questão de gênero, ações socioeducativas, não só com os colaboradores das obras, mas também com a comunidade do entorno, fazendo assim uma relação de pertencimento entre a comunidade e a obra, deixando a obra mais sustentável para que as futuras gerações possam usufruir do que a gente ainda tem de socioambiental no nosso planeta”, disse.

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A SES realizou visita técnica ao Hospital do Câncer de Sergipe e às obras do Complexo Materno-Infantil, em Aracaju. A ação avaliou compromissos ambientais, sociais e de governança pactuados com o BID.

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio do Programa de Fortalecimento das Redes de Inclusão e Atenção à Saúde (Proredes), realizou, nesta quinta-feira, 5, uma missão de supervisão no Hospital do Câncer de Sergipe (HCS) e nas obras do Complexo Materno-Infantil Nossa Senhora de Lourdes. As duas unidades estão localizadas no bairro Capucho, em Aracaju.

A visita técnica teve como objetivo acompanhar o cumprimento da proposta inicial relacionada aos aspectos Ambiental, Social e de Governança (ESG) acordados com o Banco Internacional de Desenvolvimento (BID). A missão de supervisão ocorre durante três dias, em formatos online e presencial, acompanhando as obras vinculadas ao Proredes.

A primeira etapa incluiu a apresentação das atividades e o monitoramento da área ambiental e social tanto do Complexo Materno-Infantil quanto da obra de contrapartida do Hospital do Câncer. No encerramento, será verificado o sistema de reclamações e queixas, além da definição das próximas missões, dos monitoramentos e dos indicadores que serão avaliados ao longo de mais um ano.

“Essa visita é para garantir que estamos fazendo tudo o que é necessário e também se estamos cumprindo tudo o que foi acordado no início desse investimento”, enfatizou a diretora operacional da Secretaria de Estado da Saúde, Jurema Viana.

Para a coordenadora geral do Proredes, Socorro Xavier, a visita reforça o compromisso do Estado com a qualidade das obras. “O Proredes é um programa que tem uma parceria internacional junto ao BID. Hoje recebemos a especialista em ESG, que é gestora ambiental e social. Na parte social, foi acompanhado como é feito o trabalho junto com os colaboradores. Já na área ambiental, foi observada a sustentabilidade necessária da obra durante toda a sua execução”, explicou.

A execução do Complexo Materno-Infantil segue em ritmo acelerado. Durante a missão, foram verificados aspectos da obra, que já concluiu os serviços de terraplanagem e iniciou novas etapas da construção.

“Nos aspectos socioambientais, analisamos também a questão do plano de trânsito. Então, placas de sinalização, toda a higiene, saúde e segurança do trabalhador com uso de EPI [Equipamento de Proteção Individual], com uso de EPC [Equipamento de Proteção Coletiva]. Verificamos também a questão de vestuário, das salas administrativas, de banheiros”, explicou a especialista ambiental e social pelo Proredes, Heloísa Thaís.

A profissional também destacou a sustentabilidade da obra para a comunidade e para o futuro. “Trabalhamos questão de gênero, ações socioeducativas, não só com os colaboradores das obras, mas também com a comunidade do entorno, fazendo assim uma relação de pertencimento entre a comunidade e a obra, deixando a obra mais sustentável para que as futuras gerações possam usufruir do que a gente ainda tem de socioambiental no nosso planeta”, disse.

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